Gestão financeira: Vantagens e desafios do PIX para pequenos e médios empreendedores

Dinheiro, cheque, cartão de crédito, débito, aplicativos no celular e, agora, transações instantâneas por chaves digitais.

Essa é a realidade que os varejistas brasileiros precisam encarar desde 16 de novembro de 2020.

A data marca a entrada oficial do PIX, sistema de pagamento digital criado pelo Banco Central do Brasil.

Com a promessa de agilizar a transferência financeira, ele surge como alternativa interessante aos usuários, mas também como motivo de preocupação para os empresários.

Ainda há muitas dúvidas sobre o impacto que esta ferramenta pode trazer para o caixa dos pequenos e médios lojistas.

As diversas pesquisas sobre o tema mostram esse paradoxo que o PIX ainda representa no país.

Enquanto um levantamento conduzido pelo Banco BS2 com o painel OpinionBox mostra que 73% dos brasileiros bancarizados pretendem utilizar este sistema em seu dia a dia, um estudo conduzido pela Stone, empresa de pagamentos, mostra que 77% dos empreendedores não se sentem preparados para adotar este recurso.

Ou seja, a expectativa de uso dos usuários cresce na mesma proporção das dúvidas que os lojistas têm sobre a viabilidade dessa operação em seus negócios.

É preciso entender que se trata dos dois lados da mesma moeda.

O PIX, evidentemente, pede boa gestão financeira – afinal, a facilidade transacional que proporciona pode fazer com que muitos caiam na tentação de não dedicar tempo ao necessário controle.

Ele pode trazer uma série de benefícios aos PMEs, como segurança com menos dinheiro “vivo” em trânsito, praticidade e disponibilidade dos recursos.

O fluxo de caixa também tende a melhorar porque a transferência é imediata, inclusive em fins de semana, enquanto os meios atuais e tradicionais de pagamento (exceto cédulas) têm data do recebimento postergada para o próximo dia útil.

Assim, o negócio que souber explorar as funcionalidades do PIX terá vantagem operacional na gestão do negócio com a disponibilidade mais rápida dos recursos e, eventualmente, a redução de custos devido a empréstimos e crédito para o fluxo de caixa.

Do ponto de vista comercial, há ganho na logística com a confirmação mais rápida do pagamento e a liberação rápida do pedido no caso de compras virtuais – ainda que não deva reduzir significativamente o prazo de entrega.

No conjunto da obra, o PIX desencadeia uma série de vantagens que traz mais recursos e proporciona maior economia.

É claro que isso não virá da noite para o dia – tampouco sem uma preparação adequada dos gestores.

Como citado anteriormente, o PIX ainda suscita muitas dúvidas.

Ainda há discussão quanto ao custo e como será cobrado, mas já há o entendimento inicial de que haverá custo para pessoa jurídica que receber recursos.

Logo, é preciso equilíbrio no caixa para que essa taxa a mais seja diluída de forma adequada nos ganhos proporcionados.

O mercado observa diversas instituições adotando um caminho parecido com o cartão de débito, em que é cobrado um percentual do valor transacional (o MDR), mas outras apostam em um custo fixo independentemente do valor que está sendo transacionado.

Em todo o caso, o PIX já está em jogo – cabe aos varejistas se prepararem de forma adequada e competirem com esse novo recurso.

Não há mais espaço, por exemplo, para a prática de preços diferenciados de acordo com o meio de pagamento (como muitos faziam até recentemente com as vendas em dinheiro e em cartão).

O avanço da tecnologia trouxe mais facilidades e remodelou os hábitos e comportamentos dos consumidores, ressignificando o varejo como um todo.

O mundo mudou e está cada vez mais digital – inclusive na forma de comprar e pagar.

Fonte: Jornal Contábil

3 dicas para redução de custos

Venha descobrir neste post sobre as maiores dicas para cortar todos os seus gastos desnecessários!

Reduzir custos é, sem dúvidas, um dos grandes desafios dos empreendedores. Afinal de contas, quando um gestor decide reduzir seus custos, ele normalmente também diminui a própria lucratividade do negócio como um todo.

Além disso, basta um erro nos cálculos de redução de custo, que os produtos e serviços disponibilizados por sua empresa podem não manter a mesma qualidade, deixando de satisfazer clientes e perdendo vantagens competitivas!

Por essa razão, quando se trata de redução dos custos, antes de mais nada é importante pensar em não comprometer a qualidade dos produtos e serviços. E para isso, primeiro tem que focar em encontrar quais são os “gastos ocultos” que podem acabar com grande parcela do seu orçamento mensal

Se você quer saber como ter sucesso ao reduzir os custos do seu negócio, então neste post nós iremos explicar sobre todos os detalhes do assunto.

Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar neste post! Vamos lá?

1. Mapeie processos internos

Primeiro de tudo, não é possível começar um planejamento de redução dos custos, se a sua empresa nem sabe quais são todos os processos que precisam do ajuste.

Por essa razão, para começar esse processo, é importante registrar e mapear todas as atividades e processos do negócio. Essa é uma etapa um tanto trabalhosa, mas que vale a pena, à medida que os custos ocultos forem aparecendo.

Se possível, seja bem detalhista ao vasculhar as despesas do seu negócio: você provavelmente vai se deparar com muitos custos desnecessários e oportunidades de melhorias.

2. Fique de olho no fluxo de caixa

O fluxo de caixa pode mostrar claramente quais são os gastos desnecessários do caixa corporativo. Por isso, faça também uma análise criteriosa dessa ferramenta, e investigue os motivos de eventuais aumentos dos custos ao passar dos períodos.

A partir de um diagnóstico detalhado, é possível descobrir a variação de preço nas matérias-primas, crescimento de gastos logísticos, com manutenções, entre outros.

Além disso, o fluxo de caixa também é útil para analisar se as suas receitas estão suprindo de forma adequada a todas as despesas e até mesmo indicar ajustes na precificação dos seus serviços.

3. Evite desperdícios

Apesar de ser uma dica básica, muitos negócios ainda não estabeleceram campanhas de redução de desperdício de matérias. Mas o que muitos não sabem, é que essas campanhas costumam trazer resultados rápidos e eficientes para a sua economia.

Conscientize os seus profissionais sobre evitar gastos desnecessários de água, energia, material de escritório, corpos descartáveis, etc.

Quanto aos processos das linhas de produção, também é importante inserir campanhas de logística reversa e reciclagem, além de também aderir a recursos com maior consciência ecológica.

Assim, é possível evitar gastos desnecessários, reduzir os seus custos e focar apenas nos resultados do negócio!

Fonte:Contábeis

4 dicas para seu caixa sair do vermelho

Ter dinheiro no caixa é muito importante para um negócio funcionar

Ter dinheiro no caixa é muito importante para um negócio funcionar

Qualquer negócio exige que fique sempre disponível certa quantia de dinheiro no caixa para as transações diárias. Desde as multinacionais, em que são realizadas grandes transações até a manicure do bairro com as pequenas transações diárias.

Essa quantia necessária depende dos prazos que você negocia com seus fornecedores e com seus clientes. Quanto mais prazo você der a seus clientes, maior será a necessidade de caixa para honrar com seus fornecedores. Concorda?

1. Planeje e Controle suas contas

Uma ferramenta muito útil para o planejamento e controle de caixa é o fluxo de caixa. Para o uso do fluxo e projeção de caixa é necessário que você tenha em mãos as informações de todas as suas contas, tanto a receber, quanto a pagar. Informações como: Datas, valores, quantidade de parcelas, meio de pagamento (boleto, cartão, depósito), são importantes e que precisam ser controladas.

Boletos dos clientes, por exemplo, podem demorar cerca de dois dias até a liberação do dinheiro no seu caixa após a data de pagamento.

No caso de cartões, você deve estudar a taxa cobrada por sua operadora e o prazo para liberação dos valores pagos para a modalidade de débito e de crédito. Controle-os, pois esses pequenos prazos podem atrapalhar sua programação de caixa.

Com o fluxo de caixa montado será possível visualizar o melhor dia para programar uma conta, evitando o agendamento de compromissos com fornecedores em datas que não há recebimentos de clientes.

2. Controle seu caixa

Os compromissos com fornecedores devem ser honrados sem atraso ou custos adicionais (mora, multa, juros, etc). Portanto faça a programação em datas que os recebimentos cubram os compromissos, vigie e controle para que nenhum imprevisto afete sua programação.

Observe que algumas despesas pequenas como telefone, internet e combustível, quando somados, podem atrapalhar a sua programação, deve-se então identificar todos os gastos do seu negócio e caso seja necessário determinar um limite para que nenhum gasto não planejado seja adicionado por você e sua equipe.

3. Analise suas despesas

Crie o hábito de avaliar sempre os consumos internos (material de escritório, água e luz, dentre outros) se perguntando o que pode diminuir? Como também a estrutura física utilizada pela empresa (aluguel). Os recursos são utilizados de forma ineficiente por muitas empresas sendo que grande parte dessa ineficiência pode ser evitado mudando os hábitos da equipe que precisam ser controlados com medidas simples de participação.

Assim como os outros passos este também precisa de bastante atenção uma vez que ao identificar uma despesa que possa ser eliminada ou reduzida, entretanto isso aumenta a disponibilidade de dinheiro no caixa da sua empresa.

4. Negocie os prazos

Cuidado com as ofertas do fornecedor, pois geralmente para se obter o desconto exigi-se em contrapartida um aumento no volume comprado e o pagamento à vista, esta prática para seu caixa pode não ser bom por duas variáveis, a primeira é que aumentando suas compras você provavelmente aumentará seu estoque (tira dinheiro do caixa e coloca no estoque) e pagando à vista reduz o seu prazo de pagamento que também não é bom para seu caixa, relembrando a regra para aumentar a disponibilidade de dinheiro no caixa é aumentar o prazo de pagamento e reduzir o prazo de recebimento.

Avalie, se o fornecedor puder entregar em prazos mais curtos, o seu negócio não terá a necessidade de formar estoques grandes. Negocie os prazos de pagamento alinhando com os prazos do seu cliente.

Portanto para seu negócio ter mais disponibilidade de caixa você precisa ter o controle dos prazos: identificar todos os compromissos e suas respectivas datas é o primeiro passo.

Se você quer saber mais como dar esse primeiro passo, deixe um comentário com sua dúvida que te ajudamos!

Fonte: Administradores.com

Pix: Comércio se prepara para trabalhar com a nova ferramenta

A partir do dia 16, os pagamentos poderão ser feitos pelo celular, substituindo o dinheiro e o cartão de débito, usando, principalmente, um QR Code.

A menos de duas semanas do início do funcionamento pleno do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, o comércio se prepara para uma grande mudança no modo de fazer compras à vista.

A partir do dia 16, os pagamentos poderão ser feitos pelo celular, substituindo o dinheiro e o cartão de débito, usando, principalmente, um QR Code – o Quick Response Code, ou código de resposta rápida.

Os meios de pagamentos usados hoje não deixarão de existir, mas a aposta é que o Pix ganhe espaço, pela praticidade e pela rapidez na finalização da transação, que deve ser concluída em dez segundos. A novidade deve mudar o dia a dia nos estabelecimentos, com menos circulação de cédulas e maquininhas deixadas de lado.

A certeza, por enquanto, é que os custos operacionais vão diminuir, o fluxo de caixa vai ficar mais ágil e até mesmo novas estratégias de negócio vão surgir, especialmente no varejo e no e-commerce.

Pix

O sistema deve entrar em pleno funcionamento no dia 16, mas na terça-feira o Banco Central iniciou uma operação restrita com até 5% dos clientes bancários autorizados a usar o Pix.

Patrick Negri, sócio-fundador da fintech de gestão e automação financeira iugu, enxerga várias oportunidades, a depender do desenvolvimento do Pix no País.

“Tem muita gente que consome produtos que o Pix ainda não oferece. Por exemplo, ainda não vai ser possível deixar o Pix no automático”, disse, explicando que serviços de recorrência, como assinaturas, poderiam ser beneficiados.

Fonte: Contábeis

Sua empresa possui mesmo um controle de contas a pagar ou simplesmente reage a cada dia?

Toda empresa, para realizar suas operações, precisa se relacionar com fornecedores, prestadores de serviço e outros tipos de pessoas e empresas, contratando e comprando produtos ou serviços.

Uma boa gestão de contas a pagar começa antes de qualquer contratação, com um bom planejamento financeiro que define quais serviços ou produtos precisam ser comprados e com uma excelente pesquisa de mercado para definir os melhores custos.

Naturalmente, existe uma relação muito direta com a administração de contas a receber. Esta ligação deve permitir que a gestão de cobranças gere dinheiro, em tempo e quantidade suficiente, para quitar as contas a pagar.

Então, uma empresa bem administrada precisa ter um controle financeiro empresarial que una boas práticas de contas a pagar e receber!

Gestão financeira: o que é contas a pagar e a receber?

Um bom planejamento financeiro empresarial exige um bom controle de contas a pagar e receber, certo? Por isso, vamos entender definitivamente as ações de pagamento e recebimento de uma empresa.

Basicamente, estes valores representam tudo o que vai acontecer com o dinheiro do seu negócio. Por isso, manter este controle efetivo pode garantir melhores previsões para o seu fluxo de caixa.

Contas a pagar são todas as obrigações financeiras assumidas por uma empresa, ou seja, qualquer tipo de pagamento, seja de seus colaboradores, contas de consumo ou compra de matéria-prima.

Já as contas a receber são todos os recebimentos previstos para entrar no seu fluxo de caixa, desde o recebimento de uma duplicata paga por um cliente, até os juros dos investimentos.

Para entender se a sua empresa está trabalhando de forma sustentável e garantir os saldos positivos, é preciso colocar todas as contas lado a lado e realizar análises completas para entender se haverá dinheiro suficiente obtido pelas contas a receber, para quitar todas as contas a pagar.

Por isso, é muito importante realizar um controle efetivo deste processo através de ferramentas que te ajudem a colocar em prática uma gestão financeira de qualidade.

Sistema de gestão para contas a pagar e receber

O melhor método para sua empresa ter um bom controle de contas é usando um sistema ou software para isso. É comum empresas usarem planilhas para gestão financeira, mas um sistema traz muitas vantagens.

1. Pode ser gratuito, como o Omie.Fit

2. Evita erros, como fórmulas mal preenchidas

3. Permite melhores análises e, também, mais estratégicas

Além disto, um sistema de contas a pagar e receber, como o OMIE, vai lhe permitir gastar menos dinheiro com tarifas de cobrança, prever melhor a relação do fluxo de caixa – comparação diária do que você tem para receber e para pagar – e até mesmo oferecer acesso a empréstimos para cobrir falhas no fluxo de caixa, com taxas e burocracias muito menores do que nos bancos.

Entenda o que é um fluxo de caixa

Qualquer empresa tem contas a receber de seus clientes e contas a pagar para seus fornecedores. A questão central é que as datas e valores do que será recebido dos clientes, e as datas e valores do que será pago aos fornecedores, não são sempre coincidentes.

Pode ser que você venda sempre à vista, e pague sempre a prazo. Neste caso, você tem o dinheiro em mãos já e só vai pagar seus fornecedores mais adiante.

Mas pode também acontecer o contrário. Você pode estar pagando seus fornecedores sempre à vista, e seus clientes lhe pagando a prazo. Isso cria um desencontro no caixa.

Entre um cenário e outro existem muitas configurações possíveis entre a velocidade do que você tem para receber e a velocidade do que você tem pagar.

Fazer esta comparação, prevendo o que será recebido e pago a cada dia na semana, mês, trimestre e anos futuros, é o que chamamos de Fluxo de Caixa; instrumento que permite a administração de contas a receber e a pagar.

Quando você prevê com antecedência eventuais descompassos, pode pensar em como utilizá-los a seu favor, por exemplo comprando à vista e obtendo mais desconto, ou aplicando o recurso de maneira inteligente.

Também será possível prever momentos em que faltará dinheiro, e você poderá negociar com seus fornecedores condições mais adequadas de compra, planejar melhor os compromissos financeiros futuros que vai assumir e, em último caso, se preparar para obter crédito com antecedência.

Dicas importantes para a organização de contas a pagar

a. Garanta que as compras e contratações aconteçam sempre depois de uma pesquisa e comparação de preços, especialmente no caso de fornecedores constantes e antigos

b. Antes de comprar, verifique no fluxo de caixa projetado para a data do vencimento se existem recursos disponíveis

c. No momento do pedido de compra, já inclua o compromisso no sistema de contas a pagar

d. Na chegada de itens adquiridos, confira se os preços e condições de pagamento estão de acordo com o pedido, e confira se os dados no sistema de contas a pagar estão corretos

e. Certifique-se sobre a existência de impostos a pagar sobre o que foi comprado. Contratação de serviços podem ter incidência de impostos retidos na fonte, e compras de itens de outros Estados podem ter necessidade de recolhimento de impostos na entrada. Oriente-se com seu contador a este respeito.

f. Se houver impostos a pagar sobre compras e contratações, registre no sistema de contas a pagar esta previsão.

g. Não misture os gastos pessoais dos sócios com as contas a pagar da empresa. O sócio deve ter uma remuneração de pró-labore determinada, com data de pagamento, e apenas o valor referente a ele deve ficar no contas a pagar da empresa.

h. Acompanhe com antecedência o seu fluxo de caixa e, quando necessário, renegocie as condições com os credores.

i. Não conte com limites de créditos que sua empresa tenha pré-aprovados, como se fossem dinheiro a sua disposição. Eles custam caro.

Dicas importantes para a administração de contas a receber

a. Antes de definir as condições de vendas a prazo, analise seu fluxo de caixa, e tenha em mente que existe um custo financeiro em conceder esta opção para seus clientes

b. Lembre-se de que antecipar o recebimento de créditos junto a clientes custa caro e pode consumir seu lucro

c. Use um meio de cobrança com tarifas justas. Taxas de máquinas de cartão e tarifas de cobrança bancária variam muito no mercado, e você precisa pesquisar o tempo todo as melhores tarifas

d. Mantenha o cadastro de clientes sempre atualizado

e. Considere sempre os riscos de inadimplência. Crie critérios bem definidos e seguros para conceder prazo para seus clientes

f. Não controle o “contas a receber” pelos relatórios bancários ou de administradoras de cartão. Use sempre um software de contas a pagar e receber, como o sistema OMIE. Administradoras de cartão recusam o pagamento de operações, e os relatórios bancários podem fornecer informações incompletas.

g. Tenha métodos de cobrança bem definidos e ágeis para lidar com clientes inadimplentes.

Não descuide!

Mesmo que sua empresa esteja com um bom fluxo de caixa, mantenha a atenção. A dinâmica do mundo dos negócios exige que você esteja o tempo todo com um excelente controle financeiro empresarial, e isso só depende da sua dedicação!

Realizar a gestão financeira do seu negócio com eficiência e dedicação deve ser uma tarefa diária e indispensável para que suas contas a pagar e receber se tornem uma maneira efetiva de fornecer as melhores informações estratégicas para a sua empresa.

Fonte: Omie

Se Você Quer Garantir Que Sua Farmácia Sobreviva À Crise, Implementar O Controle De Vendas É Uma Necessidade!

Entenda qual é a importância e como fazer um controle de vendas que vai realmente fazer diferença no seu negócio! 

O que você tem feito para manter a sua farmácia ativa durante a crise? 

Muitos gestores têm procurado meios efetivos de manter seus negócios, entretanto, um erro muito comum é acreditar que são grandes ações, investimentos ou até mesmo empréstimos que vão salvá-los da crise. 

Claro que existem casos em que isso é necessário, todavia, alguns detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos podem ser o fator que vai fazer toda a diferença em um negócio. 

Por isso, ainda que você vá partir para as grandes ações, é preciso ter cuidado com os detalhes, sendo assim, hoje, vamos falar sobre a importância do controle de vendas e, claro, dar algumas dicas de como fazê-lo! 

A importância do controle de vendas

Realizar o controle das vendas não é algo complexo e, em um primeiro momento, pode parecer apenas mais uma tarefa ao invés de algo realmente efetivo. 

Porém, esse tipo de pensamento precisa ser deixado para trás agora. 

O controle de vendas é uma forma extremamente eficaz de conseguir organizar a sua farmácia e analisar como está o seu desempenho durante um determinado momento. 

Dessa forma, se torna possível identificar a necessidade de ações que aumentem as vendas ou, até mesmo, fazer um planejamento para reduzir custos de acordo com o faturamento que as vendas têm proporcionado.

Ou seja, acaba por ser uma ferramenta de análise poderosa e muito simples de se aplicar – como vamos mostrar agora!Wr Gif Como Reduzir Os Impostos Pagos De Sua Farmacia Ou Drogaria - Contabilidade em Goiânia Goiás | WR Contabilidade e Consultoria

Faça todos os registros de vendas! 

Bom, esse passo é básico e até óbvio, porém, muitas pessoas acabam por esquecer na correria do dia – e isso não pode acontecer de jeito nenhum. 

É preciso ter disciplina e realmente registrar cada venda que acontece, ou seja, instrua os colaboradores da sua farmácia a realizarem o mesmo.

Use o digital ao seu favor! 

Já passamos da época de fazer grandes controles em caderninho, certo? 

Você pode optar por um software específico para farmácias, que também trará novas funcionalidades, porém, sabemos que principalmente com a crise, investir em um software pode não estar nos seus planos. 

Porém, você também pode utilizar planilhas! Quando bem montadas e com fórmulas aplicadas, elas cumprem com o objetivo de forma excelente. 

Preze pelo seu fluxo de caixa!

Você lembra que falamos que o controle de vendas é uma ferramenta de análise, certo? 

E, para ela ser precisa, contar com os valores da venda é primordial! Sendo assim, tenha disciplina, também, com seu fluxo de caixa!

Assim, você acaba, inclusive, cuidando de dois aspectos simples, mas fundamentais em todos os momentos para sua farmácia. 

Conte com quem te entende

Lidar com uma  crise de proporções como a atual é desafiador, e o controle de vendas é apenas um dos tantos aspectos que você precisa cuidar em sua farmácia. 

Ou seja, fazer tudo sozinho é simplesmente aceitar sucumbir à crise. 

Mas, nós estamos aqui para entender as suas necessidades e te auxiliar! Nosso time é formado por especialistas em farmácias e nosso empenho diário é para garantir a sobrevivência de nossos aliados. 

Sendo assim, não hesite em contar conosco!
QUERO REDUZIR OS CUSTOS DA MINHA FARMÁCIA!

Relatórios contábeis são documentos que descrevem, com dados técnicos, todas as informações colhidas pelos setores de contabilidade das empresas.

Nesses registros, estão inclusos todos os valores de despesas, custos e impostos devidos ou pagos.

Geralmente, os relatórios são feitos mensalmente, trimestralmente ou anualmente — essa frequência varia de acordo com as normas estipuladas pelos estabelecimentos.

Para que possam ser acessadas sempre que houver necessidade, essas informações podem ser impressas, ou permanecerem armazenadas em arquivos digitais.

Se você busca por informações referentes a relatórios contábeis, o post de hoje foi elaborado especialmente para aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto.

Tenha atenção em sua leitura e aproveite.

Quais os tipos de relatórios contábeis existentes?

Existem apenas dois tipos de relatórios contábeis: os relatórios obrigatórios e os não obrigatórios.

Veja, abaixo características específicas de cada um dos tipos de relatórios gerados pela contabilidade financeira:

Relatórios obrigatórios

Conhecidos como Demonstrações Financeiras, os relatórios obrigatórios são aqueles exigidos por lei.

Entre eles, estão documentos como:

  • Balanço Patrimonial (BP);
  • Demonstração do Resultado do Exercício (DRE);
  • Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA);
  • Demonstração das Origens e Aplicações de Recurso (DOAR) — somente para Sociedades Anônimas.

Dependendo da situação, é preciso publicar esses relatórios por meio de mídia escrita.

Relatórios não obrigatórios

Os relatórios não obrigatórios são aqueles que não são exigidos pela legislação.

No entanto, eles são extremamente importantes para as tomadas de decisão dos empresários e gestores de empresas, pois seus dados podem definir investimentos importantes, entre outras funções.

São eles:

  • Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC): exceto para as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00, quando se torna obrigatório;
  • Demonstrativo do Valor Adicionado (DVA): exceto para as companhias abertas.

Ambos os relatórios descrevem as operações passadas, possibilitando aos gestores o fácil acesso a previsões de despesas e receitas de períodos futuros.

Qual a importância desses relatórios?

Todos os relatórios contábeis são importantes para avaliar a saúde financeira da empresa. Afinal, são eles que resumem todas as informações de uma forma organizada e confiável.

Sem esse controle, um gestor coloca em risco o sucesso de sua administração.

Por isso, ele deve analisá-los com muita cautela e atenção.

Quem pode fazer relatórios contábeis?

Todo trabalho que envolve a coleta de informações — inclusive a entrega dos informes contábeis à diretoria, à gerência e ao conselho administrativo das empresas — deve ser realizado com muita perfeição, pois esses documentos têm um papel fundamental para a administração dos empreendimentos.

Portanto, manter um fluxo de caixa atualizado proporciona ao gestor uma visão sobre a situação financeira da empresa, auxiliando antecipadamente na tomada de decisão.

Por essa razão, os relatórios contábeis devem ser feitos por profissionais contábeis e com experiência na área.

Por tratarem da área financeira dos negócios, esses documentos são de extrema importância, e qualquer erro na coleta e interpretação dos dados pode significar um grande prejuízo para a empresa, seja por conta de um investimento mal aplicado ou por uma decisão mal embasada.

Como eles são elaborados?

Uma pequena empresa oferece desafios que surpreendem a maioria de seus gestores.

É fundamental estar preparado para superá-los sem grandes dificuldades.

A elaboração de um relatório contábil exige conhecimento e uma visão diferenciada sobre as questões econômicas do negócio.

sucesso da gestão depende do equilíbrio entre um software eficiente e adequado às suas necessidades e de práticas que trazem bons resultados.

Antes de tomar qualquer atitude, é necessário criar um bom plano de contas.

Nessas horas, deve-se evitar a generalização. Ou seja, a lista dos registros existentes deve respeitar a hierarquia dos produtos e subprodutos da gestão.

Por exemplo, se existe mais de um tipo de produto à venda, seus lançamentos devem ser lançados separadamente.

Outra questão muito importante está relacionada ao provisionamento de valores.

Todos os valores devem ser provisionados, em curto e longo prazos.

Quando isso não acontece, o balancete fica incompleto.

Quais benefícios eles trazem para o negócio?

As vantagens que os relatórios contábeis proporcionam para um empreendimento são variadas.

Citamos alguns de seus principais exemplos abaixo:

Melhores decisões

Quem administra uma empresa é pressionado por todos os lados para obter resultados positivos.

Essa pessoa deve escolher os melhores profissionais do mercado, saber dialogar com sua equipe de trabalho e tomar decisões eficientes.

Qualquer deslize pode colocar em risco a obtenção de números positivos e abrir espaço para os concorrentes ganharem espaço no mercado.

Em meio a esse cenário, os relatórios contábeis facilitam o entendimento da atual situação econômica da gestão.

Como consequência disso, é possível escolher soluções que aumentam a produtividade e fomentam o crescimento da empresa.

Criação de estratégias mais eficientes

O mercado está repleto de diferentes gestões com inúmeros objetivos e metas de trabalho.

Cada uma delas deve criar uma estratégia específica para obter os resultados que deseja.

De nada adianta tentar copiar o planejamento dos concorrentes, se o empreendimento em análise não está preparado para isso.

Ao realizar relatórios contábeis com dados reais e atualizados, o negócio consegue identificar as potencialidades e as fragilidades que são cruciais no caminho do sucesso.

Acesso facilitado ao crédito

Hoje em dia, a maioria das instituições financeiras ainda não solicita os relatórios contábeis de pequenas e médias empresas.

Entretanto, os bancos estão se preparando para solicitar esses tipos de documento antes de liberar pequenos empréstimos.

Os financiamentos de longo prazo, como os fornecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) exigem mais rigor na saúde financeira dos estabelecimentos.

Esse tipo de investimento é fundamental para expandir as atividades da empresa e fazer com que sua notoriedade cresça no mercado.

O aumento do crédito disponibilizado depende da análise dos relatórios contábeis exigidos. Portanto, eles devem ser atualizados para evidenciar a capacidade de pagamento do negócio.

Fonte: Jornal Contábil

EBITDA significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Em inglês, a sigla EBITDA significa Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization.

Também conhecido como LAJIDA, o EBITDA é um indicador financeiro simples e eficiente quando falamos sobre o maior do resultado de seu negócio. 

Neste artigo você conhecerá um pouco mais sobre o EBITDA, sua aplicação para as empresas e para o mercado e como os analistas fazem para calcular este indicador em cada empresa.

O que é EBITDA

Uma empresa pode ter várias fontes de renda para sua geração de caixa.

Uma delas é a geração operacional, que é fruto da produção de serviços e mercadorias de seu trabalho.

A outra forma é com efeitos financeiros como o mercado de ações, por exemplo.

O EBITDA considera apenas a geração de renda operacional da empresa, sem desconsiderar os efeitos financeiros, as taxas, impostos e amortizações – uma análise interna do desempenho da empresa.

O EBITDA não leva em conta fatores como impostos, taxas, depreciações e amortizações.

Isso, porque existe um indicador mais abrangente que leva em conta todos estes fatores – o EBIT.

Por exemplo: considere uma empresa de petroleira de sociedade anônima listada em rede.

Esta petrolífera possui atividades regulares que envolvem a extração, o refino, a distribuição e a comercialização de petróleo e seus derivados – atividades operacionais.

Da mesma forma, o rendimento desta empresa fictícia é modificado de acordo com o valor de suas ações na bolsa de valores.

Além, do impacto dos impostos, juros e taxas que esta empresa paga.

Quando a empresa fictícia vai divulgar seu relatório periódico de rendimentos, ela disponibiliza uma série de indicadores, mas o EBITDA irá considerar apenas o retorno financeiro que esta empresa teve com as atividades relacionadas às atividades-fim, ou seja, petróleo.

As empresas sempre são afetadas também por fatores extrínsecos ao seu controle ou sua rotina de produção.

Por isso, apenas a análise dos resultados finais (lucros ou prejuízos) não são suficientes para avaliar o real desempenho do negócio.

Sendo assim, o EBITDA se mostra um indicador bastante eficaz para estimar os resultados de uma empresa de acordo com sua performance, efetividade e habilidade de vender, e não fatores relacionados à externalidade e ao mercado de ações.

Como realizar o cálculo do EBITDA

O passo preliminar para se obter o cálculo do EBITDA é obter o lucro operacional.

De acordo com os critérios utilizados pelas análises, este valor é obtido com a subtração – a partir dos valores em receita líquida, das despesas operacionais, dos custos de mercadorias vendidas (CMV) e das despesas financeiras líquidas, ou seja, despesas excluindo receitas provenientes de juros e outros itens financeiros.

É importante ressaltar que a definição de lucro operacional normalmente utilizada não considera o resultado financeiro.

Para calcular o indicador EBITDA, é necessário adicionar o ao lucro operacional a amortização e a depreciação inclusas no CMV e nos custos operacionais.

Isto acontece pois estas contas não demonstram baixas no caixa efetivo daquele período.

O EBITDA não leva em conta a depreciação, que é a medida que quantifica a perda da capacidade de um equipamento devido à ação de uso ou tempo, isto é, um valor referente à própria produção e ao desempenho operacional.

Como esta perda é apenas de ordem econômica, e não financeira, não há efetivamente um desembolso de recursos neste período.

A despesa financeira líquida foge da amostragem de análise do indicador e é acrescentada ao EBITDA.

Esta conta é de efetivo desempenho operacional, e adiciona-se ao Lucro Operacional Líquido antes dos impostos para o cálculo do EBITDA a depreciação, a amortização e os juros.

As regras da CVM não obriga as empresas a divulgar periodicamente o EBITDA, no entanto, a maioria delas já os divulga junto a seus relatórios, o que facilita o trabalho dos analistas financeiros.

No entanto, as diferentes metodologias que cada empresa aplica no cálculo é criticada pelos economistas, principalmente em relação a itens extraordinários.

Onde o EBITDA é aplicado na economia?

O EBITDA é um indicador muito utilizado para medir a eficiência e a produtividade de uma empresa, justamente por não levar em conta os efeitos financeiros e eventuais decisões contábeis dos negócios. 

Pode medir com maior precisão em uma análise dos resultados de uma empresa, ou seja, de onde pode estar vindo o ganho de lucros ou de onde pode ser proveniente um eventual prejuízo.

Assim como o percentual de venda, o EBITDA também serve para comparar a eficiência das empresas dentro de uma determinada área de atuação no mercado.

Os investidores ficam de olho na variação do EBITDA das empresas a fim de avaliar em quem vale a pena injetar capital e de quais empresas eles devem “passar longe”, pois a alteração deste indicador costuma denunciar sintomas de melhora produtiva ou pioras consideráveis que devem ser sempre consideradas.

Se o EBITDA aumenta, a empresa está conseguindo ser mais produtiva.

Se o indicador diminui, há algo de errado com aquele empreendimento.

No entanto, ressalvas também precisam ser feitas.

O EBITDA pode dar uma falsa impressão de que a empresa possui efetiva liquidez, o que pode não ser verdade.

Afinal, mesmo que uma empresa possua um bom capital produtivo, os dados relativos às dívidas, a depreciação e a amortização, além das variáveis do mercado financeiro, podem influenciar efetivamente sobre a liquidez daquele negócio.

Em empresas que possuem ativos operacionais de vida curta, este fator deve ser ainda mais levando em conta.

Como analisar o EBITDA

O EBITDA é um índice muito relevante para qualquer análise de desempenho e rendimento de uma empresa, mas por si só, o EBITDA ser um dado lacunar.

Por isso, nas análises feitas pelos avaliadores, o EBITDA é associado a outros indicadores da empresa para se refletir sobre a viabilidade de se investir em determinados negócios.

Portanto, ao investirem, tente fazer a análise mais macro possível.

É possível que uma empresa possua em seus relatórios um EBITDA realmente gigantesco, mas que na prática, ela mal tenha dinheiro para pagar o salário de seus funcionários – uma fora de isso acontecer é levar calote de clientes – e esta disparidade pode acontecer pelo fato de o EBITDA analisar apenas as contas de resultado final, independentemente da movimentação de patrimônio do negócio.

Manipulações contábeis e outras falhas de informação também podem atrair investidores que eventualmente se deixem levar apenas por um EBITDA altamente atrativo.

Antes de investir em alguma empresa, avalie todos os relatórios e indicadores sobre ela disponíveis para comparar o EBITDA com as receitas, as dívidas, o fluxo de caixa, a liquidez e outras variáveis, desta forma.

Isto garante baixos riscos e grandes oportunidades.

Acesse as páginas do CVM e saiba todos os detalhes do EBITDA e outros indicadores financeiros das empresas conforme as regulamentações brasileiras.

Vantagens do EBITDA

O EBITDA é um indicador financeiro que apresenta algumas vantagens e benefícios para as empresas, confira algumas delas:

  • É uma importante ferramenta que proporciona determinar os números relacionados a produtividade e eficiência de um negócio, pois não inclui em seu cálculo os efeitos de decisões contábeis e financiamentos;
  • Se o EBITDA de uma empresa aumenta no decorrer dos anos, é possível verificar que a empresa possui uma capacidade de promover a eficiência e produtividade;
  • Se feita uma comparação do EBITDA entre diferentes empresas, este processo possibilita uma precisa análise de competitividade entre elas no mercado;
  • As comparações de EBITDA podem ser feitas até entre empresas de países diferentes, já que se trata de um indicador universal. Esta comparação pode ser feita, pois são deixadas de lado questões locais, como a tributação;

Desvantagens do EBITDA

Entretanto, o EBITDA não é um indicador perfeito.

Ele apresenta algumas vantagens e limitações. Veja quais são:

  • Apesar de importante, ele não deve servir como o único indicador para as empresas, pois ele não engloba uma possível alta alavancagem. O que pode comprometer o caixa e os resultados da empresa no futuro;
  • Em casos de a empresa investir em ativos financeiros, o EBITDA pode não ser um indicador adequado. Isto porque não terá o seu esforço econômico beneficiado recompensado através do EBITDA e os valor destes ativos irão passar batidos neste tipo de análise.
  • O EBITDA não é capaz de indicar a liquidez de uma empresa, que é um aspecto essencial para compreender o real valor de uma empresa.
  • O EBITDA positivo pode esconder alguns prejuízos financeiros da empresa. É preciso ficar atento;

Afinal, devo confiar no EBITDA?

Portanto, o EBITDA é sim um bom indicador para analisar a lucratividade da atividade principal de uma empresa, entretanto é preciso utilizá-lo de uma forma correta devido as limitações que apresentamos anteriormente, principalmente em relação a liquidez da empresa, que não pode ser indicada pelo EBITDA.

É interessante o uso do EBITDA, mas não deve ser a única ferramenta de análise para as empresas.

Outro fator que corrobora para isto é em relação ao valor de reinvestimento necessário para os ativos dos próximos anos que também não pode ser indicado por este indicador, o que pode gerar uma visão imprecisa da situação financeira da empresa.

Lucro operacional

O lucro operacional, portanto, é o lucro gerado exclusivamente pela operação do negócio, como o próprio nome já diz.

Para saber o lucro operacional de uma empresa é preciso deixar de lado todos os tipos de despesas administrativas e comerciais do negócio, além de descontar as despesas operacionais.

O lucro operacional proporciona uma visão precisa sobre os resultados financeiros da empresa.

A fórmula para calcular o lucro operacional é a seguinte:

  • Lucro operacional= Lucro bruto – despesas operacionais + receitas operacionais

O DRE

O lucro operacional está dentro do DRE, que é o Demonstrativo Resultado do Exercício, que pode ser calculado a partir do sistema eGestor, que também realiza várias outras importantes funções na gestão empresarial.

O DRE nada mais é portanto, do que um resumo dos resultados financeiros da empresa em um determinado período, que geralmente é calculado de uma forma anual.

É uma ótima ferramenta para realizar a mensuração dos mais variados empreendimentos.

EBIT x EBITDA

O EBIT (Earnings Before Interest and Taxes), que em português significa Lucro antes dos Juros e Tributos, é assim como o EBITDA também é um importante indicador para as empresas.

Mas a principal diferença para o primeiro é que o EBIT ao contrário do EBITDA considera no seu cálculo os efeitos das depreciações e amortizações, enquanto o EBITDA não considera.

O EBIT mostra o lucro operacional da empresa, sem contar os resultados financeiros, dividendos e juros sobre o próprio capital.

O EBIT é calculado a partir da equivalência patrimonial e outras resultados não operacionais da empresa.

Este indicador financeiro é responsável por mostrar qual foi o verdadeiro lucro contábil obtido pela empresa em determinado período relacionado especificamente as atividades operacionais do negócio, ou seja, somente em relação as atividades fim da empresa.

O que são depreciações e amortizações?

Depreciação nada mais é do que a apuração de determinado valor de um ativo financeiro, ou seja, é uma redução de determinados valores, seja por motivos de desgaste ou então de perda de sua vida útil, que pode ocorrer por ação da natureza, humana ou por obsolescência.

Já as amortizações ocorrem de uma maneira parecida: elas consistem em uma alocação dos valores amortizáveis, como as dívidas, por exemplo, que são ativos intangíveis.

A diferença entre uma amortização e uma depreciação, portanto, está no que diz respeito à imposição: enquanto a depreciação se impõe sobre ativos físicos, como uma mesa de trabalho, por exemplo, a amortização se impõe sobre ativos intangíveis, que são direitos ou despesas com prazo limitado por questões legais ou contratuais.

Fonte: Jornal Contábil

Hoje falaremos um pouco mais sobre a assessoria financeira e de crédito, e da importância que a mesma possui na vida do empreendedor atual.

Afinal, vivemos em um país cheio de impostos, que muitas vezes impedem o crescimento de um negócio que possuiria um bom futuro.

Anualmente, diversos negócios fecham no Brasil por dificuldades de se manter na ativa de portas abertas.

Os motivos são variados, como a falta de vendas e também uma falta de controle sobre seu fluxo de caixa.

Como pode gastar, onde deve gastar e de que maneira utilizar o dinheiro que se possui em caixa, numa possível reserva de emergência.

Estamos falando da reserva de emergência, mas em um mercado onde até 50% dos ganhos podem ser taxados, ela pode parecer até mesmo utopia.

Muito disso também se deve à falta de informação de qualidade e uma formação básica financeira.

É bom lembrar que não possuímos nenhuma matéria no currículo escolar em relação a educação financeira.

Mas, algumas escolas a implementam através de projetos extra horário comum, ou então as instituições particulares a utilizam como matéria curricular.

Portanto, essa falta de gestão financeira e de crédito já vem de berço do brasileiro.

Mas, isso pode mudar através da assessoria financeira e de crédito, principalmente na vida do pequeno e médio empreendedor.

Pensando nisso, preparamos um conteúdo de altíssima qualidade com a finalidade de lhe auxiliar nesse processo de “arrumar a casinha” e preparação financeira.

Assessoria Financeira possui grande papel em tempos onde todo centavo economizado possui grande valor.

Portanto, caso queira aprender ainda mais sobre os benefícios que a Assessoria Financeira pode trazer ao seu negócio, acompanhe-nos até o final e deixe seu comentário.

Afinal, sua opinião possui suma importância para que continuemos a trazer um conteúdo de qualidade aqui para o blog.

O que é a Assessoria Financeira ou de Crédito?

Bom, você já deve ter percebido que ao mesmo tempo que introduzimos nosso conteúdo, fizemos uma crítica pontual.

Esta é em relação à falta de informação e conteúdo que o brasileiro teve durante muitos anos em relação a área financeira.

Isso vem mudando nos últimos anos, principalmente acompanhado do avanço da tecnologia.

Vídeos, conferências, conteúdos infinitos vem sendo divulgados na internet diariamente em um ritmo absurdo.

Muito disso se dá na área da assessoria financeira, mas é importante que saibamos selecionar o que é bom e o que devemos descartar.

Portanto, fique atento.

Com esse grande crescimento, nasce um nicho de mercado que surgiu no intuito de auxiliar o micro, pequeno e também médio empreendedor.

Estes sendo os que mais sofrem com altas taxas de crédito que os bancos enraizados oferecem.

Estamos falando da assessoria financeira e de crédito.

Em meados do início do nosso século atual, começam a aparecer cada vez mais escritórios voltados nessa área de mercado.

Ou seja, em poucas palavras, são profissionais formados em economia, contabilidade, gestão empresarial ou então algo semelhante voltado ao financeiro empresarial.

Eles buscam oferecer uma assessoria especializada a cada um de seus clientes, levando em conta a capacidade financeira, fluxo de caixa, frescor de vendas, “moral financeira” que possui cada CPNJ, dentre outros quesitos relevantes.

A importância desse serviço se mostra principalmente em dados concisos.

Empresas que possuem assessoria financeira e de crédito tendem a durar mais tempo no mercado, ou até mesmo nunca fecharem.

E os motivos são pela facilidade em encontrar brechas nos problemas que as microempresas enfrentam, os quais citaremos nos tópicos a seguir.

Problemas Financeiros Enfrentados pelas Pequenas Empresas que Podem ser Solucionados pela Assessoria Financeira

Nesse mercado tão difícil de sobreviver como é o brasileiro, as empresas sobrevivem em uma corda bamba.

Será que mês que vem ainda estaremos abertos? Tem taxa abusiva para pagar aqui, ali, e quando a estação fraca chegar? Será que já terei um caixa?

Muito disso se deve a burocracia encontrada por pessoas jurídicas de conseguirem um crédito que seja realmente atrativo no mercado financeiro.

Dependendo do credor, encontramos taxas absurdas de até 36% sobre o valor mensal da parcela.

Isso é mais do que cobram muitos agiotas.

Obviamente não estamos incentivando o empréstimo ilícito, esta é apenas uma comparação.

A assessoria financeira e de crédito entra neste ponto, como importante auxiliadora na tomada de decisões importantes.

Incentivo e busca por taxas acessíveis através de assessorias financeiras

A mesma lhe dará caminhos possíveis a serem tomados, e você escolherá qual cabe mais ao seu bolso.

Podemos encontrar taxas de 6% no mercado sobre empréstimos empresariais, mas isso demanda estudo e buscas incessantes.

E quando estamos muito preocupados trabalhando diariamente, temos a assessoria financeira que ocupará tal cargo.

Novamente, ela se mostra essencial na vida principalmente dos pequenos empreendedores.

Estes são os que mais sofrem, pois não possuem boas ofertas e taxas de juros, isto porque ainda não possuem um nome grande.

Geralmente a taxa é altíssima e o nível de garantias chega a ser desumano.

Nesse momento, o simples carimbo de uma assessoria financeira em uma proposta feita por sua pequena ou média empresa pode mudar os olhos de um gerente.

A importância do crédito ao negócio em todas as suas esferas

Muitas vezes, estamos em uma “pindaíba” sem tamanho e somente uma injeção financeira nos tira desse fundo.

Portanto, é necessário tomar as medidas cabíveis e analisar os erros cometidos para nunca mais deixar que ocorram.

É nesse momento em que o crédito se faz importante, pois o mesmo pode alavancar um negócio do que seria a falência assistida.

Essa acontece quando você sabe o motivo da falência e apenas espera a mesma acontecer.

Portanto, a injeção de crédito através de empréstimos pode ser a saída que você procura.

Mas, novamente se dá como necessária a visão da assessoria financeira ao lado do pequeno empreendedor.

Na busca principalmente de taxas que se encaixem nessa nova era da empresa, onde o fluxo de caixa será resgatado, porém agora nivelado com as novas contas que estão presentes.

Como Melhorar seu Score para Conseguir Crédito de Maneira mais Fácil e com Taxas Acessíveis

Um dos problemas principais que empresas de pequeno e médio porte passam, é conseguir um incentivo financeiro que caiba em seu bolso.

Muitas vezes já estão emboladas até a cabeça de contas advindas de outros empréstimos, estes que possuem taxas exorbitantes.

Esses juros estão correndo e fazendo com que o Score (unidade de medida que avalia a “moral financeira” que a empresa possui), desabe de maneira assustadora.

Neste momento, é necessário tomar algumas medidas no intuito de melhorar esse Score, justamente com a ajuda de alguma assessoria financeira.

Abaixo, separamos três dicas interessantes para subir o Score de sua pessoa jurídica. Leia:

Faça acordos

É de suma importância que seu CNPJ esteja em dia, portanto, faça acordos com as credoras onde deve.

Contar com o auxílio da assessoria financeira é essencial, pois ela encontrará formas de encaixar as parcelas e taxas de refinanciamentos de acordos com seu fluxo de caixa.

Além de, é claro, “chorar” um desconto maior no pagamento.

Busque não fazer dívidas

Quando falamos não fazer dívidas, não estamos mencionando correr do incentivo financeiro, pelo contrário.

Estamos falando para buscá-lo como forma de alavancar seu negócio, e também de usar esse dinheiro como forma de pagamento de contas que entrariam em atraso.

Essas sim são dívidas evitadas.

Crie um Cadastro Positivo no Serasa Experian

O Cadastro Positivo do Serasa Experian é uma forma de você manter seu Score alto, e também todas as informações de sua empresa atualizadas.

Portanto, é como se fosse a carteira de identidade digital da sua corporação, mostrando ao mercado que está aberto a negociações e clareza financeira.

A grande maioria do setor de assessoria financeira e de crédito recomenda que todas as corporações, independentemente de seus tamanhos, façam o seus respetivos Cadastros Positivos.

E então, o que achou de conhecer um pouco melhor sobre a Assessoria Financeira e também de busca pelo crédito que possua melhores taxas?

Está buscando por auxílio financeiro e procura pelas melhores taxas? A dica que deixamos é que estude as taxas de cooperativas de crédito, elas possuem as melhores condições de mercado.

Mas, essas taxas podem melhorar caso você possua o acompanhamento de alguma assessoria financeira de crédito de qualidade.

Portanto, busque pela sua representante. E então, o que achou do conteúdo? Sanou suas dúvidas? Conte a nós, comente abaixo!

Até a próxima!

Fonte: Respostas

Confira tudo o que o fluxo de caixa pode fazer pelo seu negócio

A falta de administração e do monitoramento correto das entradas e saídas de dinheiro nas empresas, principalmente nas pequenas e médias, é uma das principais causas do fechamento das portas de muitas delas em menos de 4 anos de vida. 

Manter uma gestão de fluxo de caixa ineficiente pode ser muito prejudicial para os negócios, porém há muito o que entender e aprender sobre este recurso tão importante e necessário para o dia a dia empresarial, antes de colocá-lo para funcionar.

Por aqui, vamos ler tudo sobre o fluxo de caixa, como implementá-lo da melhor maneira na sua empresa, como evitar erros e mais algumas dicas para garantir a boa saúde financeira do seu negócio. Vamos descobrir juntos? Boa leitura!

Afinal, o que é fluxo de caixa?

Fluxo de caixa é, basicamente, uma ferramenta para manter o controle e a organização de tudo o que acontece nas finanças de uma empresa. Ou seja, permite gerenciar as movimentações em determinados períodos e possibilita planejamentos mais estratégicos e com dados coerentes para garantir o bom funcionamento da operação.

Todo dinheiro que for movimentado precisa ser minuciosamente registrado, mesmo as transações de valores mais baixos que, por mais insignificante que pareçam, podem representar pequenas falhas de registro e atrapalhar todo o seu planejamento. Sendo assim, para que o fluxo seja eficiente, é preciso disciplina.

É importante lembrar que a forma como se organizam estes dados é crucial para manter um bom acompanhamento das informações. Para isso, determine uma visão diária, semanal, mensal, ou no período que mais fizer sentido para o seu dia a dia, para analisar as transações, saldos e traçar as suas metas e projeções futuras.

O principal objetivo do fluxo de caixa, portanto, é acompanhar tudo o que você paga ou recebe pela empresa para que, a partir destes registros e levantamentos, as análises estratégicas sejam mais efetivas e com uma base de dados mais sólida.

A importância de fazer a gestão do fluxo de caixa

Manter os registros corretos no fluxo de caixa permite a criação de diversos cenários na empresa. Ou seja, o gestor tem a total possibilidade de medir e dosar os seus gastos e recebimentos, a fim de garantir sempre os melhores resultados.

Por exemplo, se o valor no seu fluxo de caixa está negativo, é possível analisar a possibilidade de cortar alguns gastos com inteligência, de forma que a sua operação não seja afetada. Caso contrário, com resultados positivos, você pode avaliar as melhores formas de investir os seus lucros, seja em infraestrutura, novos produtos ou qualquer outra melhoria na empresa.

Outro ponto importante é que, um fluxo de caixa bem estruturado e dividido por categorias, te permite identificar gargalos e pontos de baixa lucratividade nas operações através dos registros de perdas e ganhos em cada um dos setores da empresa, demonstrando quais precisam ser os maiores pontos de atenção nas suas próximas estratégias.

Tudo isso possibilita que as tomadas de decisão sejam mais eficientes e coerentes, de acordo com o crescimento ou a necessidade de atenção de cada setor do seu negócio.

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Quais os tipos de fluxo de caixa? 

Existem alguns tipos de fluxo de caixa que são, basicamente, métodos diferentes de realizar o seu controle financeiro. É importante conhecer e entender um pouco sobre cada um deles, pois a escolha entre um ou outro vai depender dos seus objetivos e necessidades empresariais particulares. Vamos ver abaixo:

Fluxo de Caixa Operacional

Esta pode ser considerada uma das metodologias mais simples de fluxo de caixa, afinal, ela não demonstra investimentos ou necessidade de mais capital de giro. Basicamente, é como se fosse o dia a dia financeiro da sua empresa, contabilizando receitas e despesas e seu volume disponível em caixa.

Por ser mais simples e não englobar investimentos, este método é mais indicado às novas e pequenas empresas, ou àquelas que não buscam muito mais detalhamento ou novos investimentos e procuram estabilidade.

Fluxo de Caixa Financeiro

O fluxo de caixa financeiro também é bem simples e bem parecido, porém um pouco mais completo, pois é nele que se registra todo o patrimônio da sua empresa. Tudo o que foi conquistado em determinado período de tempo, registros de entradas e saídas, variação de capital de giro e previsões de receitas e despesas.

Investimentos

Para ampliar seus resultados e lucros, há gestores que planejam grandes investimentos financeiros em fundos ou outros modelos de negócio. Para acompanhar essas movimentações, existe o fluxo de caixa de investimentos, que permite analisar todos os altos e baixos desta modalidade, já levando em consideração pontos como taxa de risco e retorno.

Importante lembrar que a decisão de investir o dinheiro da sua empresa precisa ser bem pensada e analisada em todos os seus pontos, principalmente levando em consideração que os investimento mais atraentes costumam trazer maiores riscos. Por isso, pense bem e, se decidir investir, organize e acompanhe de perto as suas movimentações com o fluxo de caixa!

Fluxo de Caixa Projetado

Seguindo o próprio nome, este fluxo de caixa é baseado em projeções. A partir de suas movimentações de entrada e saída, o gestor consegue criar e planejar cenários futuros com base nas entradas, saídas e resultados de determinado período.

Com estes resultados do presente, portanto, é possível projetar o futuro com ajustes para tirar a empresa do vermelho, ou investimentos para crescer e expandir seus negócios. Para isso, é importante a criação de relatórios e gráficos de análise para, por exemplo, negociar prazos de pagamento com fornecedores a partir do período de recebimento dos seus clientes.

Com este método você pode identificar as melhores oportunidades e comparar informações precisas para que as provisões sejam coerentes, de acordo com a sua realidade.

Fluxo de Caixa Livre

Neste caso, ainda falando em projeções, temos um fluxo de caixa indicado para as empresas que precisam mensurar sua capacidade de gerar capital em curto, médio ou longo prazo, a partir da geração de dois relatórios principais: o primeiro com projecção de resultados de 60 a 90 dias, e o segundo com prazo de 2 a 5 anos.

É feita a comparação destes resultados com o saldo do fluxo de caixa operacional e, assim, acompanhar como o seu negócio se comporta através das expectativas. Se a análise prévia resulta em um balanço positivo, já é possível considerar aplicações e investimentos financeiros futuros. Caso contrário, é preciso pensar em como não deixar a empresa ficar no negativo.

Fluxo de Caixa Descontado

Muito conhecido como FDC, este é o fluxo de caixa principal para quem está pensando em vender a sua empresa ou apenas está buscando a atração de investidores para o seu negócio.

Afinal, ele é usado para determinar o valor de uma empresa através de alguns cálculos de projeções de fluxo de caixa, descontados de taxas de risco e valores de ativos.

Este fluxo de caixa apresenta uma visão do futuro através do faturamento real e das perspectivas futuras, considerando tempo de retorno e possíveis riscos envolvidos, para que o gestor saiba o verdadeiro potencial da empresa e, assim, apresentar para determinados compradores ou investidores, seja qual for o seu momento.

Fluxo de Caixa Direto X Indireto, qual a diferença? 

Existem mais dois modelos para se utilizar o fluxo de caixa: os métodos direto e indireto.

O fluxo de caixa no método direto é o mais popular entre as empresas, pois, basicamente, é feito por meio de todos os registros de entradas e saídas sem considerar nenhum tipo de desconto, ou seja, um diagnóstico “bruto” das operações da empresa. Uma de suas grandes vantagens é a maior simplicidade na visualização das informações.

Já no fluxo de caixa indireto, os cálculos e dados são baseados sobre lucros e prejuízos indicados no DRE, além de considerar depreciações e amortizações. Basicamente, são as movimentações que podem alterar os lucros da empresa de alguma forma, como investimentos, financiamentos e operações financeiras que podem causar perdas ou baixo lucro.

Uma principal vantagem do método indireto é poder diferenciar e visualizar de forma mais clara a atual posição financeira da empresa, já que sua operação não é somente baseada nas movimentações de entrada e saída de dinheiro em caixa. 

Como começar a fazer o fluxo de caixa com dicas práticas

De alguma forma, seja em papel, planilhas ou através de softwares de gestão (o mais indicado), as empresas realizam algum tipo de acompanhamento de suas operações financeiras, certo? Mas, qual é a forma ideal de estabelecer e utilizar corretamente um fluxo de caixa na sua empresa?

O primeiro passo, e um dos mais importantes, é fazer o registro inicial de todos os valores gastos e recebidos pela sua empresa, sem exceção. Desde os valores mais baixos e irrelevantes, até os mais altos investimentos ou pagamentos realizados. Todos os valores são importantes neste momento para que não haja nenhum problema nos orçamentos futuros.

Em seguida, categorize as suas receitas e despesas, sejam elas fixas ou variáveis! Essa informação é muito importante para determinar os caminhos do dinheiro na sua empresa, pois possibilita avaliar e redistribuir os gastos da melhor forma. E dividir tudo isso em categorias, permite que a organização do seu fluxo de caixa seja ainda melhor.

Por exemplo, você pode categorizar os valores de saída do seu fluxo entre as categorias “fornecedores” e “despesas operacionais e administrativas”, como aluguel, internet, materiais de escritório, dentre diversas outras possibilidades. Crie e distribua as categorias da melhor forma para a sua operação.

Como último passo, já com todos os dados inseridos e divididos por categorias no seu fluxo de caixa e tudo funcionando corretamente já há alguns dias, chega o momento de criar as suas projeções para o futuro, partindo de valores médios apresentados nos seus relatórios de movimentações.

Você verá que, gerenciando o seu fluxo de caixa e mantendo-o sempre atualizado com estes três passos simples, é possível medir o comportamento financeiro da sua empresa e se preparar para o futuro, garantindo o melhor para a saúde dos negócios.

Vantagens do gerenciamento correto do fluxo de caixa

Gerenciar e manter o controle das movimentações financeiras da sua empresa é extremamente importante e essencial para manter a saúde do seu negócio, certo? E como vimos até aqui, manter o fluxo de caixa sempre em dia é a melhor forma de garantir um planejamento estratégico eficiente para a sua empresa.

O fluxo de caixa, além de ajudar na organização da base principal da sua empresa, é o lugar onde ficará registrado todo o histórico de movimentações e operações financeiras realizadas desde o início, na inserção dos seus primeiros registros. Ou seja, a manutenção destes dados é de total importância para um bom gerenciamento empresarial e traz algumas vantagens.

Veja as principais:

  • Planejamento dos próximos períodos, de acordo com entradas e saídas já realizadas;
  • Verificar se há a necessidade de inserção de mais capital de giro ou novos investimentos por terceiros;
  • Avaliar e gerenciar pagamentos e recebimentos para que não haja conflito de datas e a empresa não fique sem caixa;
  • Possibilidade de planejar promoções de produtos de forma viável financeiramente;
  • Total auxílio nas principais tomadas de decisão dos gestores e diretores com dados precisos e atualizados;

Qual a diferença entre fluxo de caixa e controle de caixa?

Basicamente, os dois estão ligados ao financeiro da sua empresa, porém a diferença principal está no que cada um os processos leva em consideração.

O fluxo de caixa organiza as suas finanças como um todo, ou seja, considera desde pequenas contas a pagar e a receber, até os seus investimentos e projeções, permitindo melhores análises financeiras a curto, médio ou longo prazo, novas estratégias e provisões para o futuro, além de tomadas de decisão preventivas mais objetivas.

Por outro lado, o controle de caixa é aquele registro diário, semanal, quinzenal, ou qualquer outro, feito apenas para um controle pontual dos seus saldos e das movimentações que ocorreram em determinado período.Em resumo, enquanto o fluxo de caixa é a ferramenta para o gerenciamento completo das finanças, o controle de caixa é apenas mais um de seus instrumentos.

Principais erros na gestão do fluxo de caixa e como evitá-los

A falta de controle e a má gestão do seu fluxo de caixa podem acabar trazendo resultados ruins para a sua empresa e, todo o objetivo de elevar sua eficiência e criar seu planejamento estratégico é capaz de ir por água abaixo. Para evitar esse problema, vamos ver alguns erros comuns que devem ser evitados pelos gestores na hora de organizar o fluxo de caixa.

Falta de acompanhamento

Este é um dos erros mais cruciais e, também, um dos mais cometidos pelos gestores das empresas. É importante criar uma rotina diária ou semanal de acompanhamento, ou seja, manter um curto espaço de tempo entre uma análise e outra para que as informações sejam bem avaliadas e em tempo plausível de correções para o futuro.

Lançamentos ou dados incorretos

Deixar de lançar qualquer movimentação por ser “pequena demais” ou lançar uma venda parcelada já com valor cheio no seu fluxo de caixa, por exemplo, são atitudes que podem gerar grandes dores de cabeça no seu orçamento futuro. Afinal, já vimos que qualquer valor precisa ser lançado, independente de sua relevância.

Sobre a venda, devemos lançar a receita no fluxo de caixa, ou seja, o dinheiro efetivo que entrou na conta, e não o valor da venda. Isso faz total diferença e serve tanto para recebimentos quanto para pagamentos. Portanto, fique bem atento!

Não dividir o fluxo de caixa em categorias

Deixar de realizar a divisão de suas receitas e despesas por categorias pode acabar confundindo o fluxo de informações. Dessa forma, você não terá uma visão clara e objetiva de onde o seu dinheiro está indo, ou de onde ele está vindo. Isso é ruim para a organização financeira, certo?Identifique as categorias principais envolvidas nos seus lançamentos financeiros, como custos administrativos, custos com pessoal e recursos humanos, custos administrativos, dentre diversos outros exemplos. Com isso, além de você poder organizar suas entradas e saídas, você consegue visualizar e planejar cortes de gastos desnecessários, que poderiam ser investidos em melhorias.

Depois de tudo o que mencionamos neste artigo, fica clara a total importância de manter um fluxo de caixa organizado, atualizado e funcionando corretamente, em qualquer tipo e tamanho de empresa. Ele é peça fundamental para o crescimento de todos os negócios, pois é a chave para um bom planejamento estratégico no curto, médio e longo prazo.

Um dos maiores problemas dos pequenos e médios empreendedores é a falta de gestão. Por isso, para começar a prosperar é preciso agir! Invista em um bom sistema de gestão empresarial para te ajudar a organizar o seu financeiro, implementar um fluxo de caixa que atenda à sua necessidade e otimizar o seu dia a dia!

Fonte: Omie