Aprenda a identificar a margem de lucro líquido de um supermercado

Saber qual a margem de lucro líquido de um supermercado e como ela pode ser determinante para o sucesso do seu empreendimento

Para todos os casos, é sempre importante para um gestor conhecer qual a margem de lucro líquido de um supermercado e esse é um fato importante para se ter a real noção do quão lucrativo, de fato, é um supermercado.

Neste artigo, preparamos diversas informações necessárias para ter a real dimensão do supermercado em relação a sua produtividade e seu lucro.

Como saber qual a margem de lucro líquido de um supermercado

Para saber qual a margem de lucro líquido de um supermercado é super simples e para isso se faz necessário saber qual a margem de lucro bruto. Com essa informação em mãos, você pode aplicar o seguinte cálculo:

Lucro bruto – despesas (fixas e variáveis) e impostos.

Quando você diminui o lucro bruto obtido pelo seu supermercado por todos os gastos mensurados entre as despesas e os impostos, o resultado obtido é justamente o valor da margem de lucro líquido, seja de um supermercado ou seja de qualquer outro comércio.

Para ser mais assertivo em relação ao lucro  líquido, algumas particularidades podem ser adicionadas na sua conta, sempre subtraindo do lucro bruto. Quanto mais informações tiver e essas informações forem de fato consideradas gastos, melhor será a sua margem.

Entre os pontos que podem ser acrescentados, podemos citar:

  • Todos os impostos incidentes sobre o supermercado;
  • Todos os encargos e tributos sobre os produtos a serem comercializados;
  • Aluguel e manutenções prediais;
  • Contas de telefonia, água, luz, internet entre outros;
  • Despesas relacionadas ao administrativo, incluindo a folha de pagamento.

Disponibilizamos alguns artigos para que você possa acrescentar o máximo de informações ao seu conhecimento sobre o assunto:

Não contar com todas as informações pode ser um problema

A falta de informações específicas pode causar a divergência de informações cruciais, o que pode ocasionar valores errados em relação à margem de lucro líquido do seu supermercado.

Além de contar com resultados que não representam a realidade, a falta de informações precisas pode representar problemas ainda maiores em relação à condução do seu negócio.

O papel de uma contabilidade especializada

Contar com um apoio para mercados e comércios de todos os tipos, sejam eles varejistas ou atacadistas, pode representar uma maior assertividade em todas as informações obtidas do seu próprio negócio.

Uma contabilidade especializada pode cuidar de todas as questões envolvendo os processos contábeis do seu supermercado, incluindo o departamento pessoal e fiscal, tão necessários para o perfeito funcionamento do negócio.

Conte conosco, da WR

Se você precisa de ajuda para saber qual a margem de lucro líquido de um supermercado, pode contar conosco, da WR Contabilidade.

Disponibilizamos profissionais qualificados para melhor assessorar o seu negócio.

Entre em contato conosco através das informações de contato em nosso website.

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Saiba como administrar o orçamento em tempos de crise

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento

Uma das consequência do momento pandêmico atual é a crise econômica que afetou o mundo todo. E em tempos assim, é de suma importância que consigamos administrar nosso orçamento para deixar as finanças estáveis, evitar dívidas e não perder as reservas financeiras.

Por isso, neste texto, iremos falar um pouco sobre como fazer para administrar as finanças em tempos tão críticos e de crise como este em que estamos vivendo. Fique conosco.

A importância de administrar as finanças na crise

Os tempos atuais de crise nos obrigaram a olhar com maior atenção ainda para as nossas finanças. Afinal, crise econômica não é apenas sinônimo de alta dos preços do essencial, mas também de desemprego. Infelizmente, nesta pandemia, muitas famílias perderam seu emprego, o que acarretou muitas complicações financeiras.

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento. Por exemplo, se você pretende fazer uma reforma e a compra de itens como uma estrutura metálica para galpão, saber administrar o que você e o quanto pode gastar é essencial.

Conseguir administrar suas finanças é importante pois:

  • Ajuda a economizar;
  • Evita o gastos das reservas financeiras;
  • Evita dívidas astronômicas;
  • Ajuda a ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

Como administrar suas finanças em tempos de crise?

Agora que já vimos a importância de administrar seu orçamento em tempos de crise, vamos ver como fazer isso de forma eficiente.

  1. Faça uma análise financeira: administrar seu orçamento de casa é muito parecido como administrar um negócio. Uma empresa fabricante de balcão refrigerado pequeno por exemplo, precisa analisar suas finanças regularmente para saber qual o seu lucro, qual seu investimento, se está havendo prejuízos, quais os recursos disponíveis. A análise financeira doméstica é igual;
  2. Faça um planejamento com metas: os objetivos devem estar bem elucidados. Depois que você entender o quanto pode gastar, é preciso estabelecer quais serão seus objetivos de gastos dentro disso para não extrapolar;
  3. Economize: reduzir os gastos é fundamental. Primeiro é preciso evitar desperdícios e depois focar no essencial. Por exemplo, se você pretende adquirir um amplificador de som profissional, reflita, será que é mesmo necessário? Se você não adquirir, irá fazer falta? Você pode comprá-lo em outro momento?
  4. Evite fazer novas dívidas: para manter as contas dentro do planejado, é importante não fazer novas dívidas. Evite longos parcelamentos e a utilização do cartão de crédito, utilize apenas em caso de extrema necessidade.

Saber fazer uma gestão financeira eficiente em tempos de crise é fundamental para conseguir passar pela crise de forma um pouco menos caótica. Além das dicas citadas, há também disponível no mercado diversos aplicativos que podem auxiliar com a organização das finanças.

O importante é reconhecer que os tempos atuais necessitam de uma atenção ainda maior nas finanças e que é preciso fazer algo a esse respeito. É importante pensar também que a crise é apenas um período e que em algum momento irá passar.

Gostou das nossas dicas para gestão financeira? Então compartilhe o post com os amigos e nas redes sociais e continue acompanhando nosso conteúdo.

Fonte: Contábeis

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Micro e pequenos negócios: Conheça 3 dicas para acelerar sua empresa

Empreender é desafiante e ao mesmo tempo é preciso pensar nas várias etapas do negócio para que tenha um crescimento sustentável.

Acelerar micro e pequenas empresas através da transformação digital pode ser a saída para que o negócio alcance maior público e faça ainda mais vendas no mês.

Como acelerar micro e pequenas empresas?

Acelerar micro e pequenas empresas significa basicamente duas coisas: conquistar novos mercados e vender mais.

Toda empresa inicia suas atividades num mercado inicial, que pode ser o seu bairro, sua região ou cidade.

Porém, somente as grandes empresas ampliam o seu raio de atuação e se libertam da dependência exclusiva de um único tipo de cliente.

3 dicas para acelerar sua empresa

1. Conheça seus concorrentes

Nenhuma empresa conquista um novo mercado sem bater de frente com os concorrentes.

Por isso, para acelerar micro e pequenas empresas é preciso começar com a expansão para um novo perfil de clientes de forma detalhada.

Um exemplo de estudo de concorrência e crescimento de mercado é o planejamento estratégico da líder de transporte urbano Uber.

2. Não descuide da gestão financeira

O crescimento da empresa demandará que a casa esteja em ordem.

Nenhuma empresa com problemas financeiros, falta de controle de caixa ou gestão ineficiente terá um desenvolvimento saudável e de longo prazo.

Antes de pensar em crescer faça a parte burocrática e cuide de suas contas.

Tenha um rigoroso controle de gastos e entradas, um estoque enxuto e uma boa negociação com os seus fornecedores.

É fundamental ainda ter uma reserva financeira, criada ao longo do tempo de operação de sua empresa, destinada apenas para investimentos em aceleração de crescimento.

3. Destaque-se no mercado

O segredo infalível para acelerar micro e pequenas empresas não é uma fórmula mágica.

Nenhuma empresa cresce se não se diferenciar.

Nada atrairá mais clientes e consolidará a empresa no mercado se não for um produto ou serviço diferenciado.

Para isso ouça seu cliente, veja o que as pessoas realmente precisam e não crie apenas mais um produto, mas sim soluções.

Empresas inovadoras estão sempre adiante e possuem taxas de crescimento acima da média.

A regra é estar atento ao mercado e ser capaz de converter a demanda dos consumidores em serviços de qualidade.

Principais aceleradoras no mercado

Hoje, existem diversas entidades criadas justamente com o objetivo de auxiliar empresas a atravessarem esse momento crítico que é o início de sua operação – estamos falando das aceleradoras.

Veja 4 delas:

1. ACE

Foi eleita três vezes consecutivas a melhor aceleradora da América Latina, pelo LatAm Founders, e é considerada a maior aceleradora do país.

2. Artemisia

A Artemisia é uma organização de fomento dos negócios sociais.

Ela tem um programa de aceleração de empresas com duração de seis meses.

Os empreendedores selecionados são desafiados a testar modelos de negócio – operacionais e de receita – e refinar o impacto social de sua solução em um ambiente de cocriação e colaboração com outros empreendedores, mentores, parceiros e investidores da rede Artemisia.

3. Baita

A Baita é uma aceleradora de base tecnológica que trabalha com startups que possuam tecnologias inovadoras em suas áreas de atuação.

4. Liga Ventures

A Liga Ventures é uma aceleradora focada em conectar e gerar negócios entre startups e grandes corporações, através de programas de aceleração temáticos, aceleração de startups internas, programas corporativos de aceleração e sessões de startup matching.

Hoje, desenvolve iniciativas de engajamento com startups para grandes empresas, como Porto Seguro (Oxigênio Aceleradora), AES Brasil, Embraer, Intel, Mercedes Benz, Eaton, Tivit, Ticket Log, Sascar e Webmotors.

Empresas aceleradas que deram certo e resultado

1. Nubank

Nubank está inserida em um dos setores mais prósperos do mercado, mas também com uma forte concorrência: os bancos digitais.

Nos últimos anos, diversas novas startups surgiram nesse segmento.

Criada por David Vélez, em 2012, a Nubank foi pioneira nacional no ramo de serviços financeiros de crédito e banco digital.

A missão da empresa é oferecer uma possibilidade de serviços bancários para os clientes, com isenção de todas as tarifas, ação que revolucionou o mercado financeiro.

Em 2018, a startup alcançou o seu primeiro bilhão de dólares, tornando-se a quarta empresa brasileira a alcançar o status de unicórnio.

Nesse mesmo ano, foi avaliada em US$ 4 bilhões de dólares e atingiu a marca de cinco milhões de clientes

2. Descomplica

Este é um case real de uma startup que foi criada pelo simples desejo de ajudar.

Descomplica é hoje a maior plataforma de educação online do Brasil.

Criada em 2011, pelo professor de física Marco Fishben, o objetivo do projeto era dar aulas divertidas para seus alunos.

Com foco no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a empresa tem diversos professores em seu quadro de funcionários, atuando também com aulas preparatórias para cursos de pós-graduação, concursos públicos e até o exame da Ordem de Advogados do Brasil (OAB).

A startup foi escolhida pela revista americana Fast Company como a terceira empresa mais inovadora da América Latina e a primeira do Brasil.

Além disso, ultrapassou a marca de 32 milhões de visitantes e já recebeu mais de US$ 13 milhões de dólares em aportes de investidores.

3. Magazine Luiza

A primeira unidade da Magazine Luiza surgiu depois que o casal Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato adquiriram uma pequena loja de presentes denominada “A Cristaleira”, em 1957.

Logo na sua inauguração, os donos criaram projetos de expansão e abriram unidades em outras cidades.

Entretanto, essa rede varejista conseguiu um amplo destaque no mercado quando começou a investir em tecnologia.

A empresa foi uma das primeiras do ramo a implementar um sistema eletrônico em seus pontos de venda (ainda em 1981). Além disso, ela foi pioneira na venda online, no ano 2000.

De acordo com suas próprias informações, suas vendas atingiram R$5,9 bilhões no quarto trimestre de 2018 e o seu aplicativo de vendas tem mais de 26 milhões de downloads.

4. Localiza Hertz

Localiza era uma pequena agência de aluguel de carros em 1973, e seus quatro fundadores compraram seis fuscas usados a crédito para iniciar o negócio.

Seus gestores não se assustavam com recessões financeiras, já que abriram sua primeira filial no ano de 1979.

Para se tornar gigante como é atualmente, foi aplicada a seguinte estratégia de expansão: aquisição de pequenos concorrentes e investimento no franqueamento das lojas.

Hoje, a Localiza é parceira da Hertz, outra grande locadora de veículos e conta com 570 agências espalhadas em 7 países, com uma frota de mais de 185 mil veículos.

5. Cacau Show

Cacau Show foi criada por Alexandre Tadeu da Costa, em 1988, e o fundador usava apenas um fusca para realizar todas as suas entregas.

Ele começou com uma dívida de 500 dólares para suprir as primeiras demandas e hoje, fatura mais de R$2,4 bilhões de reais.

A partir do ano de 2004, o gestor fez um plano de expansão por meio de franquias.

Até o ano de 2009, a Cacau Show teve uma média de 25 unidades inauguradas por mês, sendo que hoje ultrapassa a marca de 1.500 lojas no país.

6. Imaginarium

Imaginarium nasceu em 1985, quando uma arquiteta e um médico começaram a produzir artigos natalinos na garagem da própria residência.

O objetivo do casal era de acompanhar de perto o crescimento de suas filhas e abandonar a intensa rotina de trabalho que viviam.

Desde o começo da empresa, os seus produtos eram bastante criativos e ganharam a atenção dos vizinhos.

Com o transcorrer do tempo, eles conseguiram chamar mais a atenção do público, profissionalizaram a produção e, em pouco tempo, seus bens passaram a ser comercializados em massa nas grandes lojas do ramo.

No ano de 1991, a família se mudou para Florianópolis e criou a Imaginarium.

Em apenas 4 anos a organização já tinha 15 franquias no país.

Hoje, ela tem 192 lojas e é referência no seu mercado de atuação.

Aceleração de negócios

Se você chegou até aqui, já percebeu que acelerar micro e pequenas empresas pode trazer mais visibilidade e alcance para os negócios.

Pensando nisso, a melhor saída sempre será planejar e realizar todos os processos, desde a abertura até às estratégias de crescimento de maneira organizada.

Dessa forma, os resultados com certeza serão mais efetivos.

Fonte: Jornal Contábil

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Confira as principais áreas de atuação do contador

O ramo da contabilidade está presente em todos os setores de uma empresa, a maioria das pessoas não sabem, mas são várias áreas específicas.

Na matéria de hoje vamos mostrar algumas áreas de atuação do contador.  Continue conosco e fique por dentro.

Como mencionamos acima, existem áreas da contabilidade que são bastante específicas, este ramo está sempre em constante evolução. Confira no nosso texto abaixo as áreas da contabilidade.

Análise contábil 

Este ramo da contabilidade é uma das mais complexas, pois, este profissional é responsável pela verificação das demonstrações contábeis e dos relatórios financeiros empresariais.

É através da análise contábil que é possível verificar as informações detalhadas para os administradores. Com isso fica mais fácil ter uma visão mais ampla para as decisões que vão acarretar no desenvolvimento da empresa.

Auditoria contábil

Esta área é um pouco mais leve, o profissional que atua neste ramo, trabalha diretamente com a verificação dos processos aplicados em todos os controles, amparando e verificando os procedimentos para se certificar que foram feitos dentro do que determina a legislação. Quem opta por esta área, atua de forma mais flexível.

A auditoria contábil tem o objetivo de analisar as finanças empresariais, verificar registros e identificar falhas de gestão.

Contabilidade pública

Para esta área o profissional precisa ser muito estudado, pois, este ramo vai   exigir muito dele, ele deve fazer formas de gerenciamento da melhor maneira para   atender às necessidades da população, logo a responsabilidade se tornar bem maior.

Consultoria Financeira

Este ramo possibilita a consultoria financeira, este profissional tem a autonomia de analisar contas e lançamentos, possibilitando a escolha das melhores alternativas, seja para os profissionais autônomos quanto para empresas ou órgãos públicos.

Controller

Este profissional é um dos mais diferenciados do mercado financeiro, para atuar nesta área é necessário ter conhecimentos aprofundados de contabilidade e finanças. Este profissional vai atuar sobre a responsabilidade da administração sobre as questões financeiras e tributárias

Direção empresarial

Esta área quer que o profissional se empenhe a profundos conhecimentos sobre finanças e controles contábeis para poder tomar melhores decisões na empresa.

Perícia contábil

Como mencionamos acima, algumas áreas da contabilidade exigem muito conhecimento profissional e uma delas é a perícia contábil, este profissional é responsável pela apuração e pela análise de utilização dos recursos e também pode aplicar seus conhecimentos em processos judiciais, isso é importante para solucionar conflitos e litígios.

Gestão Financeira

Esta área atua em órgãos públicos e entidades do terceiro setor, esta área é um leque que oferece muitas oportunidades, que atende necessidades específicas, entre outras.

Gerência financeira

Esta área é responsável por analisar relatórios e interpretar dados das demonstrações contábeis. Esta função exige que o profissional esteja sempre atualizado sobre a legislação fiscal e tributária.

Fonte: Jornal Contábil

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Gestão financeira: Vantagens e desafios do PIX para pequenos e médios empreendedores

Dinheiro, cheque, cartão de crédito, débito, aplicativos no celular e, agora, transações instantâneas por chaves digitais.

Essa é a realidade que os varejistas brasileiros precisam encarar desde 16 de novembro de 2020.

A data marca a entrada oficial do PIX, sistema de pagamento digital criado pelo Banco Central do Brasil.

Com a promessa de agilizar a transferência financeira, ele surge como alternativa interessante aos usuários, mas também como motivo de preocupação para os empresários.

Ainda há muitas dúvidas sobre o impacto que esta ferramenta pode trazer para o caixa dos pequenos e médios lojistas.

As diversas pesquisas sobre o tema mostram esse paradoxo que o PIX ainda representa no país.

Enquanto um levantamento conduzido pelo Banco BS2 com o painel OpinionBox mostra que 73% dos brasileiros bancarizados pretendem utilizar este sistema em seu dia a dia, um estudo conduzido pela Stone, empresa de pagamentos, mostra que 77% dos empreendedores não se sentem preparados para adotar este recurso.

Ou seja, a expectativa de uso dos usuários cresce na mesma proporção das dúvidas que os lojistas têm sobre a viabilidade dessa operação em seus negócios.

É preciso entender que se trata dos dois lados da mesma moeda.

O PIX, evidentemente, pede boa gestão financeira – afinal, a facilidade transacional que proporciona pode fazer com que muitos caiam na tentação de não dedicar tempo ao necessário controle.

Ele pode trazer uma série de benefícios aos PMEs, como segurança com menos dinheiro “vivo” em trânsito, praticidade e disponibilidade dos recursos.

O fluxo de caixa também tende a melhorar porque a transferência é imediata, inclusive em fins de semana, enquanto os meios atuais e tradicionais de pagamento (exceto cédulas) têm data do recebimento postergada para o próximo dia útil.

Assim, o negócio que souber explorar as funcionalidades do PIX terá vantagem operacional na gestão do negócio com a disponibilidade mais rápida dos recursos e, eventualmente, a redução de custos devido a empréstimos e crédito para o fluxo de caixa.

Do ponto de vista comercial, há ganho na logística com a confirmação mais rápida do pagamento e a liberação rápida do pedido no caso de compras virtuais – ainda que não deva reduzir significativamente o prazo de entrega.

No conjunto da obra, o PIX desencadeia uma série de vantagens que traz mais recursos e proporciona maior economia.

É claro que isso não virá da noite para o dia – tampouco sem uma preparação adequada dos gestores.

Como citado anteriormente, o PIX ainda suscita muitas dúvidas.

Ainda há discussão quanto ao custo e como será cobrado, mas já há o entendimento inicial de que haverá custo para pessoa jurídica que receber recursos.

Logo, é preciso equilíbrio no caixa para que essa taxa a mais seja diluída de forma adequada nos ganhos proporcionados.

O mercado observa diversas instituições adotando um caminho parecido com o cartão de débito, em que é cobrado um percentual do valor transacional (o MDR), mas outras apostam em um custo fixo independentemente do valor que está sendo transacionado.

Em todo o caso, o PIX já está em jogo – cabe aos varejistas se prepararem de forma adequada e competirem com esse novo recurso.

Não há mais espaço, por exemplo, para a prática de preços diferenciados de acordo com o meio de pagamento (como muitos faziam até recentemente com as vendas em dinheiro e em cartão).

O avanço da tecnologia trouxe mais facilidades e remodelou os hábitos e comportamentos dos consumidores, ressignificando o varejo como um todo.

O mundo mudou e está cada vez mais digital – inclusive na forma de comprar e pagar.

Fonte: Jornal Contábil

3 dicas para redução de custos

Venha descobrir neste post sobre as maiores dicas para cortar todos os seus gastos desnecessários!

Reduzir custos é, sem dúvidas, um dos grandes desafios dos empreendedores. Afinal de contas, quando um gestor decide reduzir seus custos, ele normalmente também diminui a própria lucratividade do negócio como um todo.

Além disso, basta um erro nos cálculos de redução de custo, que os produtos e serviços disponibilizados por sua empresa podem não manter a mesma qualidade, deixando de satisfazer clientes e perdendo vantagens competitivas!

Por essa razão, quando se trata de redução dos custos, antes de mais nada é importante pensar em não comprometer a qualidade dos produtos e serviços. E para isso, primeiro tem que focar em encontrar quais são os “gastos ocultos” que podem acabar com grande parcela do seu orçamento mensal

Se você quer saber como ter sucesso ao reduzir os custos do seu negócio, então neste post nós iremos explicar sobre todos os detalhes do assunto.

Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar neste post! Vamos lá?

1. Mapeie processos internos

Primeiro de tudo, não é possível começar um planejamento de redução dos custos, se a sua empresa nem sabe quais são todos os processos que precisam do ajuste.

Por essa razão, para começar esse processo, é importante registrar e mapear todas as atividades e processos do negócio. Essa é uma etapa um tanto trabalhosa, mas que vale a pena, à medida que os custos ocultos forem aparecendo.

Se possível, seja bem detalhista ao vasculhar as despesas do seu negócio: você provavelmente vai se deparar com muitos custos desnecessários e oportunidades de melhorias.

2. Fique de olho no fluxo de caixa

O fluxo de caixa pode mostrar claramente quais são os gastos desnecessários do caixa corporativo. Por isso, faça também uma análise criteriosa dessa ferramenta, e investigue os motivos de eventuais aumentos dos custos ao passar dos períodos.

A partir de um diagnóstico detalhado, é possível descobrir a variação de preço nas matérias-primas, crescimento de gastos logísticos, com manutenções, entre outros.

Além disso, o fluxo de caixa também é útil para analisar se as suas receitas estão suprindo de forma adequada a todas as despesas e até mesmo indicar ajustes na precificação dos seus serviços.

3. Evite desperdícios

Apesar de ser uma dica básica, muitos negócios ainda não estabeleceram campanhas de redução de desperdício de matérias. Mas o que muitos não sabem, é que essas campanhas costumam trazer resultados rápidos e eficientes para a sua economia.

Conscientize os seus profissionais sobre evitar gastos desnecessários de água, energia, material de escritório, corpos descartáveis, etc.

Quanto aos processos das linhas de produção, também é importante inserir campanhas de logística reversa e reciclagem, além de também aderir a recursos com maior consciência ecológica.

Assim, é possível evitar gastos desnecessários, reduzir os seus custos e focar apenas nos resultados do negócio!

Fonte:Contábeis