Micro e pequenos negócios: Conheça 3 dicas para acelerar sua empresa

Empreender é desafiante e ao mesmo tempo é preciso pensar nas várias etapas do negócio para que tenha um crescimento sustentável.

Acelerar micro e pequenas empresas através da transformação digital pode ser a saída para que o negócio alcance maior público e faça ainda mais vendas no mês.

Como acelerar micro e pequenas empresas?

Acelerar micro e pequenas empresas significa basicamente duas coisas: conquistar novos mercados e vender mais.

Toda empresa inicia suas atividades num mercado inicial, que pode ser o seu bairro, sua região ou cidade.

Porém, somente as grandes empresas ampliam o seu raio de atuação e se libertam da dependência exclusiva de um único tipo de cliente.

3 dicas para acelerar sua empresa

1. Conheça seus concorrentes

Nenhuma empresa conquista um novo mercado sem bater de frente com os concorrentes.

Por isso, para acelerar micro e pequenas empresas é preciso começar com a expansão para um novo perfil de clientes de forma detalhada.

Um exemplo de estudo de concorrência e crescimento de mercado é o planejamento estratégico da líder de transporte urbano Uber.

2. Não descuide da gestão financeira

O crescimento da empresa demandará que a casa esteja em ordem.

Nenhuma empresa com problemas financeiros, falta de controle de caixa ou gestão ineficiente terá um desenvolvimento saudável e de longo prazo.

Antes de pensar em crescer faça a parte burocrática e cuide de suas contas.

Tenha um rigoroso controle de gastos e entradas, um estoque enxuto e uma boa negociação com os seus fornecedores.

É fundamental ainda ter uma reserva financeira, criada ao longo do tempo de operação de sua empresa, destinada apenas para investimentos em aceleração de crescimento.

3. Destaque-se no mercado

O segredo infalível para acelerar micro e pequenas empresas não é uma fórmula mágica.

Nenhuma empresa cresce se não se diferenciar.

Nada atrairá mais clientes e consolidará a empresa no mercado se não for um produto ou serviço diferenciado.

Para isso ouça seu cliente, veja o que as pessoas realmente precisam e não crie apenas mais um produto, mas sim soluções.

Empresas inovadoras estão sempre adiante e possuem taxas de crescimento acima da média.

A regra é estar atento ao mercado e ser capaz de converter a demanda dos consumidores em serviços de qualidade.

Principais aceleradoras no mercado

Hoje, existem diversas entidades criadas justamente com o objetivo de auxiliar empresas a atravessarem esse momento crítico que é o início de sua operação – estamos falando das aceleradoras.

Veja 4 delas:

1. ACE

Foi eleita três vezes consecutivas a melhor aceleradora da América Latina, pelo LatAm Founders, e é considerada a maior aceleradora do país.

2. Artemisia

A Artemisia é uma organização de fomento dos negócios sociais.

Ela tem um programa de aceleração de empresas com duração de seis meses.

Os empreendedores selecionados são desafiados a testar modelos de negócio – operacionais e de receita – e refinar o impacto social de sua solução em um ambiente de cocriação e colaboração com outros empreendedores, mentores, parceiros e investidores da rede Artemisia.

3. Baita

A Baita é uma aceleradora de base tecnológica que trabalha com startups que possuam tecnologias inovadoras em suas áreas de atuação.

4. Liga Ventures

A Liga Ventures é uma aceleradora focada em conectar e gerar negócios entre startups e grandes corporações, através de programas de aceleração temáticos, aceleração de startups internas, programas corporativos de aceleração e sessões de startup matching.

Hoje, desenvolve iniciativas de engajamento com startups para grandes empresas, como Porto Seguro (Oxigênio Aceleradora), AES Brasil, Embraer, Intel, Mercedes Benz, Eaton, Tivit, Ticket Log, Sascar e Webmotors.

Empresas aceleradas que deram certo e resultado

1. Nubank

Nubank está inserida em um dos setores mais prósperos do mercado, mas também com uma forte concorrência: os bancos digitais.

Nos últimos anos, diversas novas startups surgiram nesse segmento.

Criada por David Vélez, em 2012, a Nubank foi pioneira nacional no ramo de serviços financeiros de crédito e banco digital.

A missão da empresa é oferecer uma possibilidade de serviços bancários para os clientes, com isenção de todas as tarifas, ação que revolucionou o mercado financeiro.

Em 2018, a startup alcançou o seu primeiro bilhão de dólares, tornando-se a quarta empresa brasileira a alcançar o status de unicórnio.

Nesse mesmo ano, foi avaliada em US$ 4 bilhões de dólares e atingiu a marca de cinco milhões de clientes

2. Descomplica

Este é um case real de uma startup que foi criada pelo simples desejo de ajudar.

Descomplica é hoje a maior plataforma de educação online do Brasil.

Criada em 2011, pelo professor de física Marco Fishben, o objetivo do projeto era dar aulas divertidas para seus alunos.

Com foco no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a empresa tem diversos professores em seu quadro de funcionários, atuando também com aulas preparatórias para cursos de pós-graduação, concursos públicos e até o exame da Ordem de Advogados do Brasil (OAB).

A startup foi escolhida pela revista americana Fast Company como a terceira empresa mais inovadora da América Latina e a primeira do Brasil.

Além disso, ultrapassou a marca de 32 milhões de visitantes e já recebeu mais de US$ 13 milhões de dólares em aportes de investidores.

3. Magazine Luiza

A primeira unidade da Magazine Luiza surgiu depois que o casal Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato adquiriram uma pequena loja de presentes denominada “A Cristaleira”, em 1957.

Logo na sua inauguração, os donos criaram projetos de expansão e abriram unidades em outras cidades.

Entretanto, essa rede varejista conseguiu um amplo destaque no mercado quando começou a investir em tecnologia.

A empresa foi uma das primeiras do ramo a implementar um sistema eletrônico em seus pontos de venda (ainda em 1981). Além disso, ela foi pioneira na venda online, no ano 2000.

De acordo com suas próprias informações, suas vendas atingiram R$5,9 bilhões no quarto trimestre de 2018 e o seu aplicativo de vendas tem mais de 26 milhões de downloads.

4. Localiza Hertz

Localiza era uma pequena agência de aluguel de carros em 1973, e seus quatro fundadores compraram seis fuscas usados a crédito para iniciar o negócio.

Seus gestores não se assustavam com recessões financeiras, já que abriram sua primeira filial no ano de 1979.

Para se tornar gigante como é atualmente, foi aplicada a seguinte estratégia de expansão: aquisição de pequenos concorrentes e investimento no franqueamento das lojas.

Hoje, a Localiza é parceira da Hertz, outra grande locadora de veículos e conta com 570 agências espalhadas em 7 países, com uma frota de mais de 185 mil veículos.

5. Cacau Show

Cacau Show foi criada por Alexandre Tadeu da Costa, em 1988, e o fundador usava apenas um fusca para realizar todas as suas entregas.

Ele começou com uma dívida de 500 dólares para suprir as primeiras demandas e hoje, fatura mais de R$2,4 bilhões de reais.

A partir do ano de 2004, o gestor fez um plano de expansão por meio de franquias.

Até o ano de 2009, a Cacau Show teve uma média de 25 unidades inauguradas por mês, sendo que hoje ultrapassa a marca de 1.500 lojas no país.

6. Imaginarium

Imaginarium nasceu em 1985, quando uma arquiteta e um médico começaram a produzir artigos natalinos na garagem da própria residência.

O objetivo do casal era de acompanhar de perto o crescimento de suas filhas e abandonar a intensa rotina de trabalho que viviam.

Desde o começo da empresa, os seus produtos eram bastante criativos e ganharam a atenção dos vizinhos.

Com o transcorrer do tempo, eles conseguiram chamar mais a atenção do público, profissionalizaram a produção e, em pouco tempo, seus bens passaram a ser comercializados em massa nas grandes lojas do ramo.

No ano de 1991, a família se mudou para Florianópolis e criou a Imaginarium.

Em apenas 4 anos a organização já tinha 15 franquias no país.

Hoje, ela tem 192 lojas e é referência no seu mercado de atuação.

Aceleração de negócios

Se você chegou até aqui, já percebeu que acelerar micro e pequenas empresas pode trazer mais visibilidade e alcance para os negócios.

Pensando nisso, a melhor saída sempre será planejar e realizar todos os processos, desde a abertura até às estratégias de crescimento de maneira organizada.

Dessa forma, os resultados com certeza serão mais efetivos.

Fonte: Jornal Contábil

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WhatsApp Business API: Cuidados para não ser banido do aplicativo

O número de empresas que adotou o uso do WhatsApp nos negócios só cresce! No entanto, é importante saber o riscos em utilizar esse aplicativo de forma ilegal. Marcos Abellón fala mais sobre o tema e os cuidados para não ser banido do aplicativo.

Infinitas possibilidades do WhatsApp Business são capazes de animar empresas de todos os tamanhos. Mas é preciso tomar cuidado com sua implantação.

O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do mundo e suas estatísticas são igualmente impressionantes. Com mais de 5 bilhões de instalações apenas na Google Play Store, são cerca de 2 bilhões de usuários mensais, sendo 5 milhões deles usuários da plataforma WhatsApp Business.

O Brasil é o segundo maior mercado mundial, ficando atrás apenas da Índia. Segundo do SEBRAE, a versão Business está presente em 72% dos micro e pequenos negócios.

Fundamental para os empreendimentos brasileiros, o aplicativo ganhou ainda mais importância a partir da pandemia. Com as portas físicas fechadas os comerciantes descobriram no aplicativo uma excelente maneira de continuar trabalhando, minimizar os prejuízos e fazer a economia girar.

E os consumidores responderam da melhor forma possível. Acostumados a utilizar o WhatsApp para conversar com amigos e a família, foi mais do que natural começar a fazer pedidos, tirar dúvidas e ser atendido das mais diversas formas.

O interessante é que a plataforma é super aberta aos diversos tipos de utilizações – inclusive inovações como a possibilidade de realizar treinamentos, aplicar provas, posicionar sobre o andamento de encomendas e utilizar como uma agenda virtual, marcando consultas e reuniões.

Isso leva o WhatsApp a ser adotado por outros tipos de negócios que inclusive podem nem lidar com vendas diretas, como os de Educação, Logística e Saúde, entre muitos outros.

As infinitas possibilidades são capazes de animar empresários de todos os tamanhos, principalmente pelo custo acessível, mas acende a luz amarela para uma importante questão: é preciso tomar muito cuidado com a sua implantação.

Todos os recursos citados acima são possíveis a partir do uso da API do WhatsApp Business. Sigla para Application Programming Interface, que significa em tradução para o português Interface de Programação de Aplicativos, a API conecta os sistemas da empresa (que contém as informações necessárias) ao WhatsApp.

A questão é que não é qualquer desenvolvedor ou profissional de tecnologia que é capaz de realizar essa operação. Bom, ele até pode, a questão é que o aplicativo não permite e aprova essa ação.

O correto é procurar uma empresa autorizada, homologada pelo WhatsApp, e realizar uma integração oficial. Esse parceiro é especializado na aplicação e sabe muito bem o que está fazendo.

Somente como uma operação realizada por uma empresa homologada é possível ter a segurança para integrar todos os seus sistemas à ferramenta e ter acesso aos templates de mensagem, por exemplo.

E isso sem dizer que apenas o autorizado é capaz de seguir todos os passos recomendados pelo WhatsApp: sendo que alguns deles precisa da participação do time técnico da própria ferramenta.

Mas aí você pode me falar: Mas Marcos, eu conheço um cara fera que faz rapidinho e baratinho! Bom, você pode até tentar e o resultado ser ótimo.

A questão é que ele (ou ela) não conhecem em profundidade os meandros da parte técnica e nem as melhores práticas recomendadas pelo Facebook, a dona da ferramenta.

Sim, o senhor Zuckerberg faz questão de tudo seja feito de maneira correta quando se trata do seu aplicativo. Não sei se você se lembra quando o WhatsApp ainda era apenas para pessoas físicas, não sendo permitido o uso por empresas.

Vários negócios foram simplesmente banidos por desrespeitarem essa importante regra. O mesmo pode acontecer com a sua empresa caso use os serviços do ‘cara fera’.

É, simplesmente, violar os termos de serviços do WhatsApp, tornando a sua utilização ilegal – o que pode levar a até um processo. Não é isso que você quer, não é mesmo?

Aposto que só a ideia de perder – além do investimento feito no desenvolvimento – sua base de clientes e todos os dados que ela traz, causa arrepios.

Então resista à tentação e faça o certo! Seu negócio agradece.

Fonte: Contábeis

Especialista ensina como substituir empréstimos e gastar menos

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas, publicada em julho, mais de 700 mil empresas encerraram as atividades desde o início da pandemia.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas, publicada em julho, mais de 700 mil empresas encerraram as atividades desde o início da pandemia. Para não seguir o mesmo caminho, sobretudo os micro e pequenos negócios buscam alternativas para superar a crise e a substituição de empréstimos pode ser incluída na lista de oportunidades.

“Quando o consumidor – seja pessoa física ou jurídica – precisa adquirir um bem ou um montante em dinheiro a tendência é procurar um banco. Os empréstimos adquiridos antes da crise, onde os juros eram relativamente mais altos, podem ser substituídos por outras modalidades criadas pelos bancos e governos com juros reduzidos, como forma de apoio às empresas que certamente sofreram grande impacto com a COVID-19”, explica Alison Santana, contador e especialista em tributos.

Na ponta do lápis

Se, por exemplo, em fevereiro de 2020 você financiou para sua empresa um veículo de R$30 mil em 36 meses, com taxa de juros de 1,72% a.m., a sua prestação será de R$1.124,71, totalizando ao final dele um pagamento de R$40.489,56. Desse valor, R$10.489,56 é equivalente aos juros.

Pagando as 6 primeiras parcelas, entre fevereiro e julho, o saldo devedor seria de R$33.741,30 e optando por antecipar as parcelas e quitar o financiamento, o valor seria reduzido para R$26.849,81. Com o novo cenário, diante da pandemia, determinado banco oferece capital de giro de R$27.000,00 (diferença entre valores disponíveis em caixa e a soma das despesas a pagar) com taxa mensal de 0,99% a.m., valor mais do que suficiente para quitação do veículo. Com o novo empréstimo, a prestação cairia para R$1.015,71, totalizando R$ 31.487,01 em 31 parcelas. O saldo devedor inicial era de R$ 33.741,12 (com juros) e, com aquisição do capital de giro, ficou por R$31.487,01, gerando uma economia de R$ 2.254,11.

Outro exemplo é um empréstimo adquirido para o negócio no valor de R$20.000,00 em janeiro deste ano e dividido em 10 parcelas de R$2.618,19, com taxa mensal de 5,22%. Ao final deste, você pagaria um total de R$ 26.181,90, sendo que R$6.181,90 de juros.

Considerando que você pagou somente uma prestação (R$2.618,19) e adquiriu um capital de giro no valor de R$20.000,00, com taxa mensal de 0,99%, seu valor total de empréstimo será de R$ 21.105,00, já com os juros e você pagará 10 parcelas de R$ 2.110,50. A economia dessa operação é de R$ 2.458,71.

“É importante destacar também que geralmente essa ação precisa ser realizada entre bancos diferentes, uma vez que não é possível pegar capital de giro para quitar financiamento no mesmo banco”, finaliza o especialista.

Fonte: Contábeis