IR 2021: Um dia após matéria do UOL, Receita corrige erro na declaração

A Receita Federal atualizou na manhã desta quinta-feira (29) o programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda 2021, um dia depois que a reportagem do UOL alertou sobre um erro na data de vencimento do documento para pagamento do imposto (Darf).

O programa estava gerando o Darf com vencimento para 30 de abril, embora a própria Receita já tivesse prorrogado o vencimento para 31 de maio, junto com o novo prazo de entrega da declaração.

Em nota enviada ontem, a Receita Federal confirmou que o pagamento do imposto de renda foi prorrogado até 31 de maio. Mas, que o programa seria corrigido até 2 de maio. A correção foi antecipada para hoje com a versão 1.3 do programa.

Leitores que têm imposto a pagar enviaram mensagens à redação do UOL nos últimos dias relatando o problema, preocupados em ter que arcar com multa e juros caso não efetuassem o pagamento do Darf até 30 de abril.

Um leitor contou que recebeu orientação da Delegacia da Receita em Campinas (SP) de que o pagamento teria que ser feito mesmo até 30 de abril. A Receita disse que já esclareceu o caso e orientou novamente o leitor sobre a prorrogação do vencimento para 31 de maio.

A Receita esclareceu ainda que a nova data vale tanto para quem já enviou a declaração como para os contribuintes que ainda vão entregar o documento.

Não há necessidade de enviar uma declaração retificadora por causa da data de pagamento. Basta baixar a versão atualizada do programa (versão 1.3) e gerar novamente o Darf com vencimento para 31 de maio.

A atualização do programa ocorre automaticamente ao iniciá-lo. Basta o computador ou celular estar conectado à internet. Para consultar a versão do programa no computador, verifique o canto direito superior da tela.

Para gerar um Darf com a data correta, entre no menu “Imprimir” do lado esquerdo da tela do programa e selecione “Darf do IRPF”.

O vencimento de 31 de maio também é válido para os pagamentos de Darfs relativos à devolução do auxílio emergencial e a doações feitas na declaração a entidades ligadas ao Estatuto da Criança e do Adolescente e ao Conselho do Idoso.

Quem colocou o pagamento do imposto em débito automático também não precisa se preocupar. O débito da primeira parcela ou da parcela única será alterado automaticamente no banco para 31 de maio.

Fonte: UOL

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IRPF 2021: Mais de 11 milhões de declarações já foram entregues

Ao todo, 39.153 declarações do Imposto de Renda 2021 foram entregues via certificado digital.

Até quarta-feira (7), a Receita Federal anunciou que recebeu 11.236.017 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2021, ano-base 2020. Das quais, 39.153 foram entregues com certificado digital.

O sistema de recepção de declarações da Receita funciona 20 horas por dia. Fica indisponível somente na madrugada, entre 1 hora e 5 horas.

No site do órgão, há conjunto de informações completas sobre como preencher corretamente o documento, além das regras sobre o que pode ser utilizado como deduções.

Restituições

Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade.

Quanto antes entregar a declaração mais rápido o contribuinte receberá a restituição, se for o caso.

Já quem atrasar a entrega terá de pagar multa de 1% sobre o imposto devido ao mês, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido.

Quem deve declarar IRPF 2021

Deve declarar o Imposto de Renda 2021:

– quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado.

– contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;

– quem obteve, em qualquer mês de 2020, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

– quem teve, em 2020, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;

– quem tinha, até 31 de dezembro de 2020, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

– quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2020;

– quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda.

Fonte: Contábeis

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Como casais divorciados podem declarar despesas com filhos no IR

Para cada dependente, limite de dedução é de R$ 2.275,08

Contribuintes divorciados – e que tenham filhos – podem deduzir os gastos que tiveram com esses dependentes na declaração do Imposto de Renda (IR). Os dependentes, nesse caso, podem ser filhos e enteados de até 21 anos, até 24 anos se ainda estiverem estudando, ou ainda de qualquer idade se forem incapacitados para trabalhar. Para cada dependente, o limite de dedução é de R$ 2.275,08. A lista completa de quem pode ser considerado dependente na declaração deste ano pode ser conferida aqui .

Pelas regras do Imposto de Renda, um mesmo filho não pode constar como dependente na declaração de mais de uma pessoa. Se uma das partes o declarou como dependente, a outra deve declará-lo como “alimentando”. Por isso, antes de preencher a declaração, é preciso destacar que há uma diferença entre dependente e alimentando, que são figuras distintas no IR. Esses conceitos precisam ficar claros, especialmente para os divorciados, para que não haja confusão ao preencher a declaração.

O alimentando é aquele que, mediante decisão judicial ou acordo feito por escritura pública, como o acordo de divórcio, por exemplo, é beneficiário de pensão alimentícia. Já quem detém a guarda, pode declará-lo como dependente. E, nesse caso, somente quem detém a guarda poderá deduzir despesas com o filho, que incluem gastos como educação e saúde.

“Quem declarar [o filho] como dependente, poderá usar as despesas [para dedução]. Quem não ficar como dependente, poderá informá-lo apenas como alimentando”, esclareceu Adriano Marrocos, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e coordenador da Comissão de Imposto de Renda do CFC, em entrevista à Agência Brasil.

Ou seja: só o declarante responsável pela guarda do filho poderá colocá-lo como dependente, de acordo com o que ficou estabelecido judicialmente. Se o filho recebe pensão, todos os rendimentos devem ser registrados na declaração. Já quem paga a pensão deve incluir o filho como alimentando.

“Após o divórcio, sai a decisão sobre a pensão alimentícia. Essa questão é muito importante porque quem for pagar a pensão precisa informar o menor como alimentando e não pode utilizar nenhuma despesa, ainda que possa ter pago, como dedutível. Marrocos citou um exemplo: “se o casal se separa e o filho precisa fazer uma cirurgia de emergência, aí o pai ou a mãe, que tem a guarda, pede ajuda para a emergência. E o outro vai lá e ajuda [a pagar a despesa]. Ele ajudou na condição de pai/mãe. Mas ele não pode utilizar como despesa para o Imposto de Renda. Só pode usar despesa quem tem a guarda”.

Já quem tem a guarda pode incluir o filho como dependente na declaração e lançar todas as despesas que teve com ele. Mas há um detalhe: nem sempre vale a pena declarar o filho como dependente. Algumas vezes, sugeriu o conselheiro, pode ser mais vantajoso fazer uma declaração separada para o filho. A recomendação, nesse caso, é um teste antes de preencher a declaração.

“A gente recomenda fazer um ensaio com a declaração. Como todos os menores hoje têm CPF, recomendamos fazer o tributo ‘ensaio’. Vamos supor que você tenha a guarda. Você preenche sua declaração só com você [sem os dados do filho] e suas despesas e anota o valor a pagar ou a restituir. Depois, inclui o menor como seu dependente e todas as despesas que teve com ele. E aí compara o valor a restituir ou a pagar com ele na declaração com o ensaio que você fez antes. Via de regra, dependendo do valor da pensão, é mais vantajoso não incluir o menor como dependente no Imposto de Renda. E fazer uma declaração em separado. Temos situações interessantes como o de uma criança de 6 anos declarando Imposto de Renda”, disse Marrocos.

Divórcio não concluído

Se o processo sobre o divórcio ainda não estiver concluído, o casal pode fazer a declaração de forma separada, mas deve decidir qual dos dois vai colocar o filho como dependente. “Por exemplo, o casal se separou, mas não tem ainda nenhuma decisão judicial a respeito da separação. Não tendo nenhuma decisão judicial, eles poderão, cada um, fazer a sua declaração e usar as despesas conforme o acordo feito. Mas o dependente só pode ser dependente em uma das declarações. É como se eles ainda estivessem casados e fazendo a declaração separadamente”, explicou.

“Se eles ainda não tiveram o divórcio ou não se separaram ainda em processo judicial, é como se estivessem casados para a Receita Federal. Eles podem entregar a declaração provavelmente em separado, e um dos dois lados usar o menor como dependente, sem citar nada do divórcio. Vão preencher [a declaração] como se estivessem casados ainda. Mas tendo a decisão judicial, ela deve dizer quem é o responsável pela guarda do menor. Quem ficar responsável pela guarda, vai colocá-lo como dependente. E, o outro, como alimentando”, esclareceu.

A exceção à regra ocorre somente no ano em que o filho deixa de ser dependente e passa a ser alimentando. Para exemplificar, se o pai declarava o filho como dependente e, após o divórcio no ano passado, a mãe obteve a guarda do filho e o pai passou a pagar a pensão alimentícia, ele poderá inclui-lo tanto como dependente quanto como alimentando na declaração deste ano. Mas isso somente este ano. Nas declarações futuras, terá de declará-lo como alimentando.

“No ano da separação, aquele que fica como alimentando tem que preencher os dois campos. Vamos supor que ele ficou como dependente do pai nas declarações anteriores. No ano da separação, ele [pai] vai informar que o filho foi dependente dele no período tal e depois passou a se tornar alimentando. Isso pode ocorrer”, disse Marrocos, citando um exemplo. “Vamos supor que a separação ocorreu em agosto. De janeiro a julho, ele [o filho] vai aparecer como dependente e, de agosto a dezembro, como alimentando”.

No caso de guarda compartilhada, cada filho pode ser considerado dependente de apenas um dos pais. “Só um dos dois poderá usar a despesa do dependente”, acrescentou.

Ajuda

O especialista orienta que a melhor decisão para um casal divorciado é procurar a ajuda de um contador para preencher as informações do Imposto de Renda. “Como é uma questão muito delicada, que envolve relacionamento, e afeta diretamente a parte mais sensível, que é o bolso, a gente sempre recomenda procurar uma orientação especializada. Não deixe de conversar com um contador, de levar toda a sua documentação, a decisão judicial, os valores que foram pagos e recebidos, até porque quem tem a guarda e recebe o valor da pensão, esse valor está no Imposto de Renda. Leve as informações, converse com o contador a fim de definir a melhor opção para você pagar menos imposto ou obter a maior restituição”, alertou.

Fonte: AgenciaBrasil

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Descubra como não ter problemas com a Declaração de Imposto de Renda da sua empresa!

Entenda como funciona a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica e como evitar sérios problemas fiscais

São diversos os aspectos que compõem a gestão adequada de uma empresa, afinal, manter tudo em ordem não é simples – isso devido a tudo que é preciso para garantir a regularidade e pleno funcionamento do negócio. 

Dentre tantos aspectos, um dos mais complexos com certeza está ligado à tributação e a tudo que deve ser cumprido para manter a conformidade do negócio, como a Declaração de Imposto de Renda. 

É comum que gestores tenham dúvidas sobre como se manter em dia com tudo, e nós preparamos este artigo especialmente para auxiliar com isso.

 

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Declaração de Imposto de Renda – como deve ser feita?

A Declaração de Imposto de Renda tem duas vertentes: para pessoas físicas e para pessoas jurídicas. 

Em ambos os casos, o grande intuito é informar ao Governo os rendimentos e a origem que foram obtidos. Nessa perspectiva, é importante trazer que a contribuição é utilizada para financiar projetos e ações para o bem da sociedade brasileira.

Cada situação funciona de uma forma diferente, sendo assim, vamos apresentar quais são as principais características do da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica. 

Regimes tributários 

A forma como você deverá recolher e pontos como a base de cálculo do imposto vão depender do regime tributário em que sua empresa está enquadrada, ou seja: 

Um exemplo disso é que no Simples Nacional, por exemplo, a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica está inclusa no DAS, ou seja, está no recolhimento unificado dessa guia.

Diferentes períodos de apuração 

Diferentemente do IRPF, que possui um prazo definido para a entrega da declaração, no caso de IRPJ, existem 4 diferentes possibilidades de períodos de apuração.

A apuração pode ser feita mensalmente, trimestralmente, anualmente ou por evento. 

Novamente a questão do regime tributário irá impactar, sendo que alguns períodos só são válidos para alguns regimes de tributação.

Importância do planejamento tributário

Estar em dia com a Declaração do Imposto de Renda e demais tributos é fundamental para a regularidade do seu negócio, ou seja, para que ele possa operar adequadamente. 

Para isso, um planejamento tributário é fundamental, pois viabiliza:

  • Custos tributários enxutos; 
  • Máxima conformidade; 
  • Enquadramento no regime mais adequado; 
  • Usufruto de benefícios fiscais; 
  • Cumprimento dos prazos tributários; entre outros. 

Por isso, quando falamos em Declaração de Imposto de Renda ou qualquer outra obrigação fiscal, é essencial prezar por ter um efetivo planejamento tributário em seu negócio.

Conte com especialistas e não tenha problemas com seu IRPJ!

Para manter tudo em dia e sem erros, ter o suporte de especialistas é fundamental, inclusive para estruturar um planejamento tributário adequado. 

E para isso, você pode contar conosco, da WR!

Somos especialistas em Declaração de Imposto de Renda e estamos preparados para te dar todo suporte necessário. 

Assim, você tem garantia de conformidade sem precisar onerar seu tempo, tendo disponibilidade para focar em demais questões da sua empresa.

Para isso, basta entrar em contato conosco agora mesmo!

Saiba qual o valor limite de isenção do Imposto de Renda e verifique se você está isento(a)!

Garanta a sua regularidade fiscal, sabendo se, de fato, você está dentro do limite de isenção do IRPF

O Imposto de Renda Pessoa Física é uma responsabilidade anual de extrema importância para todos que precisam estar em dia com essa responsabilidade fiscal. 

Contudo, ainda que muitas pessoas se enquadrem nos requisitos que tornam a declaração obrigatória, existem duas situações em que a isenção é uma realidade. 

Dessa forma, preparamos este conteúdo para falar de forma geral sobre as principais informações que você precisa ter sobre o IRPF e sobre o limite de isenção que pessoas físicas têm para não declarar. 

Assim, você evita o risco de estar envolto(a) em problemas fiscais por erros no que se refere à sua DIRPF.

 

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Imposto de Renda Pessoa Física – características gerais

Antes de falarmos sobre o limite de isenção, é essencial ter as informações cruciais sobre o IR, para que você tenha um panorama geral de como funciona essa questão.

Em 2021, o prazo para declaração teve início dia 1 de março e, inicialmente, seria encerrado em 30 de abril, contudo, em decorrência da pandemia, existe um projeto para prorrogar esse prazo, como ocorreu na época de declaração de 2020. 

O grande intuito do IR é o Governo ter conhecimento sobre os seus rendimentos e, por meio da arrecadação do imposto, fomentar ações e projetos que visam o bem da sociedade como um todo. 

Como mencionamos anteriormente, existem duas situações que geram isenção, as quais falaremos a seguir. 

Limite de isenção do IR – qual é?

Toda pessoa física que obteve rendimentos tributáveis até R$28.559,70 não tem a obrigatoriedade de declarar Imposto de Renda. 

Ou seja, esse é o limite para que se possa usufruir de isenção. 

A outra situação que gera a isenção do Imposto de Renda se aplica às pessoas aposentadas que possuem doenças graves.

A declaração de isenção do Imposto de Renda não é uma obrigatoriedade, contudo, é recomendável que esse procedimento seja realizado para que não se corra o risco de parar na malha fina por algum erro e precisar corrigir essa questão. 

Para declarar a isenção é bem simples, sendo que a própria Receita disponibiliza um modelo, o qual você pode acessar clicando aqui

Não deixe que o Imposto de Renda se torne uma dor de cabeça!

Ainda que existam diversas informações sobre e os procedimentos possam ser realizados de forma online, a expertise profissionais contábeis para garantir que nenhum erro ocorra é indispensável. 

Por isso, ter o suporte de uma contabilidade preparada para te auxiliar é o caminho para evitar problemas e erros na declaração que gerem problemas fiscais. 

E para isso, você pode contar conosco, da WR Contabilidade! 

Nossa equipe de profissionais está sempre se atualizando em relação às novidades do IR e, assim, está preparada para prestar todo o suporte necessário para que essa não seja uma preocupação no seu dia a dia. 

Agora, basta você entrar em contato conosco e ter nossos especialistas cuidando dessa questão para você.

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IR 2021: Saiba o que são despesas dedutíveis e os limites deste ano

As despesas dedutíveis são aquelas de necessidade e podem reduzir a base de cálculo para pagamento do imposto de renda. Confira quais são elas.

Os contribuintes têm até o dia 30 de abril para enviar a declaração de imposto de renda 2021, ano-base 2020. Dependendo do tipo de despesa realizada em 2020, a base de cálculo para pagamento do imposto de renda pode ser reduzida, ou seja, pode fazer com que o contribuinte tenha menos imposto a pagar ou até direito à restituição do valor pago. São as chamadas despesas dedutíveis.

Essas despesas são definidas pela Receita Federal e são aquelas em que há verdadeira necessidade de gasto. Quanto mais necessárias, menos imposto será pago sobre as despesas.

Mas vale lembrar que o leão limita os valores que podem ser deduzidos para alguns tipos de despesa. É o caso de gastos com educação. Despesas com ensino técnico, fundamental, médio, superior, pós-graduação, mestrado e doutorado, por exemplo, só podem ser abatidas até o teto de 3.561,50 reais por dependente. Caso o contribuinte tenha gasto 5.000 reais no ano passado com a escola de seu filho, por exemplo, ele só poderá abater do imposto parte dessa despesa, limitada aos 3.561,50 reais.

Como não houve reajuste da tabela do imposto de renda para este ano, os limites de deduções são os mesmos que podiam ser abatidos no IR do ano passado. Confira os valores abaixo:

Declaração simplificada

Valor do abatimento: 16.754,34 reais

As deduções de despesas, como gastos com educação e saúde, além do abatimento de dependentes, só são permitidas se o contribuinte optar pelo modelo completo na hora de preencher a declaração do imposto de renda.

Isso porque, a opção por preencher a declaração simplificada garante um abatimento único de 20% sobre a renda tributável. O desconto único de 20% continua limitado ao teto de 16.754,34 reais.

O desconto único de 20% gerado pelo preenchimento da declaração no modelo simplificado pode ou não ser mais vantajoso do que o desconto obtido pelo abatimento individual das despesas dedutíveis na declaração completa.

Dependentes

Valor do abatimento: 2.275,08 reais

Quem optar pela declaração completa poderá abater um valor de 2.275,08 reais por cada dependente informado na declaração.

Despesas com educação

Valor do abatimento: 3.561,50 reais

Na declaração completa é possível abater despesas com educação até o limite de 3.561,50 reais. Podem ser abatidas apenas despesas com ensino técnico, fundamental, médio, superior, pós-graduação, mestrado e doutorado.

Esse tipo de despesa dedutível não inclui gastos com material escolar e atividades extracurriculares, como escolas de línguas ou cursinhos preparatórios.

Despesas médicas

Valor do abatimento: ilimitado

Não há limites de valor para a dedução dos gastos com saúde, mas nem todos os tipos de despesa médica podem ser deduzidos da base do imposto.

Entre as despesas médicas dedutíveis na declaração de IR estão gastos com internação, exames, consultas, aparelhos e próteses; e planos de saúde, realizados em benefício de quem declara ou de seus dependentes.

Para declarar essas despesas, é preciso ter os comprovantes do pagamento, como recibos e notas fiscais ou o informe enviado pelo plano de saúde, que contenham o nome, o endereço e o CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos.

Doações incentivadas

Valor do abatimento: limitado a 6% do imposto de renda devido

Contribuições a instituições que se enquadram nas regras de doações com incentivos fiscais também podem ser deduzidas da base do imposto de renda a pagar.

Contudo, as chamadas doações incentivadas só podem ser feitas aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); fundos municipais, estaduais, distrital e nacional que se enquadram no Estatuto do Idoso; projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet); projetos aprovados pelo Ministério da Cultura ou pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e enquadrados na Lei de Incentivo à Atividade Audiovisual; projetos aprovados pelo Ministério do Esporte e enquadrados na Lei de Incentivo ao Esporte.

Essas doações não podem, somadas, ultrapassar o limite de 6% do valor do imposto de renda devido. Ou seja, se o imposto devido for de 3.000 reais, o valor máximo que pode ser deduzido dos gastos com esse tipo de doação será equivalente a 180 reais.

Contribuições Previdência Social

Valor do abatimento: ilimitado

O contribuinte pode deduzir da base de cálculo do imposto de renda todas as contribuições feitas ao INSS, seja como trabalhador formal ou autônomo. Mas é necessário ter recebido rendimentos tributáveis suficientes ao longo de 2019 que o obriguem a acertar as contas com o Leão neste ano.

Também é possível deduzir contribuições ao INSS pagas por um dependente que tenha rendimentos tributáveis próprios, mas que são incluídos na declaração do contribuinte.

Contribuição a planos de previdência privada

Valor do abatimento: limitado a 12% dos rendimentos tributáveis

Quem contribui a um plano de previdência privada na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) ou para o fundo de pensão oferecido pela empresa pode deduzir as contribuições feitas ao longo do ano passado da base de cálculo do imposto de renda até o limite de 12% da renda tributável.

Assim, se a renda tributável tiver atingido 100.000 reais em 2020 — sujeita à alíquota de 27,5% — as contribuições aos planos poderão ser abatidas até o limite de 12.000 reais.

Isso significa que o contribuinte terá direito a uma restituição de 3.300 reais neste ano (27,5% de 12.000 reais) ou, se tiver imposto a pagar, pagará 3.300 reais a menos.

Vale lembrar que o benefício não se trata de uma isenção de IR, mas um adiamento do pagamento. Quando o contribuinte for resgatar os recursos aplicados no plano no futuro, a tributação incidirá não apenas sobre a rentabilidade da aplicação mas sobre todo o valor investido.

Pensão judicial

Valor do abatimento: ilimitado

Todo valor estabelecido pela Justiça pode ser deduzido, mas contribuições informais são consideradas mesadas e não entram nos critérios de dedução.

Empregado doméstico

Valor do abatimento: extinto

Na declaração completa, era possível deduzir no ano passado até 1.200,32 reais em despesas com um empregado doméstico. O valor foi extinto e não será possível fazer mais qualquer abatimento.

Fonte: Contábeis

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IRPF: Projeto prorroga prazo de entrega da declaração para julho

Para deputado, não existe justificativa plausível para fazer contribuintes saírem de casa para buscar os documentos necessários para a declaração do imposto de renda.

O Projeto de Lei da Câmara 639/21 prorroga por 90 dias o prazo final para o envio da declaração do Imposto de Renda à Receita Federal, referente ao ano-calendário de 2020.

O prazo atual para a entrega da declaração do IRPF se encerra em 30 de abril. Com a proposta, ficaria para 31 de julho de 2021.

O texto, que tramita na Câmara dos Deputados, também determina que os lotes de restituição comecem a ser pagos em 20 de maio deste ano.

Prorrogação IR 2021

O autor do projeto, deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR) defende a prorrogação do prazo para permitir que, em meio à pandemia de Covid-19, os contribuintes tenham tempo hábil para conseguir todos os documentos exigidos para o preenchimento correto da declaração.

“Não há, neste momento, qualquer justificativa plausível para que os façamos sair de casa para buscar os documentos necessários para a declaração do imposto de renda”, disse.

Além disso, afirmou que a medida é fundamental já que as empresas estão impossibilitadas de manter seu funcionamento normal.

“Acreditamos que tal medida seja de suma importância para mantermos a saúde financeira dos contribuintes neste momento de profunda crise econômica pela qual passamos”, conclui.

Confira o texto na íntegra.

Fonte: Contábeis

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Conheça quais são os documentos para declarar Imposto de Renda pessoa física e jurídica!

Estar em dia com as obrigações fiscais é um fator de extrema importância para conseguir se manter em regularidade com o fisco e não ter problemas que tomam tempo e geram prejuízos. 

Por isso, pessoas físicas e jurídicas precisam estar sempre atentas à Declaração de Imposto de Renda, às novidades que surgem esporadicamente e aos procedimentos necessários para não ter problemas com essa questão. 

Sabendo disso, ao longo deste conteúdo viemos trazer dois checklists valiosos, contendo os documentos para declarar Imposto de Renda. 

Dessa forma, seja você pessoa física ou jurídica, será muito mais simples se manter em dia com essa questão.

Documentos para declarar Imposto de Renda – quais são os necessários?

Antes de falarmos sobre os documentos em si, é importante ter claro como funciona o Imposto de Renda e sua finalidade. 

Tanto o recolhimento da declaração de pessoa física como o de jurídica tem o intuito de ser utilizado pelo Governo para financiar ações que visam o melhor para a sociedade. 

Quando falamos em pessoas físicas, o período do IR 2021 iniciou dia 1 de março e vai até 30 de abril, como comumente ocorre. 

Já pessoas jurídicas têm o funcionamento do recolhimento de acordo com o regime tributário em que a empresa está enquadrada.

Sendo assim, manter-se em dia com isso é essencial para manter a regularidade, evitar multas e sanções. 

Tendo todos esses pontos principais apresentados, vamos aos checklists que prometemos.

 

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Checklist pessoa física

O intuito da declaração é que você informe todos os rendimentos e algumas informações são importantes para a restituição, por isso, a lista de documentos é a seguinte:

  • Documentos pessoais – RG, CPF, comprovante de residência e dados bancários;
  • Informe de rendimentos, que deve ser fornecido pela empresa;
  • Documentos pessoais dos dependentes (CPF obrigatório);
  • Informe de rendimentos financeiros e de aplicações ou extrato de aplicações, que são fornecidos pelo banco;
  • Comprovantes de despesas médicas – nome, endereço, CPF ou CNPJ do prestador, data e assinatura do médico, caso não seja uma nota fiscal;
  • Comprovantes de despesas com ensino;
  • Extrato de Previdência Privada;
  • Documentação do plano de saúde;
  • Documentação de imóveis e veículos;
  • Recibos de pagamento ou recebimento de aluguel;
  • Recibos de doações;
  • Contrato social das empresas das quais é sócio; 
  • Documentação de consórcios, sejam eles contemplados ou não; 
  • Extrato do carnê-leão, no caso de autônomos.

Checklist pessoa jurídica 

No caso de pessoas jurídicas, o suporte contábil é indispensável e o ideal é que os seguintes documentos sejam enviados mensalmente ao contador:

  • Notas de vendas e prestação de serviços;
  • Notas fiscais de compras;
  • Contas em geral da empresa;
  • Informe de despesas;
  • Extratos bancários; entre outros documentos que mostram a movimentação da empresa. 

O suporte contábil é o caminho para não ter problemas!

Em ambos os casos, o suporte contábil é fundamental para que tudo seja realizado conforme prevê a legislação, com chances mínimas de erros e sem tomar o seu tempo. 

Sendo assim, para ter o suporte contábil adequado, você pode contar conosco, da WR. 

Nossa equipe está preparada para te auxiliar com todo esse processo, garantindo a sua plena conformidade.

Portanto, não hesite em nos contatar!
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Fiscais da Receita Federal checam ostentação nas redes sociais para validar declaração do IR

O prazo para realizar a declaração do Imposto de Renda 2021 terá início na próxima semana, mas os contribuintes já devem começar a se preparar para não ter transtornos com a Receita Federal.

Um deles é o risco de ser pego pelo leão por conta da ostentação nas redes sociais.

Não que seja proibido, mas é preciso que a declaração retrate a realidade.

“Os fiscais da Receita Federal cruzam as informações dos bens declarados com as postagens nas redes sociais. Se elas demonstram uma vida de luxo que não condiz com o que foi declarado, o contribuinte cai na malha fina.  E o fato é que a maioria não faz ideia que esse tipo de checagem ocorre” explica Samir Nehme, presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ).

O especialista esclarece que a checagem é feita no momento em que as informações enviadas pelos contribuintes nas declarações são processadas por supercomputadores, responsáveis por cruzar os dados, incluindo operações de cartão de crédito ou imobiliárias e movimentações financeiras, e apontar contradições.

Samir explica que os perfis não são escolhidos aleatoriamente.

Só depois que o sistema acusa casos com possíveis inconsistências, os fiscais da Receita comparam as informações prestadas pelo contribuinte com o que ele posta nas redes sociais.

Considerando a cultura que o brasileiro tem de expor boa parte de sua rotina nas redes, não é difícil reconhecer quando a declaração não condiz com a realidade.

“Uma vez que caia na malha fina, a Receita Federal solicita esclarecimentos ao contribuinte. O ato de não pagar o tributo, em si, não representa sonegação de impostos, que é crime previsto na Lei 9.137/90, mas sim quando demonstrada fraude, como, por exemplo, adulteração de valores em documentos combinado ao não pagamento do imposto devido”, esclarece o contador.

Se identificada a sonegação, além da cobrança do tributo e multa – que pode chegar a 225% sobre o valor do imposto devido, a acusação criminal é comunicada ao Ministério Público, podendo, em caso de sonegação, gerar prisão de dois a oito anos.

Como evitar a malha fina

Existem três principais razões para cair em malha fina: primeiro, omissão de informações sobre rendimentos.

Em segundo lugar, dedução indevida de Previdência oficial ou privada, seguida por incompatibilidade entre valores com despesas médicas e receitas declaradas.

São menos frequentes, mas também merecem atenção: informações divergentes das fontes pagadoras, comissão de rendimentos de aluguéis e pensão alimentícia com indícios de falsidade.

Fonte: Jornal Contábil

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Fique por dentro das novas regras e prazos para declaração do IR 2021

Saiba como fazer a declaração do IR 2021 de forma impecável

Depois de um ano complicado e que promoveu uma forte crise econômica, certamente você ficou mais forte, até mesmo porque conseguiu proteger da melhor forma possível a sua empresa e evitou o pior – a falência – que, infelizmente, ocorreu em inúmeros negócios pelo país.

Agora é a hora de pensar na retomada econômica para voltar a crescer de forma organizada, não é mesmo?!

Pois é, já estamos no terceiro mês de 2021 e todos os holofotes estão voltados para a declaração do IR 2021, com novas regras e prazos, inclusive.

Sabemos que você não considera este o melhor assunto para tratar, mas o fato é que precisa entender que é extremamente necessário para deixar tudo em ordem tanto na sua vida pessoal quanto na sua empresa.

Então, por isso mesmo pensamos neste tema para falar os principais pontos do IR 2021 e te mostrar como declarar do jeito certo, de modo que você não tenha problemas futuros.

Portanto, sem maiores floreios, vamos ao nosso assunto principal!

IR 2021: Saiba tudo!

É impressionante o quanto o IR 2021 deixa as pessoas confusas e assustadas, principalmente quando os prazos para a declaração são iniciados.

Sem contar que muita gente negligencia – isso não é aconselhável – e, praticamente, deixam para a última hora, sendo que quando não há um auxílio de alguém que entenda do assunto, acabam ficando expostas a possíveis erros e inconsistências.

Mas como a ideia aqui é te mostrar como declarar o IR 2021 da maneira correta, é isso que iremos fazer a partir de agora.

Bom, o primeiro ponto que precisamos te falar é a respeito da obrigatoriedade, pois esse aspecto depende de você ter tido rendimentos acima do limite estabelecido.

Com isso, fica obrigado a declarar:

  • Quem obteve rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70;
  • Quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados apenas na fonte, com valores acima de R$40.000,00.

Pronto, agora caso você identificou que – obrigatoriamente – terá que realizar a declaração, precisa entender o passo a passo para declarar.

Saiba, logo abaixo:

  • Acesse o site da Receita Federal;
  • Faça o download do programa DIRPF 2021;
  • Faça a instalação em seu computador;
  • Tenha em mãos a documentação necessária;
  • Preencha as informações com calma e atento aos detalhes;
  • Confira se está tudo certo;
  • Envie.

Vale ressaltar que o prazo para a declaração do IR 2021 é do dia 01 de março até 30 de abril de 2021.

O profissional de contabilidade pode te ajudar

A grande maioria dos gestores se confundem na hora de declarar imposto de renda e quando decidem declarar sem o apoio de um contador, mal sabem que podem gerar problemas futuros.

Entendemos a complexidade do assunto, ainda mais por saber que você possui inúmeras outras obrigações e atividades no dia a dia, o que te impede de parar tudo para entender todos esses trâmites do IR 2021;

Então, por que não contar com um suporte contábil especializado para te auxiliar com isso e, inclusive, com as demais demandas contábeis da sua empresa?

Essa decisão, certamente, vai impactar positivamente em todo o seu negócio e te proporcionar muito mais tranquilidade.

Conte com a WR!

Nós, da WR, somos uma contabilidade especializada em empresas dos mais variados portes e podemos te auxiliar em tudo o que for necessário para você realizar a sua declaração do IR 2021 de forma adequada e vamos mais além, pois disponibilizamos os melhores profissionais do mercado para gerenciar as suas demandas contábeis com excelência.

Então, não hesite em contar conosco, entre em contato com a gente agora mesmo, bastando apenas clicar no ícone do WhatsApp logo abaixo.

Teremos a maior satisfação em atender você e tirar todas as suas dúvidas.

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