Gestão financeira: Vantagens e desafios do PIX para pequenos e médios empreendedores

Dinheiro, cheque, cartão de crédito, débito, aplicativos no celular e, agora, transações instantâneas por chaves digitais.

Essa é a realidade que os varejistas brasileiros precisam encarar desde 16 de novembro de 2020.

A data marca a entrada oficial do PIX, sistema de pagamento digital criado pelo Banco Central do Brasil.

Com a promessa de agilizar a transferência financeira, ele surge como alternativa interessante aos usuários, mas também como motivo de preocupação para os empresários.

Ainda há muitas dúvidas sobre o impacto que esta ferramenta pode trazer para o caixa dos pequenos e médios lojistas.

As diversas pesquisas sobre o tema mostram esse paradoxo que o PIX ainda representa no país.

Enquanto um levantamento conduzido pelo Banco BS2 com o painel OpinionBox mostra que 73% dos brasileiros bancarizados pretendem utilizar este sistema em seu dia a dia, um estudo conduzido pela Stone, empresa de pagamentos, mostra que 77% dos empreendedores não se sentem preparados para adotar este recurso.

Ou seja, a expectativa de uso dos usuários cresce na mesma proporção das dúvidas que os lojistas têm sobre a viabilidade dessa operação em seus negócios.

É preciso entender que se trata dos dois lados da mesma moeda.

O PIX, evidentemente, pede boa gestão financeira – afinal, a facilidade transacional que proporciona pode fazer com que muitos caiam na tentação de não dedicar tempo ao necessário controle.

Ele pode trazer uma série de benefícios aos PMEs, como segurança com menos dinheiro “vivo” em trânsito, praticidade e disponibilidade dos recursos.

O fluxo de caixa também tende a melhorar porque a transferência é imediata, inclusive em fins de semana, enquanto os meios atuais e tradicionais de pagamento (exceto cédulas) têm data do recebimento postergada para o próximo dia útil.

Assim, o negócio que souber explorar as funcionalidades do PIX terá vantagem operacional na gestão do negócio com a disponibilidade mais rápida dos recursos e, eventualmente, a redução de custos devido a empréstimos e crédito para o fluxo de caixa.

Do ponto de vista comercial, há ganho na logística com a confirmação mais rápida do pagamento e a liberação rápida do pedido no caso de compras virtuais – ainda que não deva reduzir significativamente o prazo de entrega.

No conjunto da obra, o PIX desencadeia uma série de vantagens que traz mais recursos e proporciona maior economia.

É claro que isso não virá da noite para o dia – tampouco sem uma preparação adequada dos gestores.

Como citado anteriormente, o PIX ainda suscita muitas dúvidas.

Ainda há discussão quanto ao custo e como será cobrado, mas já há o entendimento inicial de que haverá custo para pessoa jurídica que receber recursos.

Logo, é preciso equilíbrio no caixa para que essa taxa a mais seja diluída de forma adequada nos ganhos proporcionados.

O mercado observa diversas instituições adotando um caminho parecido com o cartão de débito, em que é cobrado um percentual do valor transacional (o MDR), mas outras apostam em um custo fixo independentemente do valor que está sendo transacionado.

Em todo o caso, o PIX já está em jogo – cabe aos varejistas se prepararem de forma adequada e competirem com esse novo recurso.

Não há mais espaço, por exemplo, para a prática de preços diferenciados de acordo com o meio de pagamento (como muitos faziam até recentemente com as vendas em dinheiro e em cartão).

O avanço da tecnologia trouxe mais facilidades e remodelou os hábitos e comportamentos dos consumidores, ressignificando o varejo como um todo.

O mundo mudou e está cada vez mais digital – inclusive na forma de comprar e pagar.

Fonte: Jornal Contábil

Terão direito ao benefício, que será pago por até três meses, trabalhadores informais, desempregados, MEIs e contribuintes individuais do INSS, que cumpram requisito de renda média.

A Caixa Econômica Federal disponibilizou nesta terça-feira (7) o site e o aplicativo por meio do qual informais, autônomos e MEIs podem solicitar o auxílio emergencial de R$ 600.

O aplicativo deve ser usado pelos trabalhadores que forem Microempreendedores Individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro e contribuintes individuais do INSS. Aqueles que já recebem o Bolsa Família, ou que estão inscritos no Cadastro Único, não precisam se inscrever pelo aplicativo. O pagamento será feito automaticamente.

A Caixa também disponibilizou o telefone 111 para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o auxílio emergencial. Não será possível se inscrever pelo telefone, apenas tirar dúvidas. Na manhã desta terça, o G1 tentou contato, mas o sistema estava indisponível.

O benefício será pago a trabalhadores informais, autônomos e MEIs.

Será preciso se enquadrar em uma das condições abaixo:

  • ser titular de pessoa jurídica (Micro Empreendedor Individual, ou MEI);
  • estar inscrito Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal até o último dia dia 20 de março;
  • cumprir o requisito de renda média (renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, e de até 3 salários mínimos por família) até 20 de março de 2020;
  • ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social.

Além disso, todos os beneficiários deverão:

  • ter mais de 18 anos de idade;
  • ter renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50);
  • ter renda mensal até 3 salários mínimos (R$ 3.135) por família;
  • não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
  • A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Fonte: G1

Saiba mais sobre uma holding familiar e a melhor escolha para sua tributação!

Se você acha que a holding está restrita a grandes corporações, vamos começar a rever esses conceitos. Para começar, precisamos entender o que é o holding. 

Holding é um termo, provindo do inglês, que significa manter, segurar.

Sua ideia inicial era formada para grandes empresas, para unir diversas atividades e patrimônios sob uma mesma pessoa jurídica. 

Porém, hoje existem outras formas de holding, e uma delas é a familiar.

No caso da holding familiar, não é muito diferente. Vários patrimônios, ao invés de estarem 

registrados sob um cadastro de pessoa física, podem ser registrados como pessoa jurídica  e ter, assim, alguns benefícios fiscais e financeiros.

Desta forma, os ativos e patrimônios dessa família fariam parte de uma empresa e estariam mais protegidos, sendo controlados por pessoas físicas, como participações societárias. Os familiares fariam a organização administrativa dos bens e direitos da família.

Outro grande benefício da holding familiar é a redução da tributação que incide sobre aqueles bens.

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Veremos adiante o por que esse benefício é realmente válido

Vamos supor que um casal com quatro filhos tenha negócios e bens imobiliários e, em determinado momento, esse casal venha a falecer. A divisão desses bens seria feita, naturalmente, via testamento ou inventário, sendo cobrado o imposto ITCMD (Imposto de Transferência Causa Mortis e Doações).

Ainda, para a declaração do imposto de renda, a tributação, ou seja, o recolhimento de impostos seria bastante pesado, cerca de 27,5%.

Quando é criada uma empresa, todos esses bens podem ser subscritos no empreendimento.

Uma vez propriedade de uma pessoa jurídica, a tributação tende a ser bem menor. 

O imposto de renda, por exemplo, recolherá bem menos por esses bens imobiliários do que recolheria se eles fossem declarados como propriedades de pessoa física.

No caso do imposto de renda ser tributado como lucro presumido, por exemplo, a tributação é de 15%.

Indiscutivelmente mais viável

Na possibilidade de divisão desses bens, o processo também seria bem mais fácil, pois seriam feito via transferência de cotas sociais.

Dessa forma, antes do desligamento dos fundadores ou líderes dessa empresa familiar, já terá definido a divisão de cotas que será feita e de sucessão – caso haja – na liderança da empresa, evitando conflitos de interesses entre as partes.

Não fique com dúvidas

O assunto é bastante amplo, com especificidades em cada caso, mas em termos gerais, o holding familiar é uma grande vantagem na hora de calcular a tributação a ser paga por bens de valor que a sua família possa ter.

Se ainda assim você tem dúvidas sobre o quão vantajoso pode ser escolher o holding familiar para incluir os bens de sua família, e quer uma explicação mais detalhada, nós, da WR, estamos à disposição para esclarecer e mostrar para você os caminhos mais práticos para adotar o holding familiar e, assim, reduzir drasticamente a tributação que incidirá sobre seus bens.