Tributação: Veja como preparar sua empresa para o pós-pandemia

Especialista orienta empresários a se prepararem para o pós-pandemia e minimizar os reflexos da crise.

Muitas empresas ainda estão lutando para manter seu capital intelectual e fluxo de caixa enquanto o mundo vê casos e mais casos de Covid-19. Apesar do incentivo dos governos, as economias oscilam e os executivos mantém dúvidas sobre o futuro.

No Brasil, até agosto, o governo já havia destinado o equivalente a 11,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em estímulos econômicos para amenizar a crise desencadeada pelo novo coronavírus.

No restante da América Latina apenas o Chile contava com 1% a mais (12,3%). Pelo ranking mundial, o Brasil ocupava a 24ª posição em investimento contra a crise pós-pandemia.

Nesse cenário, formas de arrecadação além do uso do PIB como incentivo se fazem necessárias. Um novo caminho vem sendo traçado através da reforma tributária, evitando assim desmoronamento da economia e fuga de investidores.

Empresas no pós-pandemia

Em todos os países, consultores tributários estão de olho nos rumos das políticas para o setor. O que os empresários se perguntam é quando o governo conseguirá a aprovação da reforma e, portanto, a consequente redução da complexidade tributária. Tal medida seria um alívio para as empresas na recuperação pós-crise da Covid-19.

Para estar pronto para o mercado que se desenha, é recomendado:

– Revisão e reorganização da cadeia de suprimentos. É importante remover registros fiscais desnecessários e identificar outras deficiências de custos.

– Não procrastinar os pagamentos. Se for capaz de pagar as contribuições dentro do prazo e em sua totalidade, é o ideal, ao invés de solicitar quaisquer possíveis extensões. A última coisa que as empresas querem é iniciar suas operações pós-pandemia com um débito tributário. Haverá, possivelmente, outros débitos com os quais você precisará lidar.

– Correr atrás de suas restituições de imposto, mas também esteja preparado para uma auditoria fiscal. Não é incomum que autoridades fiscais revejam solicitações de restituições de crédito por meio de uma análise de seu arquivo. Se tiver um histórico de pagamentos atrasados ou solicitações de extensões, a empresa pode estar mais propensa à lista de auditorias.

Esses primeiros passos são fundamentais para suportar a realidade das políticas fiscais governamentais no mundo tributário pós-pandemia.

Reforma Tributária

Diante do cenário, o governo apresentou a primeira etapa da Reforma Tributária ao Congresso em 22 de julho, por meio do Projeto de Lei nº 3.887/2020, que prevê a criação da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) em substituição à atual cobrança das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins.

A nova CBS, com alíquota de 12%, é uma nova forma de tributar o consumo, alinhada aos modelos internacionais de Imposto de Valor Agregado (IVA). Com a CBS será possível acabar com a cumulatividade de incidência tributária, com cobrança apenas sobre o valor adicionado pela empresa.

Segundo o Ministério da Economia, a Reforma Tributária vai simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, gerando impactos positivos na produtividade e no crescimento econômico do país. A meta é substituir o atual modelo, que é caro e complexo, por mecanismos modernos e mais eficazes e novas etapas deverão ser apresentadas ainda este ano.

CBS

Os benefícios e regimes especiais eliminados pela proposta da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) totalizam R$ 28,2 bilhões, enquanto os mantidos representam R$ 64 bilhões. Sem a cesta básica, seriam R$ 48 bilhões. Esses são valores estimados para 2021.

De acordo com a Agência Câmara de Notícias, foi defendido pela secretaria da Receita Federal, a simplificação tributária proposta para evitar que as empresas tenham que continuar gastando 1.500 horas por ano para administrar seus pagamentos de impostos. No momento foi exposto que a legislação atual do PIS e da Cofins tem duas mil páginas com 60 só de índice.

A exemplo uma nota fiscal de 52 campos para preencher terá redução para apenas nove campos. Ainda foi afirmado que o projeto é compatível com as propostas de emenda à Constituição em tramitação e que prevê uma transição de seis meses. E um novo imposto único estadual seria implantado seis meses após a entrada em vigor da CBS. Foi também adiantado que o governo vai enviar proposta com redução do Imposto de Renda das empresas e taxação de dividendos.

Fonte: Contábeis

Aprenda a fazer o gerenciamento por categoria e aplique agora mesmo na sua farmácia!

Veja como o gerenciamento por categoria pode te auxiliar a tomar as melhores decisões na sua farmácia e saiba com quem contar para adotar essa ferramenta no seu negócio!

Olá, amigo gestor do ramo de farmácias, hoje o papo é com você, que encara os desafios diários do seu negócio, e que, assim como a grande maioria dos empresários do setor, possui dificuldades no gerenciamento efetivo da sua empresa.

É bem verdade que isso é bem comum e acontece pelo simples fato de os sócios terem uma ideia fixa de que são, apenas, eles que têm a obrigação de fazerem o total gerenciamento do negócio, sem contar com terceiros.

Com isso, acabam acumulando tarefas demais, enfrentando sozinhos todas as burocracias e, por muitas vezes, se frustram pelo alto estresse gerado e falta de tempo livre.

Pois bem, o artigo de hoje vem para derrubar esses mitos e mostrar a importância de um efetivo gerenciamento por categoria, com o auxílio de profissionais qualificados para organizar toda a logística do seu negócio.

Gerenciamento por categoria

Você bem sabe que o processo de tomada de decisão, muitas vezes precisa de certa rapidez e, nem sempre, isso acontece de forma assertiva.

O gerenciamento por categoria é uma ferramenta que visa a otimização desse processo, de modo a ser constituído por 3 pilares com relação ao posicionamento estratégico:

  • Estruturação;
  • Planejamento;
  • Avaliação.

Essa ferramenta está inserida dentro do contexto de  ECR (Resposta Eficiente ao Consumidor) e nada mais é que uma parceria entre você, gestor, e o seu fornecedor, com o intuito de definir os produtos por categoria e dispô-los em suas prateleiras na farmácia de forma organizada, com um apelo visual estratégico para o consumidor.

No fim das contas, utilizar a ferramenta de gerenciamento por categorias tem o objetivo central, além da experiência do cliente ser positiva, aumentar exponencialmente os lucros da sua farmácia, pois sem uma estratégia de vendas efetiva, a sua loja fica muito menos atrativa.

O papel da contabilidade na sua organização

Falar de planejamento e organização, sem falar de contabilidade, fica bastante complicado.

Ou seja, para que o gerenciamento por categoria da sua farmácia seja realmente eficaz, você precisa ter o auxílio de profissionais com o know how necessário para que você esteja sempre em plena conformidade.

E, somente com um bom suporte contábil, você tem um controle efetivo do seu negócio, como:

  • Controle de estoque;
  • Insumos que estão em trânsito;
  • Contas a pagar e a receber;
  • Pagamento de tributos;
  • Avaliar prazos de vencimento de produtos, etc.

É muita coisa, meu amigo gestor!

E o papel de uma contabilidade profissional é de te ajudar com tudo o que for necessário.

Conte com a WR!

Para ter um gerenciamento por categoria profissional, conte com a WR, escritório especialista em contabilidade para farmácias.

Atuamos com serviços de excelência em contabilidade e gestão empresarial, com vasta experiência no ramo de farmácias, de forma a sermos os verdadeiros parceiros que o seu negócio precisa para prosperar com solidez.

Portanto, amigo empresário, não hesite em nos contatar!

Sua empresa possui mesmo um controle de contas a pagar ou simplesmente reage a cada dia?

Toda empresa, para realizar suas operações, precisa se relacionar com fornecedores, prestadores de serviço e outros tipos de pessoas e empresas, contratando e comprando produtos ou serviços.

Uma boa gestão de contas a pagar começa antes de qualquer contratação, com um bom planejamento financeiro que define quais serviços ou produtos precisam ser comprados e com uma excelente pesquisa de mercado para definir os melhores custos.

Naturalmente, existe uma relação muito direta com a administração de contas a receber. Esta ligação deve permitir que a gestão de cobranças gere dinheiro, em tempo e quantidade suficiente, para quitar as contas a pagar.

Então, uma empresa bem administrada precisa ter um controle financeiro empresarial que una boas práticas de contas a pagar e receber!

Gestão financeira: o que é contas a pagar e a receber?

Um bom planejamento financeiro empresarial exige um bom controle de contas a pagar e receber, certo? Por isso, vamos entender definitivamente as ações de pagamento e recebimento de uma empresa.

Basicamente, estes valores representam tudo o que vai acontecer com o dinheiro do seu negócio. Por isso, manter este controle efetivo pode garantir melhores previsões para o seu fluxo de caixa.

Contas a pagar são todas as obrigações financeiras assumidas por uma empresa, ou seja, qualquer tipo de pagamento, seja de seus colaboradores, contas de consumo ou compra de matéria-prima.

Já as contas a receber são todos os recebimentos previstos para entrar no seu fluxo de caixa, desde o recebimento de uma duplicata paga por um cliente, até os juros dos investimentos.

Para entender se a sua empresa está trabalhando de forma sustentável e garantir os saldos positivos, é preciso colocar todas as contas lado a lado e realizar análises completas para entender se haverá dinheiro suficiente obtido pelas contas a receber, para quitar todas as contas a pagar.

Por isso, é muito importante realizar um controle efetivo deste processo através de ferramentas que te ajudem a colocar em prática uma gestão financeira de qualidade.

Sistema de gestão para contas a pagar e receber

O melhor método para sua empresa ter um bom controle de contas é usando um sistema ou software para isso. É comum empresas usarem planilhas para gestão financeira, mas um sistema traz muitas vantagens.

1. Pode ser gratuito, como o Omie.Fit

2. Evita erros, como fórmulas mal preenchidas

3. Permite melhores análises e, também, mais estratégicas

Além disto, um sistema de contas a pagar e receber, como o OMIE, vai lhe permitir gastar menos dinheiro com tarifas de cobrança, prever melhor a relação do fluxo de caixa – comparação diária do que você tem para receber e para pagar – e até mesmo oferecer acesso a empréstimos para cobrir falhas no fluxo de caixa, com taxas e burocracias muito menores do que nos bancos.

Entenda o que é um fluxo de caixa

Qualquer empresa tem contas a receber de seus clientes e contas a pagar para seus fornecedores. A questão central é que as datas e valores do que será recebido dos clientes, e as datas e valores do que será pago aos fornecedores, não são sempre coincidentes.

Pode ser que você venda sempre à vista, e pague sempre a prazo. Neste caso, você tem o dinheiro em mãos já e só vai pagar seus fornecedores mais adiante.

Mas pode também acontecer o contrário. Você pode estar pagando seus fornecedores sempre à vista, e seus clientes lhe pagando a prazo. Isso cria um desencontro no caixa.

Entre um cenário e outro existem muitas configurações possíveis entre a velocidade do que você tem para receber e a velocidade do que você tem pagar.

Fazer esta comparação, prevendo o que será recebido e pago a cada dia na semana, mês, trimestre e anos futuros, é o que chamamos de Fluxo de Caixa; instrumento que permite a administração de contas a receber e a pagar.

Quando você prevê com antecedência eventuais descompassos, pode pensar em como utilizá-los a seu favor, por exemplo comprando à vista e obtendo mais desconto, ou aplicando o recurso de maneira inteligente.

Também será possível prever momentos em que faltará dinheiro, e você poderá negociar com seus fornecedores condições mais adequadas de compra, planejar melhor os compromissos financeiros futuros que vai assumir e, em último caso, se preparar para obter crédito com antecedência.

Dicas importantes para a organização de contas a pagar

a. Garanta que as compras e contratações aconteçam sempre depois de uma pesquisa e comparação de preços, especialmente no caso de fornecedores constantes e antigos

b. Antes de comprar, verifique no fluxo de caixa projetado para a data do vencimento se existem recursos disponíveis

c. No momento do pedido de compra, já inclua o compromisso no sistema de contas a pagar

d. Na chegada de itens adquiridos, confira se os preços e condições de pagamento estão de acordo com o pedido, e confira se os dados no sistema de contas a pagar estão corretos

e. Certifique-se sobre a existência de impostos a pagar sobre o que foi comprado. Contratação de serviços podem ter incidência de impostos retidos na fonte, e compras de itens de outros Estados podem ter necessidade de recolhimento de impostos na entrada. Oriente-se com seu contador a este respeito.

f. Se houver impostos a pagar sobre compras e contratações, registre no sistema de contas a pagar esta previsão.

g. Não misture os gastos pessoais dos sócios com as contas a pagar da empresa. O sócio deve ter uma remuneração de pró-labore determinada, com data de pagamento, e apenas o valor referente a ele deve ficar no contas a pagar da empresa.

h. Acompanhe com antecedência o seu fluxo de caixa e, quando necessário, renegocie as condições com os credores.

i. Não conte com limites de créditos que sua empresa tenha pré-aprovados, como se fossem dinheiro a sua disposição. Eles custam caro.

Dicas importantes para a administração de contas a receber

a. Antes de definir as condições de vendas a prazo, analise seu fluxo de caixa, e tenha em mente que existe um custo financeiro em conceder esta opção para seus clientes

b. Lembre-se de que antecipar o recebimento de créditos junto a clientes custa caro e pode consumir seu lucro

c. Use um meio de cobrança com tarifas justas. Taxas de máquinas de cartão e tarifas de cobrança bancária variam muito no mercado, e você precisa pesquisar o tempo todo as melhores tarifas

d. Mantenha o cadastro de clientes sempre atualizado

e. Considere sempre os riscos de inadimplência. Crie critérios bem definidos e seguros para conceder prazo para seus clientes

f. Não controle o “contas a receber” pelos relatórios bancários ou de administradoras de cartão. Use sempre um software de contas a pagar e receber, como o sistema OMIE. Administradoras de cartão recusam o pagamento de operações, e os relatórios bancários podem fornecer informações incompletas.

g. Tenha métodos de cobrança bem definidos e ágeis para lidar com clientes inadimplentes.

Não descuide!

Mesmo que sua empresa esteja com um bom fluxo de caixa, mantenha a atenção. A dinâmica do mundo dos negócios exige que você esteja o tempo todo com um excelente controle financeiro empresarial, e isso só depende da sua dedicação!

Realizar a gestão financeira do seu negócio com eficiência e dedicação deve ser uma tarefa diária e indispensável para que suas contas a pagar e receber se tornem uma maneira efetiva de fornecer as melhores informações estratégicas para a sua empresa.

Fonte: Omie

A maneira de empreender que as empresas estão acostumadas foi alterada, a rotina das pessoas foi completamente destruída pelo furacão chamado COVID-19.

 

O surto que surgiu na cidade chinesa de Wuhan e causou impactos desastrosos no mundo inteiro, fez  todos os países tomarem atitudes severas para diminuir os índices de mortes e a queda na economia. E é nesse momento que eu chego em você empreendedor do Estado de Goiás,para amenizar a situação o Governador do Estado, Ronaldo Caiado, assina o DECRETO Nº 9.653:

 

“Dispõe sobre a decretação de situação de emergência na saúde pública do Estado de Goiás, em razão da disseminação do novo coronavírus COVID-19.”

 

Para preparar sua empresa ao pico da pandemia, e deixá-la mais forte do que nunca nesses momentos de crise, você precisa estar disponível a mudanças, e caminhar de acordo com o que a situação pede.-”A sobrevivência é dos mais aptos”- para não deixar sua empresa cair no limbo, juntamente com outras que decidiram cruzar os braços e esperar a situação engolir sua empresa.

 

Pensando nisso nós da WR que somos excessivamente preocupados com o bem estar e crescimento do seu negócio, visando sempre formas de te direcionar no caminho do sucesso, vamos deixar aqui o link para o Diário Oficial do Estado de Goiás no 19 DE ABRIL DE 2020, que trata exatamente o decreto assinado pelo Governador, as mudanças trazidas pelo seu decreto e informações de grande importância relacionadas ao novo Coronavírus.

Diario Oficial - Contabilidade em Goiânia Goiás | WR Contabilidade e Consultoria

 

 

ALTERA O DECRETO N.º 234/2020, DE 16 DE MARÇO DE 2020, QUE DECRETOU EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE ITUMBIARA DECORRENTE DA INFECÇÃO HUMANA PELO NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19)

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ITUMBIARA, ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais,

D E C R E T A:

Art. 1º – Acrescentam-se os seguintes artigos ao Decreto n.º 234, de 16 de março de 2020:

“Art. 20 – Fica prorrogado para o dia 08/05/2020 o prazo para pagamento da parcela única com desconto e da primeira parcela do Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana – IPTU.
Art. 21 – A vedação de realização de eventos prevista no inciso I do artigo 2º fica prorrogada enquanto permanecer a situação de emergência declarada neste decreto.
Art. 22 – O prazo de suspensão das aulas previsto no inciso II do artigo 2º fica prorrogado até o dia 04/04/2020, podendo ser novamente estendido em caso de necessidade.

Art. 2º – O artigo 21 do Decreto n.º 234, de 16 de março de 2020, passa a ser artigo 23, mantendo-se a mesma redação.

Art. 3º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

GABINETE DO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ITUMBIARA, Estado de Goiás, aos 01 dia do mês de abril de 2020.

JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA NETTO
Prefeito de Itumbiara

MAURO LUIS VIEIRA DE OLIVEIRA
Procurador-Geral do Município

O governo federal vai enviar uma medida provisória com regras que valerão para o período de emergência, modificando, temporariamente, regras previstas pela CLT

Para tentar evitar o aumento do desemprego no Brasil durante a crise do coronavírus, o governo vai permitir que empresas e órgãos públicos cortem até metade dos salários e da jornada de trabalho de funcionários, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A permissão vai valer até 31 de dezembro deste ano e será feita por medida provisória ou projeto de lei.

No primeiro caso, entra em vigor assim que for editada. No segundo, ainda precisaria de aprovação do Congresso.

O Ministério da Economia anunciou nesta quarta-feira (18/3) a medida, que terá que ser negociada entre o trabalhador e o patrão. A redução será proporcional:

O desconto no salário será correspondente ao número de horas que deixarão de ser trabalhadas. A empresa não poderá diminuir o valor pago por hora ao trabalhador.

A proposta faz parte do pacote “antidesemprego”, em reação à crise econômica gerada pela Covid-19. Segundo o governo, a medida flexibiliza a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) temporariamente, mas não altera o teor da legislação trabalhista. “Não é algo simples.

Mas é muito mais grave perder o emprego e não ter salário”, disse o secretário  especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.

Propostas

Outras providências prometidas pelo governo para conter o desemprego incluem o incentivo ao teletrabalho, que já tem sido adotado em órgãos públicos, a antecipação de férias individuais e de feriados não religiosos.
“Se o trabalhador está empregado há seis meses, não completou ainda o período necessário para as férias. Agora, será permitido tirar as férias”, explicou o Secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo.
A equipe econômica também sugere que as empresas concedam férias coletivas e flexibilize o banco de horas temporariamente.
Tanto para férias individuais quanto para coletivas, o prazo para aviso será de 48 horas.
No segundo caso, podem ser determinadas para toda a empresa ou apenas para um setor, sem precisar que o sindicato avise com duas semanas de antecedência, como nas regras atuais.
Na segunda-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou outras propostas, que foram reforçadas nesta quarta.
Uma delas é a possibilidade de que os empregadores deixem de contribuir para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) durante o estado de emergência. Os valores serão pagos em parcelas, depois de três meses.
Ainda para evitar que empresas precisem fechar as portas, o governo vai diminuir a parcela das contribuições sociais sobre a folha de pagamento e anunciou a suspensão de “quesitos burocráticos e administrativos” no âmbito de saúde e segurança do trabalho.
Fonte: Estado de Minas

Decisão faz parte das medidas do governo para proporcionar mais tranquilidade às empresas por conta da pandemia do coronavírus. Medida não vale para tributos de fevereiro.

G1

O Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou nesta quarta-feira (18) a prorrogação, por seis meses, do prazo para pagamento dos tributos federais no âmbito do Simples Nacional, informou a Secretaria da Receita Federal.

A medida, que também se aplica aos Microempreendedores Individuais (MEI), faz parte do pacote para minimizar os impactos econômicos da pandemia do coronavírus. A mudança não se aplica aos tributos de fevereiro, que vencem na próxima sexta (20).

Com isso, de acordo com o órgão, os tributos federais apurados no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D) e Programa Gerador do DAS para o MEI (PGMEI) foram prorrogados da seguinte forma:

  1. o Período de Apuração Março de 2020, com vencimento original em 20 de abril de 2020, fica com vencimento para 20 de outubro de 2020;
  2. o Período de Apuração Abril de 2020, com vencimento original em 20 de maio de 2020, fica com vencimento para 20 de novembro de 2020; e
  3. o Período de Apuração Maio de 2020, com vencimento original em 22 de junho de 2020, fica com vencimento para 21 de dezembro de 2020.
Paulo Guedes

Fonte da Imagem: G1

A Receita informou ainda que um ato vai orientar os procedimentos a serem adotados pelos contribuintes, na hora de fazer esse pagamento.

O governo federal já tinha anunciado que faria mudanças no pagamento do Simples. Até aquele momento, a ideia era prorrogar em apenas três meses.

Fonte: G1

Você sabe o que é e como funcionam os tributos Pis e Cofins? Na postagem de hoje iremos explicar melhor sobre esses dois tipos de impostos para que então, você saiba -pelo menos o básico – sobre como funcionam as contribuições!

Com a alta carga tributária brasileira interferindo na lucratividade de grande parte das empresas que atuam por aqui, nada melhor do que explicarmos então, como funcionam alguns impostos, como o PIS e Cofins, por exemplo, para que o empreendedor entenda assim, que através de um planejamento tributário adequado, suas empresas podem SIM, lucrar muito

E por falar em alta carga tributária, é importante enfatizarmos que todos os países do mundo tributam os rendimentos auferidos pelas empresas que exercem atividades dentro de suas fronteiras. O Brasil também impõe uma carga tributária sobre todas as empresas, nacionais e transnacionais que atuam por aqui. E, embora muitos afirmem que o Brasil possui uma carga tributária exorbitante, em comparação com outros países, nossos impostos se encontram em uma certa média mundial, isso com base no PIB – Produto Interno Bruto de cada país comparado.

O fato é que, infelizmente, não possuímos uma administração eficaz de nossos recursos internos e da própria arrecadação que é feita dos impostos, que, por vezes, parecem ( em muitas vezes, realmente é assim que acontece)  que são cobrados indevidamente.

Visto isso, o empreendedor brasileiro necessita assim, de uma educação precisa não somente sobre empreendedorismo, gestão, recursos humanos, como também sobre contabilidade, tributação e política, áreas fundamentais para obter então, uma visão mais lúcida sobre suas ações e o impacto delas no mercado.

Desse modo, como forma de oferecer auxílio a essa formação, nós, da WR Contabilidade, preparamos hoje um pequeno, porém valioso, artigo sobre os tributos Pis e Cofins, com a finalidade de esclarecer para que servem essas contribuições e como elas são calculadas. Confira!

O que é Pis?

O Programa de Integridade Social (PIS) é citado na constituição federal, no artigo 239:

“Art. 239. A arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social, criado pela Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, criado pela Lei Complementar nº 8, de 3 de dezembro de 1970, passa, a partir da promulgação desta Constituição, a financiar, nos termos que a lei dispuser, o programa do seguro-desemprego e o abono de que trata o § 3º deste artigo.“

E na Lei Complementar nº 7/70:

Art. 1.º – É instituído, na forma prevista nesta Lei, o Programa de Integração Social, destinado a promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas.

Onde fica determinado que o Pis serve como um meio de integração entre o colaborador e a empresa, sendo os tributos destinados assim, aos trabalhadores que possuem mais de 5 anos cadastrados no Pis e que não uma quantia superior a 2 salários mínimos mensais.

O que é Cofins?

Já a Cofins  é citada na constituição federal no artigo 195:

“A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais.”

E na Lei Complementar nº 70/91:

“Art. 1° Sem prejuízo da cobrança das contribuições para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), fica instituída contribuição social para financiamento da Seguridade Social, nos termos do inciso I do art. 195 da Constituição Federal, devida pelas pessoas jurídicas inclusive as a elas equiparadas pela legislação do imposto de renda, destinadas exclusivamente às despesas com atividades-fins das áreas de saúde, previdência e assistência social.”

Onde os tributos são destinados ao benefício da seguridade social, beneficiando às áreas da saúde, previdência e assistência social.

Como calcular?

Para calcular ambos impostos, é preciso primeiramente entender assim, se eles serão apurados em regime cumulativo ou não cumulativo.

Pis e Cofins cumulativos

Exclusivos aos regime tributários Lucro Presumido e Lucro Arbitrado, o Pis e Cofins cumulativos devem ser apurados até o 25º dia de cada mês diretamente do faturamento bruto da empresa, de acordo com as seguintes alíquotas:

  • PIS: 0,65%
  • COFINS: 3%

Pis e Cofins não cumulativos

Já o Pis e Cofins não cumulativos deverão, também ser apurados até o dia 25 de cada mês, e calculados de acordo com as seguinte alíquotas:

  • PIS: 1,65%
  • COFINS: 7,6%

Contudo, a grande diferença é que nesse formato de apuração são consideradas as compras realizadas no período e seus créditos são abatidos da fórmula de cálculo:

Pis e Cofins (%) Sobre As Vendas – Crédito das Compras

Salvo algumas exceções, esse cálculo é exclusivo às empresas enquadradas no Regime Lucro Real.

Observação: Empresas enquadradas no Simples Nacional também recolhem os tributos Pis e Cofins integrados e unificados na DAS. Porém, existem regras específicas para o regime monofásico de tributação do Pis/Cofins para empresas que revendem assim, higiene pessoal, medicamentos, cosméticos, combustíveis e autopeças. Desse modo, é muito importante que um contador especializado apoie então o empreendedor na apuração desses impostos, para que assim, suas empresas não se descapitalizem pagando impostos indevidamente. 

Para saber mais, entre em contato com um de nossos contadores especialistas!

Estamos totalmente preparados para te orientar às melhores soluções tributárias e contábeis para o sucesso da sua empresa.

Com certeza você já deve ter ouvido falar sobre a constituição de uma Holding para proteção e blindagem do patrimônio de uma família. Entretanto, você sabe quais são as vantagens e desvantagens de uma Holding Familiar na prática?

Existem prós e contras em uma sociedade empresarial criada para controlar o patrimônio de uma ou mais pessoas da mesma família. Mas quais são os aspectos legais, tributários e a importância de um contador especializado em contabilidade para holding familiar no processo de criação e gestão deste tipo de sociedade?

É o que veremos a partir de agora, então, fique atento e não perca essa chance de entender melhor, para poder se preparar apropriadamente!

Vamos lá?!  

Quando se deve criar uma Holding Familiar?

A Holding Familiar deve ser criada quando, após avaliação e indicação de um especialista neste tipo de sociedade, sejam observadas vantagens significativas para a proteção do patrimônio da família, tais como: 

  • Facilitação da sucessão patrimonial; 
  • A proteção do patrimônio; 
  • Além, do planejamento tributário.

Dito isto, vamos analisar as vantagens e desvantagens da Holding Familiar.

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1º – Sucessão patrimonial: uma parte essencial para as holdings familiares

Essa com toda certeza, tem sido uma das ações mais importantes e tem associação com a organização da sucessão dos bens, nos casos onde há o falecimento de algum dos sócios proprietários do negócio

E como a sucessão da holding familiar é formalizada?

Mediante a algumas regras que são prescritas e que estão contidas no contrato social da holding familiar. Essas medidas, quando documentadas, evita que haja problemas e conflitos entre os familiares, evitando dores de cabeça, brigas ou conflitos judiciais

Nesse caso em especial, um inventário deve ser feito. 

2º – Proteção do patrimônio

A configuração da Holding Familiar permite uma maior proteção do patrimônio da família. Isso acontece mediante a união dos bens, diante ao âmbito jurídico.

Assim, em casos de sucessão patrimonial, há uma melhor definição e direcionamento no sentido de quem receberá os bens. 

3º Planejamento tributário 

O planejamento tributário estratégico é um dos grandes benefícios de se lidar com uma holding familiar, visto que por meio dela, é possível reduzir encargos fiscais. 

Outras vantagens da holding familiar envolvem:

  • Retorno de capital de acordo com os lucros com menor tributação;
  • Prevenção de conflitos familiares;
  • Centralização do patrimônio familiar.

E as desvantagens de uma holding familiar?

Bom, nem sempre a holding familiar é a melhor opção para o controle dos bens de uma família. Depende muito de um estudo de caso, por isso é bom que o negócio como todo, seja bem analisado por um especialista em Holdings Familiares.

Como se trata de uma sociedade, toda a administração dos bens, mediante a holding, deverá envolver todos os participantes responsáveis por ela, e se exigirá que todos eles tenham contato com a realidade da administração de negócios.

A constituição de uma holding, em alguns casos, pode provocar incidência de ITBI – a depender do objetivo social eleito. 

Nos casos de doações de quotas a herdeiros e na constituição de usufruto, haverá ITCMD incidido. 

E como constituir uma holding familiar?

  1. Será preciso registrar a holding em alguns órgãos;
  2. Exemplo: Junta Comercial do Estado e na Receita Federal;
  3. Definir cláusulas contratuais para que assim haja uma boa gestão empresarial e familiar;
  4. Definição do tipo societário;
  5. Melhor escolha do regime tributário para holding familiar.

São muitas ações, concorda? E claro, você terá de contar com um especialista experiente em holding familiar, para não ter problemas, nem prejuízos!

Fato é que muitos empreendedores ainda sentem dúvidas sobre holdings, mas de forma geral, ela traz muitos benefícios, quando acompanhada e criada por quem realmente entende do assunto!

Somos uma empresa de assessoria contábil especializada em Contabilidade para Holdings Familiares. Portanto, entre em contato conosco e faremos uma avaliação da melhor forma de constituir a sociedade controladora e de como o seu patrimônio pode ser blindado por meio de uma holding.

Estamos esperando por você!

Até breve…

Tire Suas Duvidas - Contabilidade em Goiânia Goiás | WR Contabilidade e Consultoria

 

 

 

QUERO FALAR COM UM ESPECIALISTA EM HOLDINGS FAMILIARES 

Você vai abrir uma drogaria ou farmácia, ou já é empresário no ramo?

Nosso código tributário é muito complexo e além disso temos os órgãos reguladores que cobram outras exigências além das de ordem econômica e tributária.

No caso específico de drogarias e farmácias, algumas das principais exigências são: vigilância sanitária estadual e municipal; autorizações específicas emitidas pela ANVISA (AFE, AE); alvará de funcionamento municipal; laudo de inspeção do corpo de bombeiros; e, certificado de regularidade técnica (emitido pelo CRF).

Quanto a parte tributária, é imprescindível receber o auxílio de um contador por meio de uma consultoria contábil especializada que conheça o seu segmento evitando a ocorrência de erros que impactarão negativamente no seu orçamento. Infelizmente é comum ocorrer situações no segmento de farmácias e drogarias em que o empresário se depara com o pagamento indevido de impostos gerando uma elevação na carga tributária que resulta no sangramento de seu faturamento.

Por isso frisamos a importância de ter uma empresa contábil especializada à frente do planejamento e acompanhamento tributário. A WR Contabilidade e Consultoria oferece um trabalho consultivo desde a abertura da sua empresa, captação de recursos financeiros quando necessário, e toda regularização para início das atividades bem como, consultoria no seu dia – a – dia, para que você possa ter segurança e aumentar seus resultados de faturamento dedicando todo seu tempo ao seu negócio.

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Fonte: WR Contabildiade e Consultoria