Você já fez o cálculo do IR: Lucro Real, para saber se é o ideal para você? Pois, você pode estar pagando mais caro no seu Imposto de Renda!

Empreendedor, você já parou pra pensar que a escolha errada do regime tributário a seguir pode acarretar prejuízos incontáveis à saúde fiscal e financeira da sua empresa?

Por isso, é tão importante você estudar bem as opções possíveis de acordo com o enquadramento do seu negócio, para que você não pague mais do que o necessário no seu Imposto de Renda de Pessoa Jurídica.

Sendo assim, além de ter o acompanhamento de um profissional contabilista para orientar melhor os rumos financeiros do seu empreendimento, uma ajuda muito mais do que bem vinda no mundo dos negócios, você deve conhecer bem os regimes tributários e os cálculos que são feitos em cada um deles.

Porém, tudo vai depender do seu ramo de atuação e, também, do alcance do faturamento anual da sua empresa.

Neste artigo, vamos nos aprofundar em apenas um dos regimes tributários, o regime recomendado para grandes corporações e obrigatório para:

  • Instituições do ramo financeiro;

  • Empresas que tenham faturamento bruto anual acima de R$ 78 milhões de reais;

  • Empresas que possuem ganhos provindos de atividades no exterior, entre outras.

E então, quer saber mais sobre o cálculo do IR: Lucro Real? Então nos acompanhe até o final deste artigo.

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Cálculo do IR: Lucro Real: Qual a diferença para os outros?

Antes de nos aprofundarmos no assunto, vamos falar um pouco de cada um dos regimes tributários:

É um regime simplificado, sugerido para micro e pequenas empresas, com os impostos unificados em uma única guia para pagamento, e alíquotas variáveis entre 4% e 19%, de acordo com o valor do receita anual bruta da empresa;

  • Lucro Presumido

É o regime onde se presume qual será o receita anual bruta da instituição, com alíquotas variáveis entre 8% e 32%, a depender da atividade praticada no mercado;

  • Lucro Real

É um regime mais complexo, calculado a partir do lucro líquido anual da empresa e com alíquota fixa em 15%, porém com um adicional de 10% caso os rendimentos mencionados ultrapassem R$ 20 mil reais mensais.

Cálculo do IR: Lucro Real: Como é feito o cálculo?

Como a alíquota praticada no regime tributário de Lucro Real é fixa, o cálculo básico é bem simples:

Imposto de Renda = Lucro líquido x 15%

No caso do do adicional de 10%, quando ocorrer, o cálculo será feito da seguinte forma:

Adicional = (Lucro líquido mensal – 20.000) x 10%

Cálculo do IR: Lucro Real: Porque é tão complexo?

O regime de Lucro Real pode ser escolhido por qualquer empresa, mas não possui muitas adesões devido a algumas complexidades na hora de declarar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica.

Dessa forma, esse regime acaba sendo mais complexo por exigir um maior detalhamento das transações financeiras da empresa, mais comprovações sobre o faturamento e, consequentemente, uma grande demora e procedimentos mais trabalhosos.

Sendo assim, com tantos aspectos envolvidos na escolha ideal e nos procedimentos a serem tomados para te beneficiar, é necessária uma profunda avaliação dos mecanismos e do fluxo financeiro da empresa para que, dessa forma, se chegue a uma conclusão sobre o melhor regime tributário a seguir.

Pois, uma decisão mal tomada pode gerar prejuízos indesejados e um grande atraso no crescimento econômico do seu negócio!

Para ter maior segurança na hora de tomar essa decisão, conte com a ajuda de profissionais contabilistas para a definir o melhor caminho para a sua empresa!

Entre em contato agora conosco, e disponibilizaremos toda uma equipe de especialistas para te ajudar a alcançar a estabilidade fiscal e financeira para o seu negócio prosperar!

Saiba mais sobre uma holding familiar e a melhor escolha para sua tributação!

Se você acha que a holding está restrita a grandes corporações, vamos começar a rever esses conceitos. Para começar, precisamos entender o que é o holding. 

Holding é um termo, provindo do inglês, que significa manter, segurar.

Sua ideia inicial era formada para grandes empresas, para unir diversas atividades e patrimônios sob uma mesma pessoa jurídica. 

Porém, hoje existem outras formas de holding, e uma delas é a familiar.

No caso da holding familiar, não é muito diferente. Vários patrimônios, ao invés de estarem 

registrados sob um cadastro de pessoa física, podem ser registrados como pessoa jurídica  e ter, assim, alguns benefícios fiscais e financeiros.

Desta forma, os ativos e patrimônios dessa família fariam parte de uma empresa e estariam mais protegidos, sendo controlados por pessoas físicas, como participações societárias. Os familiares fariam a organização administrativa dos bens e direitos da família.

Outro grande benefício da holding familiar é a redução da tributação que incide sobre aqueles bens.

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Veremos adiante o por que esse benefício é realmente válido

Vamos supor que um casal com quatro filhos tenha negócios e bens imobiliários e, em determinado momento, esse casal venha a falecer. A divisão desses bens seria feita, naturalmente, via testamento ou inventário, sendo cobrado o imposto ITCMD (Imposto de Transferência Causa Mortis e Doações).

Ainda, para a declaração do imposto de renda, a tributação, ou seja, o recolhimento de impostos seria bastante pesado, cerca de 27,5%.

Quando é criada uma empresa, todos esses bens podem ser subscritos no empreendimento.

Uma vez propriedade de uma pessoa jurídica, a tributação tende a ser bem menor. 

O imposto de renda, por exemplo, recolherá bem menos por esses bens imobiliários do que recolheria se eles fossem declarados como propriedades de pessoa física.

No caso do imposto de renda ser tributado como lucro presumido, por exemplo, a tributação é de 15%.

Indiscutivelmente mais viável

Na possibilidade de divisão desses bens, o processo também seria bem mais fácil, pois seriam feito via transferência de cotas sociais.

Dessa forma, antes do desligamento dos fundadores ou líderes dessa empresa familiar, já terá definido a divisão de cotas que será feita e de sucessão – caso haja – na liderança da empresa, evitando conflitos de interesses entre as partes.

Não fique com dúvidas

O assunto é bastante amplo, com especificidades em cada caso, mas em termos gerais, o holding familiar é uma grande vantagem na hora de calcular a tributação a ser paga por bens de valor que a sua família possa ter.

Se ainda assim você tem dúvidas sobre o quão vantajoso pode ser escolher o holding familiar para incluir os bens de sua família, e quer uma explicação mais detalhada, nós, da WR, estamos à disposição para esclarecer e mostrar para você os caminhos mais práticos para adotar o holding familiar e, assim, reduzir drasticamente a tributação que incidirá sobre seus bens.

Um dos principais motivos de reclamação dos empreendedores brasileiros é a pesada tributação de impostos do país. As numerosas taxas e alíquotas, muitas vezes, dificultam, quando não inviabilizam o crescimento da empresa. No setor de transportes o cenário é ainda pior, já que há os custos logísticos somados aos tributos sobre o transporte de cargas.

Por isso, ao investir nesse setor, é indispensável conhecer quais tributos incidem na área, de forma a realizar um planejamento tributário eficiente e ter um maior controle sobre os custos logísticos totais. 

Se você não sabe quais os impostos que incidem sobre o transporte de cargas, continue a leitura!

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Impostos Estaduais, Federais e Municipais

1 – IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)

O IRPJ é um imposto federal obrigatório para todas as empresas que tenham CNPJ, sem considerar o regime tributário. E é declarado de forma anual e trimestral incidindo sobre o lucro líquido da empresa.

As alíquotas são menores para as empresas que forem do Simples Nacional. E para as que são do Lucro Real e Presumido, a alíquota é de 15%.

2 – IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)

O IPI também é um imposto federal que incide sobre produtos nacionais e internacionais, tendo a alíquota com base no produto que foi comercializado.

O valor deve ser verificado na TIPI (Tabela de Incidência do IPI), e está relacionado a tributação para transportadoras, pois, o frete entra na base de cálculo.

3 – COFINS ( Contribuição para Financiamento da Seguridade Social)

O COFINS é outro tributo estadual que incide sobre o faturamento total da empresa e não sobre os serviços prestados.

A alíquota pode variar entre 3% e 7,6%, dependendo do regime da empresa: cumulativo ou não cumulativo, ou o seu enquadramento tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido, e Lucro Real).

4 – PIS ( Programa de Integração Social)

O PIS é um tributo federal que é parecido com o COFINS, havendo variação nas alíquotas que podem ser de 0,65% a 1,65%.

5 – ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços)

O ICMS é um tributo estadual que está relacionado com a circulação da mercadoria com base na alíquota de cada estado que incidirá sobre a movimentação de produtos, prestação de serviços de comunicação, serviços de transporte e a entrada de mercadoria importada.

6 – CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)

O CSLL é um tributo federal que é semelhante ao IRPJ. Mas a sua alíquota para os serviços de transporte é de 12%.

7 – ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)

O ISSQN é um imposto municipal e sua alíquota é definida por cada município. Os valores podem variar de 2% a 5%.

Também é preciso prestar atenção nas alíquotas dos outros municípios, principalmente, para as transportadoras, que devem considerar a alíquota onde foi prestado o serviço.

Todos esses tributos afetam direta e indiretamente as transportadoras, por isso, devem ser controlados de maneira correta e pagos em dia.

Para isso, você precisa investir em uma ferramenta de gestão adequada para a sua transportadora e contratar um excelente contador que vai cuidar da parte burocrática.

Sendo assim, caso precise de auxílio contábil, entre em contato conosco! 

Será um grande prazer poder ajudar! 

O Brasil tem atualmente três opções de regime tributário: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido, cada uma com suas próprias regras e condições para adesão. A escolha deve ser feita em janeiro de cada ano, sendo irretratável por todo o ano calendário. Por isso deve ser feito um estudo criterioso para saber qual é o regime tributário menos oneroso para transportadora. 

Continue lendo para descobrir quais são os regimes de tributação possíveis para transportadora e como funciona cada um deles! 

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Simples Nacional 

O Simples Nacional é um regime de apuração simplificado, que beneficia microempresas e empresas de pequeno porte. As alíquotas são reduzidas e estão dispostas em Anexos, na Lei Complementar nº 123/06. 

A tributação no Simples Nacional para transportadora, ocorre no Anexo III, que tem alíquotas, a partir de 6%, e que variam conforme o valor da receita bruta acumulada nos últimos doze meses anteriores ao mês de apuração do imposto.

Nesse regime os impostos são pagos em uma guia única, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), o que facilita  o controle financeiro e a apuração. Nessa única guia estão incluídos percentuais reduzidos dos seguintes impostos:

  • IRPJ (Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)
  • PIS (Programa de Integração Social)
  • COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
  • CPP (Contribuição Previdenciária Patronal)
  • ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza)

No caso de o transporte ser de natureza intermunicipal ou interestadual, não há a incidência de ISSQN. Por isso, da alíquota encontrada deve-se deduzir o percentual desse imposto e somar o percentual de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é encontrado no Anexo I do Simples Nacional. 

Lucro Presumido

No Lucro Presumido, como o próprio nome diz, presume-se o lucro para tributação do IRPJ e CSLL através de um percentual estipulado em lei. Assim, as alíquotas finais a serem pagas pela transportadora com relação a esses impostos são:

  • IRPJ – na alíquota de 1,20%
  • CSLL – na alíquota de 1,08%

Sobre o faturamento total, são recolhidos ainda os seguintes impostos:

  • PIS – 0,65%; 
  • COFINS – 3%;
  • ISSQN de 2 a 5%, conforme legislação do município, no caso de transporte municipal; ou
  • ICMS, no caso de transporte interestadual ou intermunicipal, conforme a legislação do estado onde ocorrerá o transporte ou dos estados de origem e destino. 

Lucro Real

O Lucro Real é mais utilizado por empresas de grande porte por exigir maior controle para apuração, visto que, como o próprio nome diz, a tributação de IRPJ e CSLL é feita sobre o lucro real, apurado contabilmente, através de registros de receitas e despesas dedutíveis. Sobre esse lucro incidem as alíquotas de 15% de IRPJ e 9% para CSLL.

Além disso, devem ser pagos:

  • PIS – 1,65%
  • COFINS – 7,6%
  • ISSQN, conforme municipio, de 2 a 5%
  • ICMS, conforme os estados envolvidos no transporte. 

Qual regime tributário menos oneroso para transportadora?

Após conhecer as opções, voltamos a pergunta inicial desse texto: qual é o regime tributário menos oneroso para transportadora?

Não existe uma resposta pronta para essa pergunta. A definição do regime de tributação mais adequado para transportadora depende de vários fatores. 

O regime do Lucro Real, têm alíquotas maiores, mas pode ser mais vantajoso caso o lucro apurado contabilmente seja baixo. 

Para decidir entre o Simples Nacional e o Lucro Presumido, é importante verificar, além do faturamento anual, que pode ser impeditivo a opção pelo Simples, o valor das receitas acumulado para identificar qual alíquota será aplicada. 

De um modo geral, o Simples Nacional tende a ser mais vantajoso por ter alíquotas menores, além da simplificação na apuração e número reduzido de obrigações tributárias. Porém, no Lucro Presumido, a empresa pode ter outros benefícios, como créditos de ICMS, por exemplo, que talvez compensem a alíquota maior desse regime. 

Devido a isso, o ideal é que seja solicitado a um contador especialista que faça um estudo aprofundado do cenário completo, considerando todas as variáveis possíveis e, em seguida, seja definido qual o regime menos oneroso para a transportadora. 

Quer saber qual o regime tributário menos oneroso para a sua transportadora? Fale conosco! 

 Será um grande prazer poder ajudar!

Um dos principais dilemas, entre as muitas preocupações e dúvidas de quem pretende abrir um negócio é:

Qual é o melhor regime tributário para a minha empresa? 

E isso não é nada mais do que justo, afinal, a escolha do regime influencia em quase todos – senão todos – os aspectos da rotina empresarial e também afeta o fluxo de caixa. 

Em um país que tem uma das mais altas cargas tributárias do mundo, é fundamental escolher muito bem o seu enquadramento. Neste texto, pretendemos mostrar para você como funciona a tributação de transportadoras no Lucro Real. 

Confira! 

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Entenda as características do Lucro Real 

O Lucro Real é um conjunto de regras estabelecidas por lei para apuração dos seguintes tributos: IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). 

A sua principal característica é que a base para o cálculo dos tributos é o lucro líquido do período de apuração. Por isso o regime se chama Lucro Real, pois considera valores exatos e não presumidos. A legislação permite que a apuração seja realizada de forma trimestral ou anual, a empresa pode escolher a forma que for mais vantajosa para ela. 

A Lei 8.541/1992 determina que são obrigadas a apurarem com base no Lucro Real as empresas:

“cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta”. 

Se a sua empresa tem receita bruta superior a R$ 78 milhões, ela precisa, obrigatoriamente, ser enquadrada no Lucro Real. Para não cometer erros e acabar pagando mais impostos do que devem, transportadoras no Lucro Real precisam ter ainda mais atenção com a contabilidade. Afinal, a taxa dos impostos vai incidir sobre o lucro apontado pela empresa. Se despesas não forem lançadas corretamente, por exemplo, a empresa aumenta a carga tributária. 

Veja como funciona a tributação de transportadoras no Lucro Real

Agora que você já compreendeu o que é Lucro Real, vamos mostrar como fica o pagamento de impostos nas transportadoras que optam pelo Lucro Real. 

Como já foi dito, os impostos que incidem sobre esse regime são o IRPJ e o CSLL.

  • IRPJ: 15% para lucro até R$ 20.000,00 mensais;
  • IRPJ: 25% para lucro acima de R$ 20.000,00 mensais;
  • CSLL: 9% seja qual for o lucro.

Para realizar o cálculo, também é preciso considerar que existem receitas tributáveis e as despesas dedutíveis. O pagamento dos impostos deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao de apuração. 

Compreendeu como funciona a tributação de transportadoras no Lucro Real? Para saber se vale a pena ou não optar por esse regime tributário, é preciso analisar as características de faturamento do seu negócio. Por isso é tão relevante contratar um contador para fazer um planejamento tributário. 

Precisa de auxílio para saber se o Lucro Real é viável para a sua transportadora? Entre em contato conosco! 

Será um grande prazer poder ajudar! 

Você sabe o que é e como funcionam os tributos Pis e Cofins? Na postagem de hoje iremos explicar melhor sobre esses dois tipos de impostos para que então, você saiba -pelo menos o básico – sobre como funcionam as contribuições!

Com a alta carga tributária brasileira interferindo na lucratividade de grande parte das empresas que atuam por aqui, nada melhor do que explicarmos então, como funcionam alguns impostos, como o PIS e Cofins, por exemplo, para que o empreendedor entenda assim, que através de um planejamento tributário adequado, suas empresas podem SIM, lucrar muito

E por falar em alta carga tributária, é importante enfatizarmos que todos os países do mundo tributam os rendimentos auferidos pelas empresas que exercem atividades dentro de suas fronteiras. O Brasil também impõe uma carga tributária sobre todas as empresas, nacionais e transnacionais que atuam por aqui. E, embora muitos afirmem que o Brasil possui uma carga tributária exorbitante, em comparação com outros países, nossos impostos se encontram em uma certa média mundial, isso com base no PIB – Produto Interno Bruto de cada país comparado.

O fato é que, infelizmente, não possuímos uma administração eficaz de nossos recursos internos e da própria arrecadação que é feita dos impostos, que, por vezes, parecem ( em muitas vezes, realmente é assim que acontece)  que são cobrados indevidamente.

Visto isso, o empreendedor brasileiro necessita assim, de uma educação precisa não somente sobre empreendedorismo, gestão, recursos humanos, como também sobre contabilidade, tributação e política, áreas fundamentais para obter então, uma visão mais lúcida sobre suas ações e o impacto delas no mercado.

Desse modo, como forma de oferecer auxílio a essa formação, nós, da WR Contabilidade, preparamos hoje um pequeno, porém valioso, artigo sobre os tributos Pis e Cofins, com a finalidade de esclarecer para que servem essas contribuições e como elas são calculadas. Confira!

O que é Pis?

O Programa de Integridade Social (PIS) é citado na constituição federal, no artigo 239:

“Art. 239. A arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social, criado pela Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, criado pela Lei Complementar nº 8, de 3 de dezembro de 1970, passa, a partir da promulgação desta Constituição, a financiar, nos termos que a lei dispuser, o programa do seguro-desemprego e o abono de que trata o § 3º deste artigo.“

E na Lei Complementar nº 7/70:

Art. 1.º – É instituído, na forma prevista nesta Lei, o Programa de Integração Social, destinado a promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas.

Onde fica determinado que o Pis serve como um meio de integração entre o colaborador e a empresa, sendo os tributos destinados assim, aos trabalhadores que possuem mais de 5 anos cadastrados no Pis e que não uma quantia superior a 2 salários mínimos mensais.

O que é Cofins?

Já a Cofins  é citada na constituição federal no artigo 195:

“A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais.”

E na Lei Complementar nº 70/91:

“Art. 1° Sem prejuízo da cobrança das contribuições para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), fica instituída contribuição social para financiamento da Seguridade Social, nos termos do inciso I do art. 195 da Constituição Federal, devida pelas pessoas jurídicas inclusive as a elas equiparadas pela legislação do imposto de renda, destinadas exclusivamente às despesas com atividades-fins das áreas de saúde, previdência e assistência social.”

Onde os tributos são destinados ao benefício da seguridade social, beneficiando às áreas da saúde, previdência e assistência social.

Como calcular?

Para calcular ambos impostos, é preciso primeiramente entender assim, se eles serão apurados em regime cumulativo ou não cumulativo.

Pis e Cofins cumulativos

Exclusivos aos regime tributários Lucro Presumido e Lucro Arbitrado, o Pis e Cofins cumulativos devem ser apurados até o 25º dia de cada mês diretamente do faturamento bruto da empresa, de acordo com as seguintes alíquotas:

  • PIS: 0,65%
  • COFINS: 3%

Pis e Cofins não cumulativos

Já o Pis e Cofins não cumulativos deverão, também ser apurados até o dia 25 de cada mês, e calculados de acordo com as seguinte alíquotas:

  • PIS: 1,65%
  • COFINS: 7,6%

Contudo, a grande diferença é que nesse formato de apuração são consideradas as compras realizadas no período e seus créditos são abatidos da fórmula de cálculo:

Pis e Cofins (%) Sobre As Vendas – Crédito das Compras

Salvo algumas exceções, esse cálculo é exclusivo às empresas enquadradas no Regime Lucro Real.

Observação: Empresas enquadradas no Simples Nacional também recolhem os tributos Pis e Cofins integrados e unificados na DAS. Porém, existem regras específicas para o regime monofásico de tributação do Pis/Cofins para empresas que revendem assim, higiene pessoal, medicamentos, cosméticos, combustíveis e autopeças. Desse modo, é muito importante que um contador especializado apoie então o empreendedor na apuração desses impostos, para que assim, suas empresas não se descapitalizem pagando impostos indevidamente. 

Para saber mais, entre em contato com um de nossos contadores especialistas!

Estamos totalmente preparados para te orientar às melhores soluções tributárias e contábeis para o sucesso da sua empresa.

Muitas empresas pagam o IRPJ e CSLL, mas será que sabem o que são esses impostos e como eles influenciam nos resultados do negócio?Algumas informações de grande relevância sobre esse assunto e sobre como uma contabilidade experiente pode te ajudar nos sentidos fiscais e contábeis em sua empresa!

Vamos lá entender melhor?

IRPJ — o que é?

Bom, hoje teremos o grande prazer de conhecer a

IPRJ se trata do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, que tem a ver com a empresa.

De acordo com o modelo de tributação, pois pode estar enquadrado no Simples Nacional, no Lucro Presumido e no Lucro Real, que dependendo da atividade pode ter dedução de 15% e adição de mais 10%, nos casos em que quando no Lucro Real, houver ultrapassagem de mais de 20 mil reais de faturamento sobre o limite firmado. 

Assim, o IRPJ será calculado de maneira diferente, a depender do tipo de empresa e de acordo com o regime tributário escolhido. 

No caso de o regime ser aliado ao Simples Nacional, a alíquota pode ser variante, a depender da nota fiscal emitida, nesse caso, somente com um contador bem habilitado, é que será possível obter o valor do IRPJ correto.

De quanto em quanto tempo o IRPJ pode ser declarado?

Pode ser declarado como o empreendedor achar mais conveniente, ou seja, a cada 3 meses, ou ainda anualmente.  

Se a escolha for por trimestre, deve-se estar atento aos seguintes períodos de pagamento:

  • 31 de março de cada ano;
  • 31 de junho;
  • 30 de setembro;
  • 31 de dezembro.

Caso a empresa tenha sofrido fusão, incorporação ou ainda cisão, a apuração do IRPJ deve ser efetuada dentro da data de ocorrência dessas ações. A mesma coisa acontece para os encerramentos de atividades. 

Esse tributo deve ser pago através do DARF, que é um guia que o contador gera. 

É bom estar atento e ter realmente uma contabilidade especializada e produtiva, já que com tantas modernizações dentro do sistema do governo, o Fisco vem cruzando dados o tempo todo, o que torna ainda mais essencial estar bem amparado e sendo bem conduzido, para que não haja erros ou falhas nos pagamentos do IRPJ. 

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E o que é o CSLL e como ele funciona?

A CSLL se trata de um imposto que é pago e destinado à Seguridade Social. 

Essa verba dá suporte a diversos tipos de assistência, como:

  • SUS;
  • Previdência social e os seus auxílios, como: aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-maternidade, dentre outros.

Como calcular a CSLL?

Da mesma forma que o IRPJ, a alíquota da CSLL, vai depender muito de acordo com a tributação da empresa. 

Quando o enquadramento engloba o lucro real, o contador deve ajustar o cálculo através do LALUR. Este se trata do Livro de Apuração do Lucro Real e mostra as exclusões e adições com base nas percentagens que são determinadas pelo Governo.

Já no lucro presumido e no lucro arbitrado, o tributo é calculado o imposto, através de alíquotas de presunção. Isso significa dizer que a alíquota vai depender diretamente do tipo de atividade exercida pela empresa, por exemplo:

  • 32% para receitas que envolvam serviços prestados — retirando os serviços de transporte e serviços médicos e de cargas.
  • 12% sobre as receitas de vendas.
  • Já no sistema do SN, também vai depender muito do faturamento, do segmento e da receita bruta, por isso, somente com a ajuda de um contador você estará seguro e pagando corretamente o que é devido e exigido em Lei!

Ainda tem dúvidas? Podemos te ajudar. 

Entre em contato!

Entenda como funciona o regime de tributação do Lucro Real e saiba quais são as alíquotas incidentes a ele!

Lucro real, você conhece esse sistema de tributação e suas alíquotas?

Conheça mais sobre o assunto hoje e esteja pronto para acertar no alvo da lucratividade!

Vivemos numa era, onde precisamos estar sempre atentos a tudo e todos! E quando se fala no bolso, qualquer economia que seja obtida, vira lucro, concorda?

Assim, nasce o sistema tributário do lucro real, você o conhece e sabe como ele funciona?

Vejamos a partir de agora!

Lucro real e empresas de grande porte

Qualquer empresa pode fazer o uso do lucro real, muito embora, as grandes sejam as mais favorecidas, visto que mesmo quando não há lucro, ainda nesse caso, a empresa se resguarda do pagamento de alguns impostos!

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E quais são os tributos do lucro real?

  • IRPJ – Imposto de renda pessoa jurídica;
  • CSLL – Contribuição social sobre lucro líquido;
  • PIS;
  • COFINS;
  • ISS – Imposto sobre serviços de qualquer natureza;
  • ICMS – Imposto sobre operações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. 

Os impostos no lucro real são pagos separadamente, além disso:

  • Alguns dos tributos são calculados com base no lucro líquido em determinado período da empresa;
  • Através do lucro líquido, é preciso aplicar alguns valores ou ainda excluir da base de cálculo, por isso a importância de ter uma contabilidade especializada ao lado, para melhor proveito dos seus negócios!
  • A excelente notícia é que, se durante o período sua empresa não tiver obtido lucro, fica, então, ausente de pagar os impostos, o que por si só é uma excelente vantagem de não haver pagamento e nem prejuízos.

De forma geral, o lucro real é um dos melhores regimes, quando você possui o apoio de contador qualificado que ajuda o seu negócio a crescer e prosperar, pois através de um planejamento tributário, é possível ter muitos benefícios fiscais! 

E as alíquotas dos impostos do lucro real?

  • IRPJ – 15%;
  • CSLL – 9%;
  • Adicional de 10%, sempre quando o valor exceder a 20 mil reais dentro de um mês;
  • PIS – 1,65%;
  • COFINS – 7,60%.

O PIS e COFINS são tributações que devem ser recolhidas dentro de cada mês e que incidem na receita bruta. Lembrando que ambos não são cumulativos.

A importância da contabilidade especializada no lucro real para empresas

Às vezes, não se dá a devida importância a uma área da empresa que é tão vital à saúde dos negócios!

Sim, estamos falando da contabilidade empresarial, pois, é a partir dela, que se torna possível encontrar indicadores financeiros e, assim, começar um planejamento tributário capaz de gerar melhores e maiores economias dentro da organização, validando e trazendo soluções estratégicas, tanto a nível de custos, como de fiscalização, tributação e de performance.

É preciso destacar que, mais do que nunca, uma assessoria contábil de ponta, traz melhores condições para que a empresa consiga se desenvolver como precisa!

Mas somente com o apoio desse tipo de empresa contábil é possível gerar bons negócios e crescimento!

Portanto, se você precisa melhorar seus resultados financeiros empresariais e quer aquela “mãozinha” as questões voltadas a rentabilidade e lucratividade, além de ter ajuda nos contextos de menor tributação em sua empresa, venha falar conosco!

Nós podemos e queremos te ajudar!

Contabilidade no lucro real… você sabe a importância e como o lucro real pode ser benéfico para você e seus negócios?

Vantagens da contabilidade no lucro real

De todas as tributações que existem, a do lucro real é uma das mais justas, porque vai ao encontro da realidade de faturamento da empresa, levando em consideração assim, a situação do balanço contábil entre lucros e prejuízos. 

Outro ponto é que há chances de se poder compensar prejuízos fiscais, podendo ter acesso assim, aos créditos fiscais, reduzindo e até mesmo suspendendo os recolhimentos da CSLL e do IRPJ, por exemplo, o que traz grandes vantagens, concorda?

No sentido do planejamento tributário existe também maior flexibilidade, do que nos demais regimes.

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Quem pode optar pelo Lucro Real?

  • Toda empresa que possuir receita bruta anual maior do que 78 milhões é obrigada a adotar o Lucro Real como regime de tributação;
  • Bancos comerciais, empresas de crédito, de investimentos ou financiamentos;
  • Sociedades de crédito imobiliário;
  • Sociedades corretoras de títulos, de câmbio ou ainda de valores mobiliários;
  • Empresas de arrendamento mercantil;
  • Cooperativas de créditos;
  • Empresas de seguro privados;
  • Entidades privadas da previdência aberta;
  • Empresas e negócios que possuírem rendimentos, lucros ou ganhos que são provenientes do exterior;
  • Empresas que possuem benefícios fiscais ou são isentas de impostos e ainda que possuem redução de impostos;
  • Empresas que exploram atividades de prestação cumulativas ou ainda com serviços creditício, mercadológico, de gestão de crédito, seleção e risco, administração de contas a pagar e receber, de compras de direitos creditórios, entre outros;
  • Além de todas essas empresas, qualquer outra que deseje optar pelo lucro real, pode optar por esse regime, já que ele é um dos mais justos concernente à realidade do negócio. 

Certamente é necessário e se faz jus, contar com um planejamento tributário, para que assim, a empresa esteja segura e resguardada de quaisquer problemas e infortúnios por má gestão e desconhecimentos do sistema tributário. 

Quais são os impostos a pagar com o lucro real?

  • IRPJ no lucro real – se trata do imposto de renda de pessoa jurídica, que tem alíquota de 15% sobre o valor real do lucro líquido, e que nos casos de haver excedência de 20 mil ou 60 mil no trimestre, se deverá adicionar mais 10%. 
  • CSLL no lucro real – que se trata da contribuição social sobre o lucro líquido, onde a alíquota é de 9% sobre o lucro líquido da empresa. 
  • PIS no lucro real se trata do programa de integração social, onde não é cumulativo e possui alíquota de 1,6%.
  • ISS no lucro real – pode haver variação de acordo com o município e se trata do imposto sobre serviço, podendo ter de 2 a 5% der acordo com o serviço prestado e não com o faturamento. 
  • COFINS no lucro real – se trata da contribuição para financiamento da seguridade social e não é cumulativa, tendo a alíquota de 7,6%. No entanto, é bom destacar aqui que ambos PIS e COFINS possuem possibilidade de serem deduzidos de algumas despesas, a depender de regras e situações, é por isso que é bom poder contar com uma contabilidade que realmente entenda desse assunto. 
  • ICMS no lucro real, não é aplicado em todos os tipos de empresas e deverá seguir as normas de apuração de acordo com o Estado. 
  • INSS no lucro real por sua vez, é recolhido por meio do pró-labore e da folha de pagamento da empresa. 

Assim sendo, fica evidente as vantagens e diferenciais de se fazer uso da contabilidade no Lucro Real. 

Portanto, se precisa de ajuda, clique abaixo!

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Você quer abrir uma empresa ou já é dono de um negócio estabelecido e quer realizar um planejamento tributário sério, então surge a dúvida: qual o melhor tipo de tributação para minha empresa:  Lucro Real ou Lucro Presumido? 

Uma das decisões mais importantes a tomar quando se inicia um negócio é a forma legal na qual você irá operar. E à medida que sua empresa cresce, você pode querer alterar os regimes de tributação para economizar em impostos, de modo a criar uma estrutura de capital diferente e assim, proteger sua riqueza crescente do passivo comercial. Desse modo, você não pode esquecer de ponderar as considerações fiscais associadas ao tipo de empresa escolhido.

Então, vamos entender qual o regime tributário adequado para o seu tipo de negócio dentre essas duas opções: Lucro Real x Lucro Presumido?

Lucro presumido: o que é e seus diferenciais

Sendo o segundo regime tributário mais usado no Brasil, o lucro presumido tem sido uma das melhores opções para empreendedores de micro e pequenas empresas. 

E quais são as alíquotas aplicadas no lucro presumido?

  • Nos casos de revenda de combustível e gás natural – 1,6% do faturamento.
  • Nos casos de vendas em geral, transporte de cargas, serviços hospitalares, industrialização para terceiros com recebimento do material, ações imobiliárias, entre outras atividades que não seja uma prestação de serviços – 8% do faturamento.
  • Para transporte que não seja de carga, nem de serviços em geral – 6% do faturamento.
  • Com os demais serviços profissionais que exigem formação acadêmica técnica, como nos casos de engenharia, consultoria, administração de bens móveis, locação, consultoria, intermediação de negócios, construção civil, serviços em geral, entre outros – 32% do faturamento.         
  • Naqueles casos de negócios, com atividades e percentuais diferenciados, se deverá respeitar faixas de presunção específica.      

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Vantagens do lucro presumido

Uma das maiores vantagens, tem a ver com as baixas alíquotas a serem pagas dentro do mês e que somente tributa parte do faturamento bruto nos principais tributos, assim sendo, o lucro presumido tem sido um dos mais econômicos.

Outros diferenciais são:

  • Se gasta menos com impostos. 
  • Os percentuais de PIS e COFINS representam menos da metade das alíquotas, quando comparado ao lucro real.
  • Demanda menos obrigações acessórias.        

Lucro real: o que é e seus diferenciais

Lucro Real é o lucro líquido do período de apuração ajustado pelas adições, exclusões e compensações descritas ou autorizadas pela legislação do imposto sobre a renda, conforme artigo 6° do Decreto-Lei n° 1.598/1977. Instrução Normativa RFB n° 1.700/2017, art. 61. As pessoas jurídicas tributadas com base no Lucro Real poderão determinar o lucro através de balanço anual, levantado no dia 31 de dezembro ou através de balancetes trimestrais. Lei n° 9.430/1996.

As pessoas jurídicas tributadas com base no Lucro Real poderão determinar o lucro através de balanço anual, levantado no dia 31 de dezembro ou através de balancetes trimestrais. Lei n° 9.430/1996.

No Lucro Real o mais importante a se observar a apuração do Lucro Líquido da Corporação, para que assim se tenha a base de cálculo dos impostos incidentes. 

Portanto, à partir destes dados calcula-se o IRPJ e a CSLL.  Entretanto, em relação à COFINS e ao PIS, a base de cálculo e realizada com base na receita. Isso se, os tributos forem apurados na forma não-cumulativa, onde existe então, a possibilidade de se utilizar os créditos com os insumos obtidos.

E quais são as vantagens do Lucro Real ?

Ao optar pelo Lucro Real como o regime tributário do seu negócio, você tem algumas vantagens, tais como: 

  • A apuração dos impostos no Lucro Real pode ser anual por estimativa ou trimestral. Ao optar pela apuração anual, pode se utilizar a verba para reforçar a saúde financeira do empreendimento, investindo-se em inovações por exemplo e melhorando a lucratividade do negócio;
  • Os impostos CSLL + IRPJ são apurados de acordo com o resultado real do negócio, mitigando a probabilidade de se recolher impostos à maior;
  • Com o Lucro Real existe a possibilidade de haver a compensação em apurações futuras baseadas na apuração do lucro, caso a empresa apresente prejuízos;
  • SE o PIS e a COFINS forem na modalidade não cumulativa, haverá a redução do valor a pagar desses impostos.

Mas, sempre existem desvantagens… 

Ao optar pelo Lucro Real, você terá a desvantagem de: 

  • Extrema complexidade no tratamento do imenso volume de obrigações acessórias, em relação ao Lucro Presumido;
  • Devido à grande burocracia na gestão de documentos, é preciso de se ter um controle muito rígido da contabilidade do negócio
  • Pis e Cofins com alíquotas bem maiores, entretanto dando a possibilidade de créditos no regime não cumulativo.

Como você pode imaginar, há consequências significativas na carga tributária que fluem de cada uma dessas escolhas: Lucro Real ou Lucro Presumido.

Sendo assim, se existe algo que você deve levar muito à sério é o Planejamento Tributário do seu negócio. 

Nós podemos te ajudar. Somos uma empresa contábil com anos de tradição em planejamento tributário. Já ajudamos a centenas de empresas a reduzirem suas cargas tributárias, aumentando assim a lucratividade do negócio. 

Precisando analisar o melhor regime tributário para a sua empresa? 

Entre em contato conosco, pois estamos prontos a fazer o melhor por seus resultados!

Estamos te esperando!

Até breve…

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