Entenda o que é o balanced scorecard e como a implantação dessa metodologia pode ser o que faltava para você crescer com o seu empreendimento!

Ser empreendedor é mais do que ter uma empresa, mas ser um líder capaz de guiar o empreendimento em direção ao sucesso.

Então, o que um negócio precisa para prosperar é, acima de tudo, de uma pessoa que tenha a coragem e disposição de inovar e, por consequência, modernizar sua empresa e potencializar seus rendimentos.

Dessa maneira, um empreendedor está em uma incansável busca por superar os seus limites, obter novos conhecimentos e conquistar os objetivos que sempre sonhou em desfrutar.

Por essa razão, essa pesquisa pelo novo deve ser constante e, se sua holding é uma empresa que merece alcançar o sucesso de todas as formas possíveis, o primeiro passo a ser dado é ter você se aprimorando continuamente para garantir o futuro próspero que deseja.

Portanto, se está ávido para saber o que o balanced scorecard pode fazer pelo seu empreendimento – e pela sua liderança -, venha com a gente e confira este artigo!

E então, vamos lá? Boa leitura!

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O que é balanced scorecard?

O balanced scorecard que, em tradução livre, seriam “indicadores equilibrados”, em suma, é exatamente isso: estabelecer índices para que, com a corroboração de todas as partes, a sua holding familiar consiga prosperar à medida em que os parâmetros aumentam seu desempenho.

Quais são as perspectivas abordadas no balanced scorecard?

  • Perspectiva financeira: leva em conta os seus objetivos financeiros de curto, médio e longo prazo, assim, correlacionando-as com as expectativas da fonte dos seus recursos (por exemplo, de seus investidores);
  • Perspectiva dos clientes: baseada na “costumer experience”, ou experiência do cliente, é o norte para identificar o nível de satisfação do consumidor e, assim, melhorar ao máximo o relacionamento entre ele e a empresa;
  • Percepção dos processos internos: mede a qualidade de seus processos, levando em conta a sua produtividade e possíveis melhorias – visando agradar os seus acionistas;
  • Perspectiva do aprendizado e crescimento: com base nas suas metas, essa perspectiva avalia quais os conhecimentos necessários para atingir os seus objetivos.

Quais são os benefícios de implementar o balanced scorecard em sua holding familiar?

Então, ao implantar o balanced scorecard em sua holding familiar, é possível analisar o que é preciso ser melhorado não só na administradora em si, mas nos demais empreendimentos e, dessa forma, promover o crescimento de todos.

Sendo assim, não apenas um “medidor”, mas uma poderosa ferramenta para otimizar os negócios! É claro, quem a usa como trampolim para atingir o sucesso, certamente, o atingirá e, assim,  conseguirá potencializar a soma de finanças de uma empresa!

Precisa de ajuda para focar em suas estratégias?

De fato, como nós pudemos observar no artigo de hoje, o balanced scorecard é um meio muito eficiente de erguer a sua holding familiar, sem deixar que um ou outro ponto venha assombrá-lo por ter sido negligenciado – afinal, o sucesso de um aspecto depende do outro.

Sendo assim, se precisar de ajuda para equilibrar todas essas perspectivas em apenas um lugar, sem deixar que nada escape por entre os seus dedos, a nossa contabilidade pode ser de grande auxílio nesta tarefa!

Nós, da WR, somos especializados em ajudar, através de nossos serviços contábeis, holding familiares, portanto, sabemos o que você precisa e como solucionar os seus problemas, oferecendo soluções que caem como uma luva para os seus negócios!

Entre agora em contato conosco e saiba mais sobre como potencializar os seus resultados com a ajuda de um serviço especializado!

Entenda o que é e a importância de realizar um planejamento sucessório para sua holding familiar e fuja da falência múltipla de empresas!

Uma família é composta de laços, os quais são tão eternos quanto o amor que permeia as relações entre os indivíduos que a compõe.

Porém, assim como qualquer coisa na vida, tudo o que é bom, dura muito pouco e, assim, alguns desses laços se desgastam com o tempo e, consequentemente, se desvinculam dos demais, terminando sua jornada.

Sim, as situações que a vida nos coloca não são justas, muito menos leais, para quem sofre com a perda de um parente, afinal, vínculos de sangue são feitos para durar para sempre, mas ninguém disse que precisam ser contidos em uma existência terrena.

Porém, assim como desleal, a vida não espera que a situação se normalize, exigindo de quem mais precisa de paz ações que, sem dúvida alguma, seriam melhores realizadas em outro momento.

Visto isso, vamos te falar sobre como se preparar para um acontecimento desses, deixando que a hora de uma perda seja plenamente pessoal, dessa forma, minimizando as atitudes que exijam mais força do que nos está disponível.

E então, vamos lá? Boa leitura!

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O que é um planejamento sucessório?

Assumimos que, durante sua infância ou até mesmo agora, você já viu filmes nos quais mães e pais falecem e, dessa forma, os herdeiros ainda em vida passam a ter o direito sobre os bens deixados, certo?

Portanto, basicamente, o planejamento sucessório é o processo que define quem ficará com qual parte do bem, seja em patrimônio ou em porcentagem – caso existam investimentos além da própria empresa.

Visto isso, em uma holding familiar, o planejamento sucessório é feito para distribuir as “partes dos negócios” entre os herdeiros, e ele pode ser feito à qualquer momento – é claro, antes da morte do titular dos bens.

Entenda qual a real importância de fazer um planejamento sucessório o quanto antes!

Então, como já dissemos, o planejamento sucessório é um processo que, apesar de não ser pouco trabalhoso, esclarece nos mínimos detalhes qual será o destino dos títulos do falecido.

Sendo assim, com esse esclarecimento aos integrantes da família, ainda mais vinda do próprio titular, os conflitos por heranças se dissipam, pois todos os pontos e aspectos já estarão estabelecidos, e cabe aos herdeiros apenas arcar com suas novas posses.

Porém, não é apenas isso que o planejamento sucessório diminui! Como você já deve saber, o Governo cobra impostos sob a herança de uma pessoa e, com esse processo concluído, é possível “driblar” essas taxações – ufa! 

Não se preocupe em deixar sua empresa de lado!

Enfim, o mundo do empreendedorismo é complicado, e se torna extraordinariamente mais complexo com a existência de familiares para compartilhar das tarefas empresariais.

Por isso, antes que algo aconteça e, dessa forma, tire o equilíbrio conquistado por anos, consequência de trabalho duro, é claro, é preciso estar sempre um passo à frente dos contratempos, assim, quando eles chegarem, você estará pronto para encará-los.

Sendo assim, você precisa de uma contabilidade especializada em seu ramo de atuação, afinal, os negócios não podem parar por conta de um planejamento sucessório, porém, ele é extremamente importante.

Então, confie nos serviços contábeis da WR, nós somos profissionais e especialistas em resolver os problemas em sua holding familiar!

Entre em contato agora com a gente e descubra como descomplicar a vida empresarial com uma excelente contabilidade!

Com certeza você já deve ter ouvido falar sobre a constituição de uma Holding para proteção e blindagem do patrimônio de uma família. Entretanto, você sabe quais são as vantagens e desvantagens de uma Holding Familiar na prática?

Existem prós e contras em uma sociedade empresarial criada para controlar o patrimônio de uma ou mais pessoas da mesma família. Mas quais são os aspectos legais, tributários e a importância de um contador especializado em contabilidade para holding familiar no processo de criação e gestão deste tipo de sociedade?

É o que veremos a partir de agora, então, fique atento e não perca essa chance de entender melhor, para poder se preparar apropriadamente!

Vamos lá?!  

Quando se deve criar uma Holding Familiar?

A Holding Familiar deve ser criada quando, após avaliação e indicação de um especialista neste tipo de sociedade, sejam observadas vantagens significativas para a proteção do patrimônio da família, tais como: 

  • Facilitação da sucessão patrimonial; 
  • A proteção do patrimônio; 
  • Além, do planejamento tributário.

Dito isto, vamos analisar as vantagens e desvantagens da Holding Familiar.

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1º – Sucessão patrimonial: uma parte essencial para as holdings familiares

Essa com toda certeza, tem sido uma das ações mais importantes e tem associação com a organização da sucessão dos bens, nos casos onde há o falecimento de algum dos sócios proprietários do negócio

E como a sucessão da holding familiar é formalizada?

Mediante a algumas regras que são prescritas e que estão contidas no contrato social da holding familiar. Essas medidas, quando documentadas, evita que haja problemas e conflitos entre os familiares, evitando dores de cabeça, brigas ou conflitos judiciais

Nesse caso em especial, um inventário deve ser feito. 

2º – Proteção do patrimônio

A configuração da Holding Familiar permite uma maior proteção do patrimônio da família. Isso acontece mediante a união dos bens, diante ao âmbito jurídico.

Assim, em casos de sucessão patrimonial, há uma melhor definição e direcionamento no sentido de quem receberá os bens. 

3º Planejamento tributário 

O planejamento tributário estratégico é um dos grandes benefícios de se lidar com uma holding familiar, visto que por meio dela, é possível reduzir encargos fiscais. 

Outras vantagens da holding familiar envolvem:

  • Retorno de capital de acordo com os lucros com menor tributação;
  • Prevenção de conflitos familiares;
  • Centralização do patrimônio familiar.

E as desvantagens de uma holding familiar?

Bom, nem sempre a holding familiar é a melhor opção para o controle dos bens de uma família. Depende muito de um estudo de caso, por isso é bom que o negócio como todo, seja bem analisado por um especialista em Holdings Familiares.

Como se trata de uma sociedade, toda a administração dos bens, mediante a holding, deverá envolver todos os participantes responsáveis por ela, e se exigirá que todos eles tenham contato com a realidade da administração de negócios.

A constituição de uma holding, em alguns casos, pode provocar incidência de ITBI – a depender do objetivo social eleito. 

Nos casos de doações de quotas a herdeiros e na constituição de usufruto, haverá ITCMD incidido. 

E como constituir uma holding familiar?

  1. Será preciso registrar a holding em alguns órgãos;
  2. Exemplo: Junta Comercial do Estado e na Receita Federal;
  3. Definir cláusulas contratuais para que assim haja uma boa gestão empresarial e familiar;
  4. Definição do tipo societário;
  5. Melhor escolha do regime tributário para holding familiar.

São muitas ações, concorda? E claro, você terá de contar com um especialista experiente em holding familiar, para não ter problemas, nem prejuízos!

Fato é que muitos empreendedores ainda sentem dúvidas sobre holdings, mas de forma geral, ela traz muitos benefícios, quando acompanhada e criada por quem realmente entende do assunto!

Somos uma empresa de assessoria contábil especializada em Contabilidade para Holdings Familiares. Portanto, entre em contato conosco e faremos uma avaliação da melhor forma de constituir a sociedade controladora e de como o seu patrimônio pode ser blindado por meio de uma holding.

Estamos esperando por você!

Até breve…

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QUERO FALAR COM UM ESPECIALISTA EM HOLDINGS FAMILIARES 

Holding familiar: entenda como funciona e veja a tributação incidente a essa prática

Você tem pensado em iniciar uma holding familiar, contudo, não entende ou não conhece seus aspectos tributários?

Sabe-se que uma das melhores formas de proteger os bens de sua família é através da formação de uma holding. Contudo há a necessidade de entender o funcionamento desta prática. 

Sendo assim, criamos este artigo visando o melhor entendimento sobre a tributação para holding familiar.  

Vamos lá?

O que é uma holding familiar e como ela funciona?

Antes de compreendermos a tributação para holding familiar, é necessário que estejamos familiarizados com o conceito e suas aplicações, concorda?

A grosso modo, a holding familiar é uma organização que tem por objetivo a centralização de bens ou operações de uma mesma família. Sendo assim, este tipo de empresa se aplica a diversas situações, como o agrupamento de bens de uma única pessoa, ou de um conjunto de membros da família.

Contudo, uma impressão reincidente e errônea sobre essa prática, é que ela se aplique apenas a grandes fortunas. A holding familiar não se resume apenas a centralização de bens familiares de famílias abastadas, e sim a todos aqueles que pretendem fazer a proteção integral de seus bens.

Dessa maneira, outro aspecto ao qual devemos nos atentar, é que essa prática é utilizada, também, para que seja feita a separação de bens, evitando conflitos em relação à quotas e a tomada de decisões internas.

Em suma, uma holding familiar permite a melhor administração dos bens e a sucessão hereditária.

Conseguiu entender?

Sendo assim, vamos entender um pouco mais sobre como funciona a tributação para holding familiar.

Tipo societário

Visto que numa holding familiar o grande objetivo é impedir que terceiros participem das quotas da empresa, o melhor tipo societário para conseguir atingí-lo é o social limitado. Afinal, este permite a proteção integral do patrimônio dos sócios em caso de falência ou outros mecanismos jurídicos que dêem fim à sociedade empresarial.

Imposto de Renda

Sendo a holding familiar uma empresa que tem por finalidade centralizar bens advindos de pessoas jurídicas, devemos levar em conta a incidência do IR – Imposto de Renda – já que este terá um percentual diferenciado para o modalidade de pessoa jurídica.

Para que a questão torne-se mais simples e compreensível, utilizaremos como exemplo uma família que possui cinco imóveis centralizados numa holding familiar e, que quatro destes imóveis gerem renda a partir de locação.

Sendo assim, ao invés de o percentual de imposto de renda ser baseado nas taxas para pessoa física – que podem chegar a 27,5% – teremos como base a tabela de imposto de renda para pessoa jurídica, onde as taxações são muito menores.

Contudo, vale salientar que em caso de a holding optar pelo pagamento mensal do imposto por estimativa ou pela apuração trimestral do imposto com base no lucro presumido, então outras taxas terão incidência sobre a prática.

PIS e COFINS

Sobre as receitas advindas dos aluguéis recebidos pela holding familiar incidem, mensalmente, o PIS-Pasep e o COFINS. Sendo a incidência destes indiferente ao fato de os bens fazerem parte do objeto social da holding.

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E então, o que achou do conteúdo?

Caso precise de auxílio no planejamento tributário para sua holding, entre em contato conosco!

Será um grande prazer ajudá-lo!