Não tenha dor de cabeça na abertura de empresa. Comece certo!

Hoje vou falar dos principais pontos que precisam de atenção para abertura de empresa e iniciar a trajetória de empreendedor da forma correta.

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou falar dos principais pontos que precisam de atenção para abertura de empresa e iniciar a trajetória de empreendedor da forma correta, aqui vou falar os mais comuns, existem casos mais específicos que cada ramo de negócio exige, como nosso universo burocrático e muito extenso, vou me ater aos corriqueiros.

PLANEJAMENTO: “ Quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve” Célebre frase de Alice no país das maravilhas, mas muito real, não apenas nos negócios, mas para a vida em geral. Saber o que quer fazer, onde quer chegar é tão fundamental quanto ter a ideia e praticá-la. Na abertura da sua empresa não é diferente, onde você quer chegar? Quais metas e objetivos do seu negócio?

SABER ONDE: cuidados com o lugar onde você vai se estabelecer também é primordial, cuidados como documentação do prédio, se o zoneamento do município permite a sua atividade, e se houve outra empresa no local que está irregular. São pontos importantíssimos, que todo empresário tem que estar atento, saber as leis, restrições, documentações necessárias da cidade, porque muitas vezes cada município tem a sua forma de tratar a abertura de empresas.

SOCIEDADE: A sociedade é um casamento, é uma maravilha começar, mas terminar na extensa maioria das vezes é doloroso. Então como diria Arnaldo “Galvão a regra é clara! ” E tem que ser mesmo, desde o início, tanto para a entrada, saída e também em caso de falecimento.

TRIBUTOS: Sim, dá para saber o quanto se paga de tributos e deixar isso planejado, uma boa ajuda de uma contabilidade experiente faz muita diferença, pois esta escolha é válida por um ano, quando se erra aqui, não é incomum perder 3 a 7% do faturamento nestas decisões erradas. E com certeza o planejamento lá do seu primeiro item que falamos não está essa perda de faturamento, mas sim um ganho, por isso é de extrema importância esse planejamento tributário.

Gente a lista é grande aqui, mas estão aqui demonstradas as que nestes 19 anos de empresa foram as mais frequentes. E é importante sempre ter o seu contador como um parceiro de negócios, ele saberá o caminho das pedras e te ajudará na abertura de empresa da melhor forma.

Hoje o texto foi rápido, mas é de grande ajuda, se estiver com casos assim, chama a gente nas redes sociais, será um prazer ajudá-los. Até a próxima.

Fonte: Contábeis

Planejamento tributário 2021: muita coisa mudou!

Todos os parâmetros normais foram alterados, por isso, é preciso planejar novamente o que vai ocorrer até o fim do ano.

Como diz o grande Roberto Dias Duarte, não dá para pensar mais fora da caixa, pois não há mais caixa, o que ele quer dizer com isso? Todos os parâmetros normais foram alterados, ou seja, novas realidades, novas tendências, novos mercados. Isso nos leva a planejar novamente o que irá ocorrer até o final do ano e onde queremos chegar no ano que vem e quais os passos necessários pra que isso ocorra.

Dentre estes planejamentos um dos principais é o planejamento tributário, que consiste em saber com base nas tendências e na nova realidade qual será o melhor sistema de tributos a ser usado, e este tem data para entrar em vigor, janeiro de 2021.

Por que devemos olhar o planejamento tributário, pois muita coisa mudou desde o início do ano, basicamente pouca coisa do que se planejou efetivamente ocorreu por conta da crise do covid-19. Então neste tempo pode ter ocorrido, mudança de fornecedor, de clientes, níveis de faturamento, perfil de clientes (outros estados ou regimes tributários), diminuição de margem bruta ou mesmo diminuição de custos. E sim, tudo isso influencia na escolha do regime a ser escolhido.

Existem 3 regimes a sua escolha, cada um deles com características próprias e não existe uma receita pronta que dá certo para todos, tudo depende dos fatores que ocorrem no seu negócio. Mesmo que você tenha aquele amigo que tem um negócio como o seu e diz que determinado regime é o melhor do mundo e que se você não está nele está perdendo dinheiro.

Perder dinheiro?? Essa é uma notícia muito preocupante hoje em dia não?

Mas para se definir um planejamento tributário, deve se levar em conta a sua realidade, que em alguns casos, pode ser bem diferente daquele seu amigo que adora buzinar na sua orelha que está perdendo dinheiro.

É muito importante que você esteja bem amparado por um profissional competente e que conheça seu negócio, e que juntos vocês possam atuar em prol de um planejamento eficiente, com as tendências e realidades da sua empresa, aliada ao conhecimento e experiência do seu contador e assim definirem juntos e que você entenda os alicerces de estar escolhendo este regime.

Fonte: Contábeis

PARA MAIS INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO CONOSCO

Planejamento Tributário: Por que a maioria das empresas paga Impostos Excessivos?

Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19.

Mas por que as empresas pagam mais impostos que o devido se isso vai contra a lógica de qualquer bom gestor? Quem responde é o advogado Weslen Vieira, especialista em Direito Tributário: “Principalmente por falta de planejamento tributário e do excesso de burocracia e de normas tributárias existentes hoje no Brasil”.

Para se ter uma ideia do emaranhado que é o sistema tributário brasileiro, um dos mais complexos do mundo, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mais de 30 normas tributárias são criadas diariamente, o que só tende a tornar ainda mais difícil a vida das organizações. Além disso, há uma excessiva carga tributária.

Um estudo global de 2017 (ICDE/IBGE) colocava o Brasil na 14ª posição entre as maiores cargas tributárias do mundo, com 35,04%, perdendo apenas para nações desenvolvidas.

A boa notícia, segundo Weslen Vieira, é que é possível resolver o problema dos impostos pagos a maior com um bom planejamento tributário. Já a questão do excesso de tributos e a burocracia poderão ser amenizados com a reforma tributária, cuja discussão está caminhando no Congresso Nacional.

PLANEJAR É ESSENCIAL

Em relação ao planejamento tributário, este é essencial para qualquer organização, segundo o advogado, independentemente se micro, pequena, média ou grande empresa.

“Percebo que falta a cultura do planejamento e daquela revisão necessária, de tempos em tempos, para verificar se a empresa está enquadrada no regime mais adequado ou no ramo de atividade que lhe proporcione tributação menos onerosa. Tem empresas, por exemplo, que uma mudança do Simples Nacional para o Lucro Presumido, por exemplo, poderia resultar em uma redução de carga tributária de até 100%”, aponta o advogado.

E QUAL O PERÍODO IDEAL PARA SE FAZER ISSO?

O ideal é não deixar esse trabalho somente para o final ou início de ano, segundo o especialista, mas que se faça essa revisão pelo menos a cada seis meses ou sempre que houver uma alteração no faturamento da empresa, por exemplo.

“É lógico que, no final do ano, naquele período de férias coletivas, de revisão de metas para o ano seguinte, é um bom momento para que os gestores, a cúpula das organizações, tirem um tempo para pensar e avaliar o negócio. Mas o ideal é que façam isso pelo menos a cada seis meses”, comenta Weslen Vieira, sócio da Advocacia Vieira Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR.

POR ONDE COMEÇAR O PLANEJAMENTO

Segundo Vieira, que também é especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), “o planejamento deve começar pelo levantamento do faturamento, das despesas, da margem de lucro, principais operações e operações secundárias, fornecedores e o histórico para verificar se há alguma pendência tributária”, aponta. A partir daí, de acordo com ele, é possível analisar qual o regime tributário pode ser o mais adequado.

REGIMES TRIBUTÁRIOS

No Brasil há três possibilidades de enquadramento tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. “Definir o regime tributário é fundamental, como já destaquei, pode onerar mais ou menos a empresa. É preciso analisar, verificar inúmeras variáveis, como faturamento, número de funcionários, ramo de atividade etc”, explica.

Simples Nacional

O Simples Nacional, de acordo com o advogado, é um regime tributário simplificado e ideal para microempresas e empresas de pequeno porte. Atende faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Por se tratar de um recolhimento unificado e com uma menor quantidade de obrigações acessórias, se torna um regime prático, o que pode ser uma vantagem no momento da escolha.

Segundo o Portal do Simples Nacional, o ano de 2019 representou mais um recorde para este regime tributário, que encerrou o exercício com 5.098.050 optantes pelo regime simplificado dos tributos —  cerca de 71.484 empresas a mais, em comparação a 2018. Este foi o maior número desde a criação do regime.

Diferente dos outros regimes, o Simples Nacional apresenta uma tributação baseada no faturamento e não no lucro da empresa, o que pode se tornar uma desvantagem. Além disso, por se tratar de recolhimento unificado, não é possível destacar nas notas fiscais os valores pagos em ICMS e IPI, o que impede que clientes e parceiros de negócios utilizem créditos referentes aos tributos.

Há ramos de atividade, portanto, que não faz sentido o enquadramento no Simples, a exemplo das clínicas médicas. “Dependendo do tipo de serviço e como é emitida a nota fiscal, por exemplo na prestação de serviço hospitalar, poderia haver redução de mais de 100% do Imposto de Renda e da Contribuição Social caso optasse pelo lucro presumido.”

Lucro Presumido

Já no Lucro Presumido, a Receita Federal presume o lucro das empresas com base na sua receita bruta auferida no ano-calendário anterior. Esse regime tributário tem como requisito o faturamento anual de até R$78 milhões e o enquadramento da atividade empresarial nas categorias permitidas para este regime. As alíquotas variam de acordo com o objeto da atividade e o valor devido pode ser apurado de modo mensal ou trimestral.

Esse regime é mais vantajoso do que o Lucro Real por haver alíquotas menores para PIS e COFINS. Porém, pode ocorrer de a empresa ter um lucro menor que o presumido e acabar sofrendo uma tributação maior do que seria devido no Lucro Real.

Lucro Real

Por fim, no Lucro Real, os tributos incidem sobre o valor da apuração contábil do resultado, levando em conta acréscimos e deduções permitidos em lei. Os optantes podem escolher pela apuração trimestral ou anual.

Uma das vantagens é que os tributos são pagos de acordo com o resultado real da empresa, que pode isentá-las do pagamento de alguns tributos, como o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, caso tenha havido prejuízo no ano-calendário.

Como desvantagem, o regime exige maior burocracia na gestão tributária devido a sua maior complexidade e, também, maior atenção em relação ao cumprimento das obrigações acessórias – o descumprimento, por sua vez, pode gerar a incidência de multa tributária.

O advogado Weslen Vieira explica que a mudança de regime pode ser feita a qualquer época do ano. Por exemplo, se a empresa estiver no Simples e aumentou o faturamento, pode ir para o regime de Lucro Presumido. Apenas a opção de enquadramento no Simples Nacional que é feito no início do ano.

ATENÇÃO AOS REFIS

Outro ponto importante quando se fala em planejamento tributário é ficar atento aos Refis (refinanciamento de dívidas), tanto municipal, estadual ou federal. Isso porque muitas empresas podem se beneficiar dos descontos de juros e multas na hora de acertar as contas com o Fisco.

“Muitas empresas, que hoje estão com débitos, devem ficar atentas aos refis e isso tem que entrar também no planejamento tributário a ser feito”, comenta.

Inclusive Vieira chama a atenção para a possibilidade de um refis nacional, embora a equipe econômica do Governo Federal seja contrária. Ele explica que a Câmara dos Deputados decidiu dar início à tramitação de uma nova renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas.

A proposta estava parada desde maio deste ano e foi denominada Programa Extraordinário de Regularização Tributária durante a pandemia, popularmente batizada de “Refis da Covid-19”.

REFORMA TRIBUTÁRIA VEM AÍ

O advogado Weslen Vieira, que é presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB Maringá, destaca ainda que, especialmente neste ano, as empresas devem considerar em seus planejamentos a reforma tributária.

“Ao que tudo indica poderemos ter aprovada, finalmente, em 2021, a tão aguardada Reforma Tributária. E esta irá impactar, com toda certeza, a quase totalidade das empresas. Por isso, os gestores devem analisar os textos que estão em discussão hoje no Congresso e considerar mudanças de regime, no ramo de atividade, se for o caso, levando em consideração possíveis mudanças a serem trazidas pela reforma.”

Em resumo, aponta o advogado, independentemente do tamanho, ramo de atividade, situação financeira, todas as empresas devem gastar um bom tempo no planejamento tributário. E isso faz sentido ainda mais diante da situação econômica do país, em que muitas organizações passam por dificuldade financeira. Vale a pena planejar.

Fonte: Jornal Contábil

A crise afetou sua empresa? A alternativa está ao seu alcance

Diversas são as ilegalidades promovidas pelo fisco, mas que podem e devem ser expurgadas judicialmente sob o risco de comprometer a Gestão, o Negócio e seu Patrimônio!!!

É muito comum – já que real – encontrar empresários reclamando das dificuldades que enfrentam para empreender no Brasil e, principalmente, das diferenças encontradas nas condições entre a pequena/média e a Grande Empresa.

O pequeno e médio empresário no Brasil é de fato desamparado, vez que encontra barreiras e dificuldades de difícil transposição, seja em razão dos altos custos financeiros, seja pela alta carga Tributária, seja pela burocracia, seja pela complicada legislação.

Apesar das dificuldades, números apontam a grande importância e enorme significado desses empreendedores para a economia nacional.

Segundo reportagem veiculada no Jornal O ESTADÃO, as Pequenas Empresas geraram 87% das Vagas Formais de Emprego Abertas em 2018.

E conforme estudo do SEBRAE, as pequenas e médias empresas representam próximo de 27% do PIB brasileiro, 52% da mão de obra formal e mais de 40% da massa salarial.

Assim, é imprescindível que os olhares se voltem para esse nicho de mercado, como forma de alavancagem de nossa economia e retomada da redução dos índices de desemprego.

Entretanto, tendo em vista o estágio em que se encontra nosso mercado, se sairá melhor quem primeiro enxergar a necessidade de reestruturação da empresa e do alinhamento da Gestão, visando buscar negócios seguros, revisar passivo oneroso, dar sustentabilidade à estrutura e segurança aos parceiros para conquista de confiança.

Há que se considerar os custos de manter uma estrutura de Gestão com a expertise necessária para levar em frente o projeto de reposicionamento, buscando as mesmas condições encontradas nas grandes empresas, sim é possível, e trazer as experiências das grandes Organizações para implementação nas pequenas e médias empresas.

Vejamos algumas das medidas e ferramentas que devem ser utilizadas para a escalada e retomada do crescimento empresarial:

Revisão da Carga tributária

Considerando a alta carga tributária brasileira e considerando ainda nossa conturbada legislação, muito cuidado há que se determinar nesta área, pois se faz necessário sistematicamente revisão da classificação tributária da empresa,

Porque sistematicamente buscando sempre se enquadrar na menor tributação possível, de forma a permitir trabalhar com menores ou melhores margens, preços sem infringir a legislação tributária.

Planejamento Tributário

Planejamento tributário implica em trabalhar nos termos da legislação, buscando trazer o máximo de benefícios legais permitidos em Lei, visando evitar pagamentos indevidos ou desnecessários e evitando riscos de autuações.

Endividamento Tributário

A alta carga tributária frente às dificuldades enfrentadas em razão do aperto na economia, redução do faturamento, aumento de custos e redução de margens, levam a grande maioria das empresas a endividarem-se com o fisco e, em alguns casos entendendo-se inviáveis, acreditando terem acumulado dívidas impagáveis.

De outro lado, o fisco vem fechando o cerco com medidas coercitivas, como protesto, restrições, execuções, deixando o empresário sem saía.

Contudo o acesso ao Judiciário, com o fim de corrigir ilegalidades, neste caso no tocante à composição do débito tributário, é Direito do Contribuinte garantido pela Constituição brasileira. Direito esse assegurado pelo princípio da Segurança Jurídica e devidamente reconhecido pelos Tribunais Superiores já que nossa Constituição Federal assegura a segurança de que não serão violados os Direitos Adquiridos!!!

Nestes termos é direito do contribuinte discutir seu débito Tributário!! Não se pode abrir mão desse direito, como não se pode abrir mão de direito algum, posto que duramente conquistado.

Em uma economia em que a carga Tributária é absurda e incompreensivelmente maior que a margem de contribuição, muitas vezes inviabilizando a já difícil atuação de gestão da empresa, o empresário tem que buscar TODAS as ferramentas legais disponíveis para manter a saúde de sua empresa.

Diversas são as ilegalidades promovidas pelo fisco, mas que podem e devem ser expurgadas judicialmente sob o risco de comprometer a Gestão, o Negócio e seu Patrimônio!!!

Há alternativas para viabilizar a empresa devedora!!

O Débito Fiscal/Tributário pode ser reduzido em até 70% e Parcelado à razão de pequeno percentual do faturamento, de forma a ser suportado pelo Fluxo de Caixa, tornando viável o pagamento do débito e a empresa.

Ter um Bom Contador

O contador pode ser de grande ajuda, se bem utilizado, muitas informações sobre a empresa podem ser extraídas da contabilidade permitindo tomada de decisões acertadas. Ademais, boas orientações e bons serviços podem ser buscados com esse profissional.

Avaliação da Estrutura

É de muita importância que o empresário faça sistematicamente avaliação de sua estrutura, buscando encontrar ponto de equilíbrio entre receitas e despesas, mantendo a empresa sustentável.

Plano Estratégico

Conhecer suas deficiências e potencialidades, seu mercado, ter definido um plano de ação e um projeto para alcança-lo, é muito importante para a manutenção e crescimento da empresa, para isso é de suma importância que se elabore um bom, factível e sustentável plano estratégico.

Revisão de Passivo

Há que se considerar a possibilidade de, em algum momento, mas antes que seja tarde demais, elaborar uma avaliação do endividamento e, se necessário, pôr em prática um plano de revisão do passivo oneroso, como forma de revitalização, reestruturação e manutenção da empresa.

Referida revisão, não necessariamente há que ser judicial, a Assessoria deverá avaliar e eleger a melhor estratégia para chegar aos melhores resultados, pensando sempre na manutenção dos negócios e na empresa.

Revisão de Passivo Financeiro pode resultar em expressiva redução do débito e/ou reescalonamento, permitindo a manutenção da saúde financeira da empresa.

Revisão do Passivo Tributário trará benefícios surpreendentes e poderá alterar substancialmente os índices financeiros e o gerenciamento da empresa.

Aproveitar Oportunidades

Dentro do contexto do projeto de revitalização, reorganização e reestruturação da empresa, há que se estar atento às oportunidades de negócios possíveis, não se pode permitir negócios nefastos, mas também não se pode perder boas oportunidades. Muitas vezes os bons negócios existem entre os parceiros existentes, é preciso olhar atento para saber aproveitar ou recuperá-los.

Há que se ter olhar atento aos pontos positivos e negativos da operação, que muitas vezes o empresário, envolto em tantos problemas deixou passar despercebidos ou não pode aproveitar.

Neste sentido se faz necessário buscar Assessoria Empresarial e Jurídica, sim as duas assessorias e muito melhor se as duas estiverem alinhadas em uma única estrutura, pois assim trará melhor alinhamento nas decisões e maior eficácia nas medidas à se aplicar.

Para tanto, as ferramentas acima mencionadas devem ser implementadas e por profissionais experientes e capacitados em atuações nessas áreas, de forma a trazer seus conhecimentos e experiências para promover o necessário equilíbrio da empresa.

Assessoria/Consultoria Empresarial e Jurídica competente, com experiência em reestruturações e revitalizações, tem condições de avaliar os melhores caminhos, conduzindo de forma Administrativa e/ou Jurídica se necessário, de forma a preservar o maior patrimônio: a empresa, os empregos, o negócio.

Por tudo isso, considerando o potencial demonstrado das pequenas e médias empresas, mesmo com todas as dificuldades pelas quais passam em razão dos desafios a que são expostos, das desigualdades de condições em relação às grandes empresas, solução deve ser aplicada, tal como o fazem as grandes corporações, em Gestão de Passivo Financeiro e Fiscal/Tributário, Elaboração e Revisão de Contratos seja para o credor seja para o devedor, Avalição de Viabilidade Econômica e aplicação de medidas de correção de curso, de forma a promover a reestruturação e revitalização de empresas desse importante nicho de mercado.

Uma Empresa pode estar em uma das quatro possibilidades de situações Econômico-Financeiras:

Viável e Saudável > Requer Assessoria para manter-se nesta condição preservando a sustentabilidade do negócio, dos sócios e a empregabilidade de seus funcionários;

Viável mas em Dificuldade > Requer Assessoria para correção de curso: Ajustes Pontuais, perfeitamente reversível;

Viável mas em Crise Estrutural > Requer Assessoria para Recuperação Administrativa ou Judicial, ainda reversível, contudo há que tomar as precauções e medidas necessárias e a tempo de Recuperação;

Inviável > Falência: estágio que é possível evitar, buscando preventivamente e em tempo hábil Assessoria Competente.

A lei 11.101/2005 – Lei de Recuperação de Empresas e Falência, foi instituída com a finalidade de viabilizar judicialmente a recuperação de empresas em dificuldades, não espere que o Judiciário defina o destino da sua empresa, busque Assessorar-se de profissionais competentes e experientes em Assessoria Jurídico Empresarial, para mantê-lo Saudável ou enquanto há tempo de Recuperação, e se for definitivamente necessário ingressar com a Recuperação Judicial, que seja definida e planejada por você!

“De tantos solavancos da economia, nós brasileiros já somos especialistas em turbulência de mercado, assim, qualquer crise pode ser superada, se a empresa estiver bem Assessorada.”

Fonte: Contábeis

O planejamento tributário tem como principal objetivo o de revisar a atual carga tributária e seu regime tributário, visando  redução de custos, aumento de caixa e adequação tributária com o tipo de operação, mas ainda assim, muitos negócios desconhecem como devem proceder no que se refere à gestão tributária.

Em tempos difíceis para a economia do Brasil e do mundo, o planejamento tributário pode ser uma das ações para manter a empresa no mercado.

Muitas organizações sofrem com o nível de tributação sobre as empresas e pessoas físicas no Brasil, que chega até mesmo a inviabilizar muitos tipos de negócios. Muitas organizações podem vir a quebrar por conta das elevadas dívidas fiscais, sendo que nem mesmo as renegociações são capazes de reverter uma crise.

O consultor empresarial e diretor da T4 Consultoria, Marcelo Viana, explica que o planejamento tributário, com a recuperação de impostos, aproveitamento de crédito de despesas de serviços não considerados no diagnóstico tributário (Pis, Cofins, IPI, ISS, IRF, PCC, IRPJ, CSLL, ICMS  e IRRF), se torna uma necessidade vantajosa para as empresas.

Vale destacar que no Planejamento Tributário, não se pode deixar de lado o diagnóstico previdenciário, que visa a recuperação de encargos sociais e redução da contribuição destinadas a terceiros, lançadas no cálculo do INSS. Imagina então apurar tais benefícios de redução no recolhimento de impostos e geração de caixa sobre valores recolhidos dos últimos 5 anos!

“O planejamento tributário na redução da carga tributária, no recolhimento de menos impostos e aumento de caixa e isso de maneira legal, se utilizando da interpretação da legislação fiscal”, acrescenta o especialista.

Segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), no Brasil, aproximadamente 33% do faturamento empresarial é destinado ao pagamento de tributos. O que esses dados revelam é que é fundamental que os negócios adotem um sistema de economia legal. O planejamento de tributos é tão importante quanto os demais planejamentos financeiros em uma empresa.

O planejamento tributário para empresas também pode ser chamado de elisão fiscal ou economia legal. Há duas maneiras de elisão fiscal.

  • Decorrente da própria lei;
  • Resultado de lacunas e brechas existentes na própria lei.

A elisão decorrente da lei é quando a própria legislação induz à economia de tributos. Incentivos fiscais, por exemplo, representam a elisão induzida por lei. Outro importante exemplo são os Incentivos à Inovação Tecnológica (Lei 11.196/2005).

Já a elisão decorrente de lacunas e brechas existentes na própria lei se caracteriza por aqueles negócios que optam por um planejamento que gere menor ônus tributário, se utilizando de brechas na lei em que não haja proibição e que possibilitem a redução de tributos dentro da própria lei.

Planejamento Tributário para empresas – O momento certo

Uma das dúvidas entre muitos negócios é sobre qual o melhor período para o planejamento tributário e a recuperação de impostos. Segundo Viana, o melhor momento é agora:

“Quando a empresa se encontra em condições de reduzir a carga tributária com impostos e contribuições federais é o momento, ou seja, o quanto antes melhor. Vale ressaltar que esse é um contexto dos negócios dentro do regime do Lucro Presumido e Lucro Real”, esclarece.

A redução da carga tributária é uma maneira que muitas empresas encontram, inclusive, para sair de uma crise. Essa é uma alternativa dentro da lei que possibilita aos negócios devolver ao caixa, montantes que possam até mesmo impulsionar as suas finanças.

A recuperação de crédito tributário é realizada via minuciosa revisão tributária, com o levantamento de todas as informações detalhadas. Após a análise técnica, é possível apontar os créditos que precisam ser recuperados, em um caso em que tenham sido pagos de maneira indevida.

“No caso de ocorrências, a empresa pode solicitar a recuperação de crédito tributário por via administrativa, através do Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e a Declaração de Compensação (PER/DCOMP). O valor passível de recuperação já sofre a atualização de acordo com a taxa Selic”, explica Viana.

O planejamento tributário e a recuperação de impostos são mais vantajosos às empresas do regime tributário de Lucro

Presumido e Lucro Real: “Por conta do aproveitamento de créditos como ICMS, IPI, PIS e COFINS e despesas que podem ser tratadas como redutoras da base de cálculo do PIS e COFINS”, acrescenta o especialista.

Empresas públicas e privadas, independentemente do porte, podem se beneficiar da redução da carga tributária.

“Um diagnóstico é realizado para o levantamento de casos que possam ter como consequência a recuperação de créditos”, acrescenta o consultor.

Dentre os principais benefícios da recuperação tributária, estão:

  • Identificação de falhas que podem ser corrigidas para minimizar riscos de autuações e multas;
  • Ajuste da carga tributária, já que identifica o que deve ou não ser pago pelo contribuinte;
  • Melhoria no geral da gestão financeira do negócio.

Uma empresa no Brasil pode ser enquadrar no Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido, sendo os dois últimos regimes tributários os mais beneficiados. Trata-se de uma decisão realizada todo ano e que definirá quais impostos devem ser recolhidos e como os procedimentos ocorrerão.

“Essa escolha deve partir da análise da realidade da empresa, para isso, pode ser essencial o apoio de um especialista com pleno conhecimento sobre a legislação e que saberá como orientar a empresa à melhor decisão”, conclui.

Marcelo Viana – Diretor da T4 Consultoria, especialista em finanças empresariais. Possui experiência de mais de 20 anos em Controladoria e Administração Financeira, tendo atuado em cargos executivos em inúmeras empresas como: Carrefour, Grupo Itavema, Grupo Vigorito, etc.

Fonte: Jornal Contabil

Entenda como ter os impostos de sua holding reduzidos para 11,33% com a ajuda de um ótimo planejamento tributário!

Se você quer realmente economizar com impostos, precisa tomar uma atitude agora mesmo, ou estará apenas jogando o seu dinheiro no lixo.

Apesar de não querer te deixar em desespero, esse é um alerta pelo bem do seu futuro e o de sua holding, afinal, temos certeza que a sua última intenção é falir a si próprio, não é mesmo?

Sendo assim, é necessário que você olhe para o futuro desejado para a sua empresa e comece a traçar o melhor caminho para chegar até os objetivos estabelecidos.

Mas como?

Sim, sabemos que não é assim tão simples quanto falar “você consegue” e, do dia para noite, o seu empreendimento se torna o fator que mais movimenta a roda da economia do país… Mas é preciso estabelecer metas desde já!

Então, se o seu desejo é conquistar o seu lugar ao Sol no mercado de trabalho, e ainda usufruir das melhores condições disponíveis para o seu caso específico, vamos falar sobre o planejamento tributário, e como o contador pode ser a figura que mudará o cenário de sua empresa da água para o vinho!

E então, vamos lá? Boa leitura!

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Qual a importância de realizar um planejamento tributário?

Vamos ser sinceros: nenhum empreendimento que, de fato, queira crescer e atingir marcas ambiciosas, sobrevive muito tempo sem um planejamento tributário, afinal, é um assunto que influencia diretamente a empresa, desde a abertura até a perpetuação no mercado – ou falência…

Então, se o empreendedor realmente quer que o seu negócio permaneça deixando sua marca, não pode dispensar esse aspecto, muito menos deixá-lo em mãos que não entendem a complexidade do seu empreendimento.

Como reduzir os impostos de minha holding para 11,33% com um planejamento tributário eficiente?

Então, vamos ao que você realmente quer saber: como o planejamento tributário pode reduzir os impostos de sua holding de 27,5% para 11,33%!

Não, não é milagre algum, apenas as habilidades de análise de um profissional contábil em ação!

Com o auxílio de um contador, o planejamento tributário pode detectar cenários mais vantajosos para exercer sua atuação com menos incidência de tributos a prestar, menores taxas e evitar multas ou juros por esquecimento ou negligência – mesmo que acidental – de suas obrigações.

Portanto, se você ainda atua como pessoa física, sabe que em seu Imposto de Renda (IR) para uma receita anual de, por exemplo, R$ 240.000,00, os tributos serão 27,5% desse valor.

Porém, se você escolher atuar com um CNPJ optante pelo regime do lucro presumido, terá os tributos em 11,33% do mesmo valor, ou seja, a diferença de 16,17% entre as taxas pode gerar uma economia de R$ 38.808,00 em impostos!

Se você está buscando um serviço contábil de qualidade para sua holding…

Nada melhor do que ter a ajuda profissionais especializados em suas atividades para dar conta de qualquer recado que sua holding precisar!

Nós, da WR Contabilidade, além de especialistas nos serviços contábeis para sua holding, temos a segurança de possuir mais de dez anos de experiência de mercado, tudo para potencializar os resultados que vamos entregar à você e, assim, te ajudar a alcançar os seus sonhos!

Entre agora em contato conosco e entenda o que um serviço de excelência pode proporcionar ao seu futuro!

Saiba mais sobre os surpreendentes resultados que serão alcançados se o seu negócio começar a aplicar agora mesmo um planejamento tributário eficiente!

Para gerenciar uma empresa, um líder precisa estar disposto a usar a mente para pensar. E não estamos falando apenas para analisar os números e ler os diversos documentos que ficam sobre a sua responsabilidade, afinal, todos os chefes fazem esse processo.

Porém, mais que um chefe, você é empreendedor, sendo assim, possui uma visão para além do que está contido no presente, e a estaticidade de uma situação não abarca o movimentos que está correndo pelas suas veias – é preciso fazer mais!

Todavia, um fato é: o tempo corre e, o fato dele não parar de correr quer dizer que ele não está ao seu lado. Então, seu negócio depende de você para prosperar, e as medidas mais importantes da trajetória para o sucesso precisam ser tomadas agora, caso contrário, isso pode custar seus próprios sonhos de crescimento.

Mas não se preocupe, para enfrentar esse adversário grande, é preciso contar com um time de gigantes ao seu lado e, por um acaso, você acabou de encontrar. Se não deseja ficar entre a cruz e a espada para conseguir a prosperidade que você merece, venha com a gente, confira o que é um planejamento tributário e logo logo falaremos mais sobre o que ele pode significar para concretizar o futuro que sempre quis – com a ajudinha de uma contabilidade capaz de levar o seu empreendimento para conquistar o mundo.

E então, vamos lá? Boa leitura!

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O que é um planejamento tributário?

O planejamento tributário pode ser definido como um método eficaz para reduzir significativamente os custos fiscais de sua empresa – e ainda estar dentro da legalidade, é claro.

Mas como isso é possível?

Com a ajuda de profissionais contábeis qualificados, uma análise pode ser feita sobre os tributos que seu empreendimento é encarregado de prestar para os órgãos fiscais do Governo e, assim, verifica-se a possibilidade da execução de negociações para que os impostos providos possam ter uma ou mais parcelas com valor diminuído em relação à quantia original, ou até mesmo zerar a taxa, tudo isso, sem que nenhuma lei seja descumprida.

Entenda qual a importância de realizar um planejamento tributário eficiente para sua empresa e potencialize os seus resultados!

Como foi visto anteriormente, o planejamento tributário não é apenas uma ferramenta capaz de poupar com gastos os de tributações fiscais do seu empreendimento, mas até mesmo anulá-los! Então, imagine-se com esse serviço ao seu alcance, o que não pode ser, finalmente, conquistado a partir desse processo?

Sendo assim, os objetivos que foram constantemente adiados por falta de finanças para concretizá-los podem ver uma luz no fim do túnel, e a esperança de potencializar sua gestão e crescer juntamente com sua empresa torna-se um objetivo mais palpável.

Portanto, se essa ideia é a sua mais nova meta, não deixe que vire um pesadelo para você! Conte com a ajuda de profissionais contábeis capacitados para fazer com que não haja nenhuma transgressão da lei e, além disso, encontre todas as oportunidades que o seu negócio esteve esperando para dar um salto direto para o sucesso.

Então, não perca mais nem um segundo sequer! Entre em contato com a gente, temos contadores incríveis a sua disposição para fazer com que o seu sonho de empreendedor seja sua realidade permanente!

Compreenda o que é a redução de impostos e saiba como fazer da maneira certa para mudar de uma vez por todas o rumo do seu empreendimento!

Todos sabemos muito bem que o Brasil é uma dos países com a maior carga tributária do mundo. Dessa forma, é necessário ter mente que, cada vez mais, tem sido dificultado o ato de empreender, afinal de contas, um empresário desembolsa cerca de um terço de seu faturamento somente com o pagamento de impostos.

Dessa maneira, é indispensável conhecer maneiras de diminuir os impostos para que seja possível fazer com que seu empreendimento tenha maiores chances de alcançar o sucesso, bem como para que você consiga “ver a cor do dinheiro” que ganha. 

Contudo, para que essa estratégia seja implementada da maneira correta, é de suma importância conhecer suas particularidades, assim como compreender os limites legais que, em hipótese alguma, deverão ser ultrapassados. 

Então, pensando na sua necessidade, resolvemos escrever este artigo para que você consiga compreender o que é a redução de impostos e, é claro, o seu funcionamento.

Vamos lá?

Boa leitura! 

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O que é a Redução de Impostos?

Em suma, a redução de impostos é uma prática legal feita por profissionais do ramo contábil em benefício de empreendimentos que encontram a necessidade de diminuir a sua carga tributária. 

Contudo, é de suma importância ter em mente que a redução de impostos não é uma tarefa tão simples de fazer como parece. Afinal de contas, muitos são os que pensam que, para diminuir a carga tributária de um empreendimento, basta apenas parar de contribuir com os tributos devidos. Sendo assim, é relevante ressaltar o fato de que tentar a redução de impostos dessa maneira, pode – e provavelmente vai – acabar gerando multas e até mesmo problemas mais graves, como, por exemplo sanções fiscais.

Visto isso, a redução tributária de uma empreendimento é feita por um profissional qualificado do ramo contábil que tem total ciência das necessidades apresentadas pela sua empresa, de acordo com as particularidades apresentadas. 

Dessa maneira, para que seja possível fazer a redução de impostos, o profissional deverá seguir o seguinte caminho:

  • Captação de informações sobre a empresa;
  • Planejamento Tributário;
  • Análise da incidência de pagamento das obrigações cabíveis à corporação;
  • Escolha do regime tributário mais adequado ao empreendimento.

Destarte, agora que você compreende o que é a redução de impostos e qual caminho é necessário seguir para que possa desfrutar dela em seu negócio, chegou a hora  de conhecer algumas especificidades desta estratégia.

Como a carga tributária pode afetar uma empresa?

Antes de compreender como a redução de impostos é mais do que benéfica para o seu negócio, é muito importante conhecer sobre a maneira como ela afeta um empreendimento.

Sendo assim, faz-se necessário destacar o fato de que a carga tributária consome cerca de 33% do faturamento de empresas brasileiras. Ou seja, devido ao fato de a crescente taxa de impostos representar cerca de ⅓ do faturamento de um negócio, isso gera enormes dificuldades para o empresário, uma vez que muitas companhias fecham a porta devido ao fato de não conseguirem arcar com tais responsabilidades em dia.

Dessa maneira, a redução de impostos ajuda a diminuir a incidência de algumas obrigações impostas para toda e qualquer empresa. Para além disso, a redução de impostos agrega mais uma vantagem ao empreendedor: a certeza de não ser cobrado posteriormente pelos impostos deduzidos, uma vez que todo o processo tenha ocorrido dentro da legalidade e de maneira correta. 

E então, o que achou das informações? Foram úteis?

Lembre-se: caso queira colocar o seu empreendimento nos eixos e fazer com que ele caminhe rumo ao sucesso sem se deparar com problemas, bem como conseguir a redução de impostos da maneira correta, entre em contato conosco! É sempre um enorme prazer poder ajudar!

Contabilidade no lucro real… você sabe a importância e como o lucro real pode ser benéfico para você e seus negócios?

Vantagens da contabilidade no lucro real

De todas as tributações que existem, a do lucro real é uma das mais justas, porque vai ao encontro da realidade de faturamento da empresa, levando em consideração assim, a situação do balanço contábil entre lucros e prejuízos. 

Outro ponto é que há chances de se poder compensar prejuízos fiscais, podendo ter acesso assim, aos créditos fiscais, reduzindo e até mesmo suspendendo os recolhimentos da CSLL e do IRPJ, por exemplo, o que traz grandes vantagens, concorda?

No sentido do planejamento tributário existe também maior flexibilidade, do que nos demais regimes.

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Quem pode optar pelo Lucro Real?

  • Toda empresa que possuir receita bruta anual maior do que 78 milhões é obrigada a adotar o Lucro Real como regime de tributação;
  • Bancos comerciais, empresas de crédito, de investimentos ou financiamentos;
  • Sociedades de crédito imobiliário;
  • Sociedades corretoras de títulos, de câmbio ou ainda de valores mobiliários;
  • Empresas de arrendamento mercantil;
  • Cooperativas de créditos;
  • Empresas de seguro privados;
  • Entidades privadas da previdência aberta;
  • Empresas e negócios que possuírem rendimentos, lucros ou ganhos que são provenientes do exterior;
  • Empresas que possuem benefícios fiscais ou são isentas de impostos e ainda que possuem redução de impostos;
  • Empresas que exploram atividades de prestação cumulativas ou ainda com serviços creditício, mercadológico, de gestão de crédito, seleção e risco, administração de contas a pagar e receber, de compras de direitos creditórios, entre outros;
  • Além de todas essas empresas, qualquer outra que deseje optar pelo lucro real, pode optar por esse regime, já que ele é um dos mais justos concernente à realidade do negócio. 

Certamente é necessário e se faz jus, contar com um planejamento tributário, para que assim, a empresa esteja segura e resguardada de quaisquer problemas e infortúnios por má gestão e desconhecimentos do sistema tributário. 

Quais são os impostos a pagar com o lucro real?

  • IRPJ no lucro real – se trata do imposto de renda de pessoa jurídica, que tem alíquota de 15% sobre o valor real do lucro líquido, e que nos casos de haver excedência de 20 mil ou 60 mil no trimestre, se deverá adicionar mais 10%. 
  • CSLL no lucro real – que se trata da contribuição social sobre o lucro líquido, onde a alíquota é de 9% sobre o lucro líquido da empresa. 
  • PIS no lucro real se trata do programa de integração social, onde não é cumulativo e possui alíquota de 1,6%.
  • ISS no lucro real – pode haver variação de acordo com o município e se trata do imposto sobre serviço, podendo ter de 2 a 5% der acordo com o serviço prestado e não com o faturamento. 
  • COFINS no lucro real – se trata da contribuição para financiamento da seguridade social e não é cumulativa, tendo a alíquota de 7,6%. No entanto, é bom destacar aqui que ambos PIS e COFINS possuem possibilidade de serem deduzidos de algumas despesas, a depender de regras e situações, é por isso que é bom poder contar com uma contabilidade que realmente entenda desse assunto. 
  • ICMS no lucro real, não é aplicado em todos os tipos de empresas e deverá seguir as normas de apuração de acordo com o Estado. 
  • INSS no lucro real por sua vez, é recolhido por meio do pró-labore e da folha de pagamento da empresa. 

Assim sendo, fica evidente as vantagens e diferenciais de se fazer uso da contabilidade no Lucro Real. 

Portanto, se precisa de ajuda, clique abaixo!

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