Covid: Recusar vacinação pode gerar ao trabalhador demissão por justa causa

Entenda quando a empresa pode declarar justa causa ao funcionário que se recusar a ser vacinado contra Covid-19 no plano nacional de imunização.

Neste final de semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19. O plano nacional de vacinação já vai começar, mas há muitos brasileiros com medo do imunizante e que afirmam que não serão vacinados. Contudo, essa decisão pode custar o emprego do trabalhador.

A recusa de tomar a vacina ou de usar máscaras, são fatores que aumentam as chances de contrair a doença e disseminá-la no ambiente de trabalho. Diante disso, o colaborador pode ser demitido por justa causa.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em dezembro, que a imunização pode ser obrigatória, mas não feita à força. Assim, os brasileiros que não quiserem ser vacinados estarão sujeitos às sanções previstas em lei, como multa e o impedimento de frequentar determinados lugares.

A Constituição Federal impõe às empresas a obrigação de garantir um ambiente de trabalho seguro aos seus empregados. Para isso, elas podem incluir em seus protocolos e programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), a vacinação obrigatória, além do uso de máscaras.

Assim, quem não apresentar motivos justificáveis para a recusa à imunização pode ser demitido por justa causa.

Advertência ao colaborar

A recusa à imunização pela vacina é um descumprimento dos protocolos de proteção, o que coloca a vida de outras pessoas em risco, e isso poderia ser interpretado como ato de indisciplina ou insubordinação, gerando justificativa para a rescisão por justa causa.

Entretanto, a decisão baseada em uma primeira ou única negativa pode ser considerada penalidade muito severa.

Portanto, a orientação é que seja feita, em um primeiro momento, a aplicação de uma advertência escrita e, em caso de reincidência, a demissão tende a ser mais adequada.

Fonte: Contábeis

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Multiplique os resultados da sua farmácia por meio de um delivery de remédio eficiente!

Entenda o que é preciso para implementar um delivery de remédio que impulsione os resultados da sua farmácia. 

A cada dia que passa, a forma como a sociedade consome muda e se adequa às evoluções digitais que estão ocorrendo. 

Apesar de compras online e o delivery já não serem grandes novidades, pensar nesses dois pontos voltados para uma farmácia é uma oportunidade que muitos gestores não aproveitam. 

Contudo, deixar de considerar essa possibilidade é dizer adeus para uma forma efetiva de multiplicar o faturamento da sua farmácia… 

Sendo assim, hoje, vamos te mostrar como o delivery de remédio funciona e o que é preciso para implementá-lo. 

Delivery de remédio – Vale a pena apostar nessa tendência? 

O delivery de remédio é uma forma de promover facilidade e comodidade para os clientes, o que, consequentemente, é um diferencial para sua farmácia. 

Afinal, uma pessoa que precisa de um remédio para dor de cabeça às 22h muito provavelmente irá preferir receber em casa do que ter que se deslocar até a farmácia. 

Além disso, no site da sua farmácia, por exemplo, é possível comparar preços entre medicamentos, ler as informações técnicas, tudo de forma mais simples e prática.

Sendo assim, essa tendência se consolida pela união de duas coisas já muito bem estabilizadas: 

  • A compra via online ou telefone; 
  • O delivery.

Juntos, os mesmos são uma forma de você expandir o alcance da sua farmácia, atrair e fidelizar mais clientes. 

Sendo assim, sim, essa é uma tendência que promete se estabelecer e vale a pena implementar no seu negócio o quanto antes. 
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Como implementar o delivery de remédio? 

Tendo deixado claro que vale a pena, vamos evidenciar os principais aspectos a se considerar na implementação de um delivery de remédio.

Investimento financeiro 

É algo que demanda investimento, afinal, o ideal é que você tenha alguém em sua farmácia focado na gestão do delivery, bem como considerar ter um site próprio, entregadores e afins. 

Portanto, é preciso executar um planejamento financeiro minucioso para não ter problemas com esse aspecto.

Terceirizações 

Montar todo um delivery do zero, desde a implementação, até plataformas, entregadores, entre outros, não é viável. 

Sendo assim, é preciso considerar se você irá terceirizar os entregadores, se irá se cadastrar em algum aplicativo e outros pontos como esses, e claro, considerar isso no planejamento financeiro. 

Cumprimento de normas da ANVISA 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA regulamenta a realização de comercialização de medicamentos pela internet, e existem algumas normas a serem cumpridas, como: 

  • Existência de loja física; 
  • Farmacêuticos prontos para atender qualquer dúvida;
  • Proibição de venda online de medicamentos tarja preta. 

Esteja em dia com suas obrigações 

Garanta que todas as obrigações e pendências da sua farmácia estejam em dia, assim, você consegue focar na implementação do delivery de remédio e garantir que funcione de forma impecável. 

Tenha especialistas ao seu lado!

A melhor forma de conseguir cumprir com todos esses pontos com eficiência é contando com profissionais que podem te ajudar. 

E, para isso, você pode contar conosco, da WR! Nossa expertise contábil é voltada para farmácias e estamos prontos para oferecer todo o suporte que você precisa. 

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