4 mitos sobre como ser um empreendedor de sucesso

Empresário e consultar conta os segredos do empreendedorismo de sucesso por meio de consultorias nas redes sociais.

Ser empreendedor é um sonho que passa pela cabeça de milhares de pessoas. A ideia de não precisar ter chefe, conquistar a independência financeira, ter sucesso em uma determinada trajetória, são vários os benefícios, mas vale lembrar que, para ter uma empresa de sucesso, é recomendável que o dono equilibre três perfis: o técnico, o administrador e o empreendedor.

O empresário e consultor Frederico Flores recebe inúmeros questionamentos sobre o caminho para o sucesso. Aos 19 anos, começou vendendo cursos de DJ no Mercado Livre e depois vendeu sua empresa para o próprio Mercado Livre por 36,5 milhões de reais.

Pensando nesse público e no objetivo de diversos brasileiros, Frederico esclareceu alguns mitos do empreendedorismo, as lendas que contam aos futuros empresários sobre como atingir o sucesso.

Trabalhar 14 horas por dia

De acordo com o empresário, trabalhar 14h por dia só te torna bem sucedido se você souber o que está fazendo.

“Trabalhar por trabalhar, apenas para cumprir o papel, qualquer um faz. É preciso ser produtivo, saber priorizar as coisas que são realmente importante e delegar para outras pessoas aquilo que você não consegue ou não tem expertise para fazer. Estar sobrecarregado com coisas que não trazem resultado é muito mais prejudicial do que simplesmente não ter nada para fazer”

Acordar às 5h 

Para e empreendedor, a produtividade tem muito mais a ver com as coisas que são feitas do que com o horário que se acorda.

“Ao contrário de alguns colegas empreendedores, sinto que, ao acordar cedo, meu dia rende pouco, eu me desconcentro com mais facilidade ou produzo mais lentamente aquilo que faria em poucas horas. Isso sim seria um desperdício. Não faz o menor sentido associar sucesso ao horário que as pessoas acordam. Não caiam nessas de ‘o sucesso só́ existe para quem acorda cedo’, isso é balela. Se seu corpo funciona melhor às 5 da manhã̃, acorde mais cedo, se não, respeite seu corpo”, destaca.

Só basta acreditar

O empresário evidencia que um sonho grande é primordial para que se saiba onde quer chegar e consiga traçar um plano prático para conseguir alcançá-lo. No entanto, sonhar sem agir não vai fazer você chegar muito longe.

“O sonho deve servir de orientação, motivação e recordação constante daquilo que é importante para você. A partir dele é que a coisa realmente começa e é nesse momento que inicia a sua necessidade de fazer um esforço e partir para o trabalho. Sem medo, sem receio, sem procrastinação. Simplesmente faça aquilo que você sabe que precisa fazer para ser um profissional melhor, um empresário mais bem sucedido ou um estudante mais dedicado. Só querer, realmente não basta.”, conclui.

Mantenha sua margem de lucro sempre alta

Esse é um pensamento bastante comum para a maioria dos empreendedores, mas deve ser analisado com muita cautela. Isso porque margens altas, em geral, representam modelos de negócios de baixa concorrência e muitas oportunidades para  novos entrantes. Logo, você não conseguirá manter sua operação atual por muito tempo.

Negócios de alta performance e competição – quase sempre – possuem margens apertadas e só assim conseguem se beneficiar dos privilégios da escala. O raciocínio é lógico e faz bastante sentido “Ao atuar de forma agressiva, sacrificando suas margens, vendendo cada vez mais e mais barato, focando sempre em uma experiência incrível ao seu consumidor, você, automaticamente, “rouba” espaço dos seus concorrentes e vai capturando uma fatia que antes era deles. Logo, você cresce e eles perdem espaço.

Com o tempo, essa estratégia pode ser tão poderosa, que ninguém mais conseguirá chegar em você. O grande desafio, no entanto, é conciliar qualidade e preço baixo. Apenas baixar o valor do que você vende, não adianta. É necessário baixar o preço e manter ou aumentar o nível de serviço”, destaca.

Fonte: Contábeis

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Entenda quais fatores devem ser considerados na hora de abrir um negócio

Pesquisa as novas oportunidades e mercados a serem conquistados.

Embora muitos empreendedores iniciem seus negócios sem realizar uma avaliação do perfil de empreendedorismo, algumas dúvidas acabam surgindo no decorrer do tempo.

Todo e qualquer empreendedor precisa, necessariamente, ser criativo e pesquisar o mercado a sua volta. Essa é a essência do empreendedor de sucesso: a busca constante por novos negócios e oportunidades e a preocupação contínua de melhoria dos produtos e serviços oferecidos.

Diante de um mercado cada vez mais concorrido, empreendedores que buscam um diferencial acabam solidificando seus negócios e fidelizando cada vez mais seus clientes.

Antes de tudo, muito além de almejar o tão sonhado lucro é perceber, nas dificuldades, novas oportunidades e novos mercados a serem conquistados.

Entre as qualidades que definem um perfil de empreendedor de sucesso estão:

Saber administrar riscos

Todo e qualquer negócio está suscetível a correr riscos. Contudo, o sucesso de muitos empreendimentos frente a situações de crise está na sua capacidade de absorver as oportunidades e utilizá-las a seu favor. Por isso, é preciso aprender a administrar os riscos de forma a sobreviver a eles.

Ter iniciativa

Abrir uma microempresa é sair da zona de conforto, como trocar a segurança do holerite pelo risco de abrir o próprio negócio. Embora pareça arriscado, grande parte dos negócios no Brasil são compostos por micro-empreendedores que vislumbraram na busca pela independência e autonomia profissional uma boa oportunidade de alavancar sonhos e conquistar seu espaço diante da concorrência.

Ser líder

É fundamental saber direcionar esforços para que os objetivos sejam alcançados é uma importante característica de pessoas que sabem conduzir e manter sua equipe motivada. Um líder não é apenas aquele que cobra resultados, mas que fortalece o relacionamento interpessoal e a capacidade de ouvir cada colaborador quanto as suas ideias. Bem como saber se relacionar dentro e fora da empresa é uma virtude que muitos empreendedores conquistam e que fortalece a empresa frente o mercado e a concorrência.

Ser organizado

A organização é a chave para utilizar melhor os recursos disponíveis e otimizar o tempo gasto na execução de cada atividade. Com isso você vai elevar a produtividade, a eficiência nos processos executados e além disso vai evitar custos desnecessários e reduzir a possibilidade de erros.

Ter conhecimento do seu negócio e de outros setores

Acima de tudo, é preciso conhecer outras atividades e negócios e entrar em contato com associações e empreendedores de outros ramos de forma a aprender com suas dificuldades, oportunidades e até mesmo fracassos.

Ter aptidões empresariais

Todo empreendedor possui um instinto natural para identificar oportunidades e aproveitá-las, seja para abrir um negócio ou conduzi-lo ao sucesso. Além disso, independentemente do ramo de atividade, toda empresa precisa conhecer seus pontos fortes e fracos, para só então aprimorá-los ou minimizá-los.

Fonte: Fortes Tecnologia

Saiba como montar uma autopeças da forma correta, evitando preocupações

Entenda como montar uma autopeças de forma simples e objetiva, sem dores de cabeça

O empreendedorismo está em movimento crescente em todo o país, inclusive com incentivos constantes para a formalização de empreendedores, que pretendem atuar nas mais diversas áreas empresariais.

Isso é muito bom para que a economia volte a girar e o país possa ter uma boa retomada econômica, depois de tanto sufoco ocasionado pelos desdobramentos da pandemia.

Mas hoje falaremos a respeito de um nicho específico de mercado, que de certa forma tem imunidade em período de crises, e estamos falando do ramo de autopeças.

Deste modo, iremos mostrar como montar uma autopeças de forma simples e objetiva, sem maiores preocupações, de modo que você aproveite esse mercado, que sempre tem uma grande demanda de clientes, para que possa atuar de forma organizada, competitiva e ter bons lucros em sua empreitada.

Sendo assim, vamos direto ao que interessa!

Como montar uma autopeças?

Por mais que você já tenha atuado com esse tipo de serviço, agora é hora de pensar como empreendedor, priorizando um negócio de forma global, porém cuidando de cada detalhe, para que você tenha sucesso.

Logo, você precisa entender como montar uma autopeças, sabendo o que priorizar nos aspectos de bastidores do negócio, e por isso preparamos um checklist para te ajudar.

  • Defina o valor a ser investido (isso irá refletir no porte da sua autopeças);
  • Preze por uma localização condizente com o tipo de negócio (não tenha medo de abrir o seu negócio próximo aos concorrentes);
  • Tenha bons fornecedores (saiba qual será o seu nicho, seja peças nacionais, importadas ou ambas);
  • Elabore um plano de negócios criterioso (todas as informações devem estar lá e servem como um direcionamento para a tomada de decisão);
  • Priorize um bom suporte contábil desde o seu planejamento (ele irá te ajudar com todos os trâmites burocráticos);
  • Invista em Marketing (o digital irá te ajudar muito a divulgar a sua autopeças).

Conte com a WR!

Agora que você já sabe como montar uma autopeças, é necessário frisar a respeito de um ponto que falamos acima: o suporte contábil.

Conosco, da WR, você monta a sua autopeças sem preocupações, pois através de nossos serviços especializados de contabilidade para autopeças, você passa a contar com a excelência de nossos profissionais para te auxiliar desde os primeiros momentos da sua empresa.

Ou seja:

  • Trâmites de abertura de empresa;
  • Escolha do tipo empresarial mais adequado;
  • Adequação ao regime tributário mais vantajoso e econômico;
  • Gestão efetiva de toda a sua contabilidade.

Em outras palavras, você terá muito mais liberdade e tranquilidade para ficar à frente das atividades inerentes ao seu negócio, enquanto os bastidores ficam em boas mãos.

Sendo assim, amigo empreendedor, não hesite em nos contatar e saiba como, efetivamente, seremos os parceiros que você tanto precisa.

QUERO MONTAR UMA AUTOPEÇAS SEM PREOCUPAÇÕES

WhatsApp lança botão para compras no aplicativo

Atualização com botão de compras será feita para as contas do WhatsApp Business e permitirá melhor interação de empresa e consumidor.

A partir de desta terça-feira (10) o WhatsApp anunciou terá uma nova função para os usuários. Será introduzido um botão de compras no aplicativo.

A novidade será uma atualização feita para as contas do WhatsApp Business, e com a qual os consumidores poderão interagir com as empresas na hora de comprar algum produto.

De acordo com representantes do aplicativo, o recurso deve ajudar as pessoas a encontrarem o catálogo de uma empresa e conhecer quais produtos ou serviços ela oferece, o que antes só era possível se os usuários clicassem no perfil das empresas para confirmar se havia um catálogo disponível.

Com o botão de compras, o usuário saberá imediatamente que aquele negócio possui um catálogo e poderá checar os produtos disponíveis além de iniciar uma conversa sobre um item que o interesse com apenas um toque.

Botão de compras

Para o WhatsApp, a medida vai fazer com que as empresas consigam apresentar seus produtos de maneira mais fácil o que pode aumentar as vendas, segundo o.

O novo botão de compras está disponível para todos os países no qual a empresa atua a partir desta terça e substituirá o botão de chamada de voz em conversas com empresas que utilizam o WhatsApp Business.

Para encontrar o botão de chamada de voz, basta tocar no botão de chamadas para selecionar uma chamada de voz ou vídeo.

WhatsApp Business

De acordo com a empresa, atualmente mais de 175 milhões de pessoas trocam mensagens com uma conta do WhatsApp Business diariamente, e mais de 40 milhões de pessoas acessam um catálogo de negócios todos os meses, sendo mais de 13 milhões só no Brasil.

De acordo com uma pesquisa recente da Accenture, 83% dos brasileiros adultos se dizem mais dispostos a comprar de empresas que utilizam aplicativos de mensagens do que de empresas que não utilizam esse tipo de ferramenta.

“O WhatsApp se propõe a continuar melhorando a experiência de compra de seus usuários – especialmente com a proximidade do final do ano, quando as pessoas precisarão de maneiras práticas para fazer compras remotamente e as empresas também dependem de ferramentas digitais para fechar as vendas”, informou a empresa por meio de nota.

Fonte: Contábeis

WhatsApp Business API: Cuidados para não ser banido do aplicativo

O número de empresas que adotou o uso do WhatsApp nos negócios só cresce! No entanto, é importante saber o riscos em utilizar esse aplicativo de forma ilegal. Marcos Abellón fala mais sobre o tema e os cuidados para não ser banido do aplicativo.

Infinitas possibilidades do WhatsApp Business são capazes de animar empresas de todos os tamanhos. Mas é preciso tomar cuidado com sua implantação.

O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do mundo e suas estatísticas são igualmente impressionantes. Com mais de 5 bilhões de instalações apenas na Google Play Store, são cerca de 2 bilhões de usuários mensais, sendo 5 milhões deles usuários da plataforma WhatsApp Business.

O Brasil é o segundo maior mercado mundial, ficando atrás apenas da Índia. Segundo do SEBRAE, a versão Business está presente em 72% dos micro e pequenos negócios.

Fundamental para os empreendimentos brasileiros, o aplicativo ganhou ainda mais importância a partir da pandemia. Com as portas físicas fechadas os comerciantes descobriram no aplicativo uma excelente maneira de continuar trabalhando, minimizar os prejuízos e fazer a economia girar.

E os consumidores responderam da melhor forma possível. Acostumados a utilizar o WhatsApp para conversar com amigos e a família, foi mais do que natural começar a fazer pedidos, tirar dúvidas e ser atendido das mais diversas formas.

O interessante é que a plataforma é super aberta aos diversos tipos de utilizações – inclusive inovações como a possibilidade de realizar treinamentos, aplicar provas, posicionar sobre o andamento de encomendas e utilizar como uma agenda virtual, marcando consultas e reuniões.

Isso leva o WhatsApp a ser adotado por outros tipos de negócios que inclusive podem nem lidar com vendas diretas, como os de Educação, Logística e Saúde, entre muitos outros.

As infinitas possibilidades são capazes de animar empresários de todos os tamanhos, principalmente pelo custo acessível, mas acende a luz amarela para uma importante questão: é preciso tomar muito cuidado com a sua implantação.

Todos os recursos citados acima são possíveis a partir do uso da API do WhatsApp Business. Sigla para Application Programming Interface, que significa em tradução para o português Interface de Programação de Aplicativos, a API conecta os sistemas da empresa (que contém as informações necessárias) ao WhatsApp.

A questão é que não é qualquer desenvolvedor ou profissional de tecnologia que é capaz de realizar essa operação. Bom, ele até pode, a questão é que o aplicativo não permite e aprova essa ação.

O correto é procurar uma empresa autorizada, homologada pelo WhatsApp, e realizar uma integração oficial. Esse parceiro é especializado na aplicação e sabe muito bem o que está fazendo.

Somente como uma operação realizada por uma empresa homologada é possível ter a segurança para integrar todos os seus sistemas à ferramenta e ter acesso aos templates de mensagem, por exemplo.

E isso sem dizer que apenas o autorizado é capaz de seguir todos os passos recomendados pelo WhatsApp: sendo que alguns deles precisa da participação do time técnico da própria ferramenta.

Mas aí você pode me falar: Mas Marcos, eu conheço um cara fera que faz rapidinho e baratinho! Bom, você pode até tentar e o resultado ser ótimo.

A questão é que ele (ou ela) não conhecem em profundidade os meandros da parte técnica e nem as melhores práticas recomendadas pelo Facebook, a dona da ferramenta.

Sim, o senhor Zuckerberg faz questão de tudo seja feito de maneira correta quando se trata do seu aplicativo. Não sei se você se lembra quando o WhatsApp ainda era apenas para pessoas físicas, não sendo permitido o uso por empresas.

Vários negócios foram simplesmente banidos por desrespeitarem essa importante regra. O mesmo pode acontecer com a sua empresa caso use os serviços do ‘cara fera’.

É, simplesmente, violar os termos de serviços do WhatsApp, tornando a sua utilização ilegal – o que pode levar a até um processo. Não é isso que você quer, não é mesmo?

Aposto que só a ideia de perder – além do investimento feito no desenvolvimento – sua base de clientes e todos os dados que ela traz, causa arrepios.

Então resista à tentação e faça o certo! Seu negócio agradece.

Fonte: Contábeis

Como empreender do zero? Veja 10 dicas para começar seu pequeno ou médio negócio

Pandemia ampliou os desafios dos empreendedores e reforçou a importância do uso de ferramentas digitais. Com o Oi Seu Negócio, você tem um aliado para reduzir custos de logística e ampliar canais de vendas.

Não importa o tamanho de seu empreendimento: ser empreendedor é uma atividade que carrega grandes desafios. Abrir um negócio e administrá-lo com competência é uma missão difícil, mas que pode se tornar menos complexa com algumas medidas razoavelmente simples.

São ações com ainda mais relevância quando falamos de pequenos e médios negócios, que exigem gestão cuidadosa e competente para sustentar seu crescimento. Da pesquisa minuciosa da concorrência à atenção com o orçamento, passando pela preocupação com a digitalização, elencamos abaixo 10 dicas de empreendedorismo para pequenos e médios empreendedores.

1) Antes de abrir as portas, pesquise

A empolgação pode ser decisiva para que o empreendedor dê o pontapé inicial de sua trajetória. É preciso, porém, aliar inteligência e pensamento estratégico à motivação para começar seu negócio.

Antes de embarcar na aventura que é ser empreendedor, faça o tema de casa. Pesquise intensamente sobre o segmento de que seu negócio fará parte. Há tendência de crescimento? Na região onde você atuará, há interesse nos produtos e serviços que você pretende oferecer?

Convém estender essa pesquisa à futura concorrência. Investigue de onde viriam seus principais competidores. Entenda qual é a estratégia que empregam, os preços que praticam e como dialogam com os clientes. A partir dessas informações, trace sua estratégia para oferecer um diferencial competitivo.

2) Depois de abrir as portas, pesquise

Um empreendedor tem de se manter atualizado. Sempre. Tudo que você pesquisou no item 1 é importante para posicionar seu negócio no momento de consolidá-lo no mercado, firmando seus primeiros passos. A busca por informações, no entanto, tem de ser constante.

Segmentos inteiros da economia se transformam rapidamente. O empreendedor, então, tem de entender se o setor em que atua segue relevante – e se seguirá assim no longo prazo. A concorrência também muda: há quem transforme seus modelos de negócios, outros competidores abrem suas portas e os preços praticados também podem mudar. Esteja sempre antenado a essas transformações para não ficar para trás.

3) Digitalizar é preciso

O momento da pandemia do novo coronavírus trouxe uma série de lições para empreendedores de diversos portes. Talvez a mais evidente delas foi a de que é necessário, para qualquer negócio, estabelecer uma forte presença digital. Além de preparar seu empreendimento para o futuro, você vai economizar com custos de logística e ainda ampliar seus canais de venda. Então utilize meios de comunicação como as redes sociais, esteja presente em aplicativos de delivery e aproveite as vantagens da digitalização de processos antes burocráticos e demorados.

Mais novo aliado do pequeno e médio empreendedor, o recém-lançado Oi Seu Negócio, por exemplo, oferece ferramentas valiosas para consolidar essa digitalização. A começar por uma conexão de alta qualidade: a Oi Fibra, de até 400 mega, é conectada por pura fibra ótica e inclui, também, telefone fixo (VoIP).

Além disso, há o software Oi Gestão Digital, desenvolvido especialmente para pequenos negócios. A plataforma permite ao empreendedor fazer o controle financeiro de seu negócio, com gestão do fluxo de caixa online, integração entre estoque e vendas, lançamento de contas a pagar e receber e cadastro de contas bancárias, entre outras funcionalidades. Pode-se fazer, também, o lançamento de vendas realizadas, gestão de produtos e serviços e cadastros de clientes. Com isso tudo, é possível monitorar facilmente seus resultados.

Para transformar seguidores, curtidas e compartilhamentos em faturamento, o cliente Oi Seu Negócio tem o Oi Marketing Digital. É a melhor ferramenta para se comunicar com o seu público de forma personalizada e eficiente. Você pode definir estratégias para encontrar seu público-alvo nas mídias digitais, elaborar campanhas e acompanhar seus resultados.

4) Organize as contas

Tem muito empreendedor que abre o negócio empolgado por uma grande ideia, consegue conquistar uma razoável base de clientes e, mesmo assim, se vê em dificuldade. É um sinal de que a gestão financeira deixa a desejar.

Algumas medidas bem simples podem fazer a diferença para se ter maior controle sobre as finanças. Muitos empresários, por exemplo, sequer conseguem separar as contas pessoais das de sua empresa. A boa gestão financeira começa por aí.

Não dá tanto trabalho assim para ir mais além e ter um controle ainda mais eficiente sobre o orçamento. As opções de softwares de gestão como o Oi Gestão Digital tornam mais fácil a vida do empreendedor que quer saber, em detalhes, como está a saúde financeira de seu negócio.

5) Clientes são prioridade

Lembre-se que o seu foco deve estar em seus clientes. Se você planeja abrir um pequeno negócio, tem de se colocar no lugar de quem poderão ser seus próximos consumidores. Procure entender se o produto ou serviço que irá oferecer é realmente útil. A mesma atitude deve seguir quando o negócio já estiver consolidado: meu atendimento é ideal para meus consumidores? E os produtos?

Estabeleça canais de comunicação eficientes com seus clientes para poder avaliar essas questões. Reflita quando receber críticas mais contundentes e se pergunte se não é hora de promover uma transformação.

6) Estabeleça metas

Não adianta batalhar para crescer se não há referências de onde a empresa quer chegar. Estabelecer objetivos – que sejam alcançáveis e tenham prazo para serem atingidos – ajuda o negócio a prosperar.

Essas metas podem estar ligadas à relevância do seu negócio, como aumento do número de clientes ou de seguidores nos perfis das redes sociais. Você também pode mirar em objetivos que exigem resultados financeiros mais robustos, como a ampliação do espaço físico ou o aumento do faturamento. Nesse caso, softwares como o Oi Gestão Digital podem lhe ajudar a traçar metas que sejam realistas e, ao mesmo tempo, desafiadoras.

7) Invista em qualificação

Buscar capacitação fará de você um melhor empreendedor e, por consequência, impactará positivamente em seu negócio. O mesmo vale para seus funcionários.

Por isso o investimento em qualificação, seja a sua ou de sua equipe, costuma valer a pena. Ajudar a bancar um curso de graduação ou pós-graduação pode ser um método eficiente de fazer seu colaborador evoluir. Aliás, com o momento atual, há ainda mais oportunidades para capacitação, já que houve forte crescimento de oferta de cursos online.

8) Não abrace tudo sozinho

Sua empresa consegue funcionar se você não puder trabalhar por um determinado período de tempo? Muitos empreendedores não podem responder a essa pergunta com um “sim”.

Quem abre um negócio costuma abraçar o mundo para levá-lo adiante. Faz de tudo um pouco. Se sua realidade exige que você execute múltiplas tarefas, ao menos tenha em mente que o ideal é delegar. Quando você tiver uma equipe consolidada, dê a seus colaboradores responsabilidades para que, no futuro, possa responder com segurança à pergunta do parágrafo anterior.

9) Estabeleça uma rede de fornecedores

Se você abriu um negócio que faz doces caseiros e tem apenas um fornecedor de açúcar, está correndo um risco desnecessário. Se acontecer qualquer imprevisto com a entrega daquele fornecedor, seu produto não vai chegar ao consumidor final.

É por isso que você precisa estabelecer uma rede de fornecedores, com várias opções. Em um momento de crise, como o atual, essa dica torna-se ainda mais valiosa, já que há maior possibilidade de ocorrer algum problema – e até o fechamento – do parceiro.

10) Costure parcerias

Procure outros negócios para que um possa ajudar o outro. Encontrar possíveis parceiros pode ser um dos resultados desejados das pesquisas mencionadas nos itens 1 e 2. Ao conhecer a fundo o mercado e o segmento em que atua, você saberá se vale a pena – para sua empresa e a que você quer convidar – costurar a parceria.

Uma chave importante para entender quem pode ser um negócio parceiro é olhar para os clientes. Se o perfil de consumidores é parecido, é bem provável que a parceria seja boa para todas as partes envolvidas.

Fonte: G1

Pix: Quais as vantagens para as empresas?

Com o novo meio de pagamentos, empresas e PJ vão poder receber de seus clientes em tempo real, direto na conta.

O Pix é um novo meio de pagamentos anunciado pelo Banco Central em fevereiro de 2020. Ele vai permitir transferências e pagamentos em tempo real – independentemente do dia ou horário e para qualquer instituição financeira.

Em outras palavras: pessoas físicas e jurídicas vão poder enviar e receber dinheiro por meio do Pix, ganhando mais uma opção além de TED, DOC, boleto e cartão, por exemplo.

O Pix não é um app nem é exclusivo de uma instituição específica. Praticamente todos os bancos do país vão oferecer o novo meio de pagamentos dentro dos canais que os clientes já estão acostumados a usar, como app e internet banking.

O cadastro para usar o Pix começa no dia 5 de outubro, mas ele passa a funcionar em novembro: de forma restrita no dia 3 de novembro para alguns usuários e em horários limitados e para todo mundo no dia 16 do mesmo mês – data oficial de lançamento.

Vantagens para as empresas

As vantagens do Pix para empresas variam de acordo com o uso – receber ou fazer pagamentos. Entre elas:

– As transações podem acontecer em qualquer horário e qualquer dia da semana – incluindo finais de semana e feriados;
– Os pagamentos vão ser direto entre pagador e recebedor – sem intermediários que podem tornar as transações mais caras e demoradas;
– O dinheiro cai direto na conta em poucos segundos;
– As tarifas são mais baratas se comparadas às de outros meios de pagamento, como cartão e boleto;
– Dá para receber de um jeito fácil e prático usando QR code – a partir de outubro, inclusive, empresas poderão usar apenas um código para receber via diferentes meios de pagamento, incluindo o Pix;
– Também é possível receber pagamentos usando as chaves Pix, como e-mail, número de telefone e CPF;
– Fica mais fácil fazer o fluxo de caixa do negócio ao receber em tempo real.

Vantagens de fazer um Pix

– As transferências podem ser feitas em qualquer horário e qualquer dia da semana – incluindo finais de semana e feriados;
– É possível pagar fornecedores, funcionários e até tributos em tempo real – como se fosse uma transação com dinheiro, mas digital;
– Dá para fazer transações usando apenas as chaves Pix, em vez das informações tradicionais como número da conta, agência, banco e CPF ou CNPJ;
Para fazer um Pix, basta ter um celular à mão.

Ou seja, o Pix vai ser uma opção mais rápida, fácil e barata de receber e fazer pagamentos e transferências, dando mais possibilidades às empresas brasileiras.

Fonte: Contábeis

Tempo para abertura de empresas é reduzido quase pela metade no país

Segundo o Ministério da Economia, o tempo para abertura de empresas no país, hoje, é de 2 dias e 21 horas, quase metade do que era em no início do ano.

Segundo o Ministério da Economia, o tempo médio para abertura de uma empresa caiu quase pela metade em 20 meses, devido a medidas de simplificação decorrentes da Lei da Liberdade Econômica e da transformação digital.

De acordo com o Boletim do Mapa de Empresas – 2º Quadrimestre, divulgado nesta quinta-feira (17) pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, hoje o empreendedor gasta 2 dias e 21 horas para abrir um negócio no Brasil.

Em janeiro de 2019, a média era de 5 dias e 9 horas. O número de empresas ativas também cresceu de maio a agosto: chegou a 19,28 milhões. A meta traçada na Estratégia de Governo Digital 2020-2022 para a abertura de empresas é a de reduzir a apenas 1 dia.

Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Sergipe e Mato Grosso do Sul são os principais destaques entre os entes federados no tempo médio para abrir negócios – nesses locais, demora pouco mais de 1 dia. A maior redução neste quadrimestre ocorreu na Bahia.

Abertura de empresas

O país contabiliza quase 1 milhão de empresas ativas a mais do que há seis meses. Hoje são precisamente 19.289.824 empresas em atividade, enquanto em março deste ano eram 18.296.851. O saldo positivo – a diferença no número entre todas as que abriram e as que fecharam no segundo quadrimestre – é de 782.664 novas empresas.

“A expectativa é de que o número de empresas continue subindo, respeitando a média histórica – em todos os outros anos avaliados, o último quadrimestre do exercício traz números importantes”, analisa o secretário especial adjunto, Gleisson Rubin. “O comportamento de 2020 vinha sendo de forma consistente melhor do que o dos anos anteriores, à exceção do período mais agudo da pandemia, que correspondeu aos meses de abril e maio. Houve uma recuperação bastante forte em junho e em julho, o que confirma expectativas de recuperação da economia.”

Dois estados do Norte, Amapá e Amazonas, apresentaram os maiores crescimentos percentuais na abertura de negócios no período de maio a agosto, em comparação ao primeiro quadrimestre – aumentos de 19,1% e de 16,6%, respectivamente. São seguidos por Espírito Santo, Santa Catarina e Maranhão.

“A atividade econômica que representou maior fluxo de novas empresas foi o comércio varejista de artigos de vestuários e acessórios, com 68.711 empresas abertas no último quadrimestre”, informou o secretário de Governo Digital, Luis Felipe Monteiro. “Isso representa 32,9% de crescimento nessa atividade em relação ao quadrimestre anterior e 12,4% em relação ao mesmo quadrimestre do ano passado. Demonstra que a atividade está reaquecida”, ressalta.

Empresário individual

O movimento de abertura de negócios na modalidade de Empresário Individual, que inclui os microempreendedores individuais (MEI) , é outro destaque. De todas as empresas abertas no segundo quadrimestre, 944.469 foram de empresários individuais.

Os ramos de atividade mais procurados são: comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios; promoção de vendas; fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar; cabeleireiros, manicure e pedicure e obras de alvenaria. Esse desempenho consolida o total de 13.783.503 empresários individuais ativos no país.

“Muitos empreendedores têm escolhido constituírem-se como MEI para começar seus negócios. Isso porque a abertura do MEI é simples, pode ser feita on-line e é gratuita no Portal do Empreendedor. A grande evolução da política do MEI neste ano foi a dispensa de alvará e licença para todas as suas ocupações. Hoje o MEI emprega 55,4% dos negócios ativos no país, sendo que só neste segundo quadrimestre de 2020 foram mais de 880 mil novos registros de MEI”, acrescenta Antonia Tallarida Martins, subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato no Ministério da Economia.

Fonte: Contabeis

Empresas que desistem de contratar após exame admissional podem ter implicações

Especialista orienta sobre situações que geram implicações jurídicas para empresas que desistência de contratação após exame admissional de candidatos.

Para quem está desempregado ou à procura de uma nova oportunidade, passar em um processo seletivo é uma vitória dada como certa. Mas, em algumas situações, o empregador acaba desistindo de efetivar a admissão, gerando sentimento de frustração por parte do candidato e implicações para a empresa.

André Leonardo Couto, gestor da ALC Advogados, explica que existe um entendimento que o candidato pode entrar com uma ação alegando um tratamento ilícito, omissão, negligência e imprudência da empresa nesse processo seletivo, já que ele estava praticamente contratado.

“Mesmo na fase pré-contratual, as partes tem que agir com lealdade e nos processos seletivos, principalmente, quando já solicitados documentos e realizado o exame admissional. O comportamento do empregador gera no empregado razoável convicção de que este seria efetivamente contratado para trabalhar na vaga existente na empresa. Isso, porque, foi adequada as suas capacidades e padrão remuneratório”, explica.

Segundo o especialista, neste caso, fala-se de um prejuízo moral e material, já que o candidato gastou dinheiro e tempo para participar do processo, fora expectativa.

“O princípio geral da responsabilidade civil está previsto no artigo 186 do Código Civil, segundo o qual, aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano. E a retirada da vaga pelo empregador, em processo seletivo avançado, sem qualquer motivo aceitável, tendo em vista a justa expectativa criada no empregado, sem sombra de dúvida, causa-lhe prejuízo por danos materiais e morais, aptos a gerar o recebimento das respectivas indenizações”, salienta.

Norma Regulamentadora – NR 07

André também explica que existir a Norma Regulamentadora – NR 07, item 7.1.1, que estabelece a obrigatoriedade e a admissão de trabalhadores como empregados, após o exame admissional, e se o empregador burlar, poderá ter implicações junto ao Ministério da Economia.

“Muito provavelmente, nenhuma empresa irá contratar um empregado sem a realização de exame admissional, porque se ela o contratar doente e não ter como comprovar a preexistência da doença, pode vir a ser responsabilizada por isso. Contudo, caso o empregador, opte em burlar o exame admissional, para o fazê-lo posteriormente, outras provas, como trocas de mensagens por WhatsApp e e-mails podem comprovar a fase pré-contratual e ensejar as reparações devidas, além das implicações administrativas junto ao Ministério da Economia”, alerta.

O especialista também diz que se o processo seletivo já estiver avançado e for necessário desistir da contratação, os empregadores devem ser pautar pela boa-fé.

“Em processos desta natureza, geralmente as empresas alegam que são indevidas as indenizações, ao fundamento de que não houve efetiva prestação de serviços a seu favor e que não chegou a ser formalizado o contrato de trabalho”, explica.

Segundo o advogado, é comum também sustentarem que houve mera expectativa do empregado de ser contratado e a posterior frustração, e, em face da frustração do processo seletivo, não tem o condão de ensejar a reparação civil.

“Mas eu entendo que se o processo seletivo já estiver avançado, com promessas de salário, entrega de documentos, muitas as vezes até mesmo a realização de exame admissional, mesmo na fase pré-contratual, os contratantes devem ser pautar pela boa-fé e honrar as ofertas e compromissos que emitem, porque a responsabilidade civil do empregador não está limitada ao período contratual, consoante o artigo 422 do CC c/c artigo 769 da CLT”, conclui.

Fonte: Contábeis

Empresas apostam em cultura organizacional para vencer nova economia

As duas primeiras décadas do século XXI mostraram que uma nova cultura de gestão estava surgindo no cenário mundial: a gestão 4.0 pontua inovação e tecnologia como marca desses novos tempos. O advento da pandemia acelerou o processo e escancarou o fato de que uma gestão baseada em certeza, comando e controle ficou ultrapassada num mundo com transformações intensas, marcado pela imprevisibilidade.

Nesse cenário, empresas como Google, Amazon, Verity e outras vêm apostando em formar culturas forte como uma ferramenta para fazer frente aos novos tempos, com novas formas de produzir e entregar valores para os clientes.

De acordo com o Head de Inovação, Agilidade e Cultura da Verity Victor Gonçalves, está mais complexo fazer isso. “Para produzir valor para o cliente no século XXI, as empresas precisam adaptar não apenas o seu modelo de negócio, não apenas a sua operação, mas, fundamentalmente, aquilo que a empresa acredita: as suas crenças e os seus valores”, defende, lembrando que a cultura é o conjunto de crenças e valores compartilhados pelas pessoas dentro de uma organização.

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Para Victor Gonçalves, a cultura é o diferencial estratégico de uma empresa ou organização e essa proposta precisa estar clara para os colaboradores ( foto: Divulgação)

Gonçalves salienta ainda que a cultura é o diferencial estratégico de uma empresa. “Se a empresa tem uma visão de onde quer chegar, a cultura indica como as pessoas daquela empresa farão para chegar lá”, diz. Para ele, em meio ao caos atual, é fundamental descobrir novas formas de trabalho e, por isso mesmo, as empresas e organizações precisam assumir novas crenças, compatíveis com o mundo em que se vive. “A gente precisa de pessoas que não estejam simplesmente engajadas para trabalhar, apesar dos desafios, mas pessoas que estejam engajadas para trabalhar por conta desses desafios. Isso é uma cultura forte”, esclarece, destacando que uma cultura forte corporativa traz liberdade e responsabilidade. “Ela garante que as pessoas, em um cenário de complexidade, que exige que as pessoas lidem com imprevisibilidade e experimentação frequente, tenham autonomia para lidar com os desafios, mas responsabilidade para lidar com eles. A cultura forte atrai os melhores profissionais e os melhores profissionais entregam os melhores resultados”, completa.

Construindo cultura

A consultora de Carreira na LHH Fabiana Soares defende que organizações com culturas fortalecidas possuem em comum: o foco na experiência de seus colaboradores, durante todo o processo de permanência na empresa, desde a contratação até o desligamento; investimento na capacitação das lideranças, preparando-as para lidar com o cenário em transformação e estímulo à inclusão e diversidade de perfis, como parte das práticas de gestão de pessoas. “Dessa forma, conseguem, não apenas sobreviver no mercado, como se diferenciar, assumindo um posicionamento comercialmente inovador e socialmente responsável e ético”, completa, alertando para importância desses valores.

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Fabiana Soares orienta que cada organização deve adaptar o fortalecimento da cultura ao tipo de negócio realizado ( foto: Divulgação)

Para ela, não existe uma receita única e os caminhos se adaptam conforme a maturidade e complexidade de cada empresa. “Entretanto, ao estruturar uma jornada de aprendizagem, trilhas de crescimento e carreira e assegurar uma comunicação transparente, a tendência é que essas pessoas permaneçam na empresa e estejam mais comprometidas com os objetivos corporativos, realizando entregas com maior qualidade”.

Fabiana Soares lembra que a construção dessa cultura forte passa ainda por  promover a inclusão e diversidade, contratando pessoas diversas, sejam elas negras, com deficiência, maiores de 50 anos e também, pessoas LGBTQIA+. “A empresa fomenta à inovação a partir do olhar plural e diverso, gerando maior representatividade também, com o seu cliente final”, afirma, garantindo que essa é uma forma de contemplar o cliente, possibilitando que ele possa escolher de qual empresa consumirá um produto ou serviço.

Passo a passo

Os especialistas defendem que a construção dessa cultura forte que levará o empreendimento para outras dimensões exigirá transparência nas decisões. “Esse empreendimento terá que valorizar novos comportamentos a partir da cultura que espera. Então, é quase como uma declaração das expectativas que a empresa tem sobre os comportamentos dos profissionais. Isso precisa ficar dito e claro”, esclarece Gonçalves.

Para ele, nesse momento os executivos e líderes precisam fazer aquilo que eles esperam das pessoas, sendo espelho das expectativas. “Se você tem uma liderança que é uma referência, ele tem que agir da maneira como espera que você se comporte. É necessário ter essa consciência e responsabilidade”, garante.

O especialista lembra que as organizações, no século XX, adotaram um modelo de gestão que deixou tudo repleto de processos e isso acaba tolhendo um pouco a criatividade das pessoas ao lidar com os desafios do século XXI.  “A empresa pode também ter um olhar para eliminar políticas internas, verticalizadas e procedimentos que se tornem burocráticos ou que sejam contra os novos comportamentos esperados”, diz.

Na Verity, por exemplo, foi criado o programa “Guardiões da Cultura”, onde a cultura organizacional foi definida. Nessa proposta, os departamentos e setores mostram, segundo suas expectativas, como para sustentar a cultura que se deseja. “Dentro desse processo de ideação, distribuímos essas ideias para que eles se dividissem em times multidisciplinares e eles conduzirem essas ações. Um dos maiores problemas de gestão é a falta de confiança entre líder e liderado. O que as empresas precisam entender é que funcionário precisa ser lidado como adulto. Eles precisam ser desafiados, assumir responsabilidades e ter voz dentro da estrutura”, finaliza.

10 dicas para vencer nos novos tempos

1.    Saia do senso comum, inovando em suas práticas e oferendo mais e melhores produtos e serviços;
2.    Some missão, visão e valores. Se chegará à base da cultura organizacional;
3.    Engaja o time, a repercussão é percebida diretamente na satisfação do cliente final;
4.    As lideranças têm papel fundamental à medida que influenciam os times para os objetivos corporativos e ainda, formam comportamento, geram opinião, influenciam e toma decisões o tempo inteiro;
5.    Prepare os líderes para que estejam alinhados com os valores, missão e visão da empresa;
6.    Desenvolva a habilidade de gerir colaborativamente com as pessoas. Isso é essencial para consolidar uma cultura que acompanhe as transformações que o cenário atual requer;
7.    Prepare a gestão para lidar com o novo, com o diferente e inspirar as pessoas, isso impacta diretamente no sucesso da companhia.
8.    Colaboradores que se sentem estimulados, conectados com o propósito de crescimento e desenvolvimento da empresa, entram no jogo e jogam junto com as lideranças.
9.    Com isso, cada pessoa na empresa age como disseminador da cultura e reforça o sentimento de pertencer e de orgulho de fazer parte do time;
10.    Esse é o melhor dos cenários e a tendência é reter os talentos, melhorar relacionamento entre pessoas e setores e alavancar resultados.

Fonte: Correio