Entenda o que é e a importância de realizar um planejamento sucessório para sua holding familiar e fuja da falência múltipla de empresas!

Uma família é composta de laços, os quais são tão eternos quanto o amor que permeia as relações entre os indivíduos que a compõe.

Porém, assim como qualquer coisa na vida, tudo o que é bom, dura muito pouco e, assim, alguns desses laços se desgastam com o tempo e, consequentemente, se desvinculam dos demais, terminando sua jornada.

Sim, as situações que a vida nos coloca não são justas, muito menos leais, para quem sofre com a perda de um parente, afinal, vínculos de sangue são feitos para durar para sempre, mas ninguém disse que precisam ser contidos em uma existência terrena.

Porém, assim como desleal, a vida não espera que a situação se normalize, exigindo de quem mais precisa de paz ações que, sem dúvida alguma, seriam melhores realizadas em outro momento.

Visto isso, vamos te falar sobre como se preparar para um acontecimento desses, deixando que a hora de uma perda seja plenamente pessoal, dessa forma, minimizando as atitudes que exijam mais força do que nos está disponível.

E então, vamos lá? Boa leitura!

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O que é um planejamento sucessório?

Assumimos que, durante sua infância ou até mesmo agora, você já viu filmes nos quais mães e pais falecem e, dessa forma, os herdeiros ainda em vida passam a ter o direito sobre os bens deixados, certo?

Portanto, basicamente, o planejamento sucessório é o processo que define quem ficará com qual parte do bem, seja em patrimônio ou em porcentagem – caso existam investimentos além da própria empresa.

Visto isso, em uma holding familiar, o planejamento sucessório é feito para distribuir as “partes dos negócios” entre os herdeiros, e ele pode ser feito à qualquer momento – é claro, antes da morte do titular dos bens.

Entenda qual a real importância de fazer um planejamento sucessório o quanto antes!

Então, como já dissemos, o planejamento sucessório é um processo que, apesar de não ser pouco trabalhoso, esclarece nos mínimos detalhes qual será o destino dos títulos do falecido.

Sendo assim, com esse esclarecimento aos integrantes da família, ainda mais vinda do próprio titular, os conflitos por heranças se dissipam, pois todos os pontos e aspectos já estarão estabelecidos, e cabe aos herdeiros apenas arcar com suas novas posses.

Porém, não é apenas isso que o planejamento sucessório diminui! Como você já deve saber, o Governo cobra impostos sob a herança de uma pessoa e, com esse processo concluído, é possível “driblar” essas taxações – ufa! 

Não se preocupe em deixar sua empresa de lado!

Enfim, o mundo do empreendedorismo é complicado, e se torna extraordinariamente mais complexo com a existência de familiares para compartilhar das tarefas empresariais.

Por isso, antes que algo aconteça e, dessa forma, tire o equilíbrio conquistado por anos, consequência de trabalho duro, é claro, é preciso estar sempre um passo à frente dos contratempos, assim, quando eles chegarem, você estará pronto para encará-los.

Sendo assim, você precisa de uma contabilidade especializada em seu ramo de atuação, afinal, os negócios não podem parar por conta de um planejamento sucessório, porém, ele é extremamente importante.

Então, confie nos serviços contábeis da WR, nós somos profissionais e especialistas em resolver os problemas em sua holding familiar!

Entre em contato agora com a gente e descubra como descomplicar a vida empresarial com uma excelente contabilidade!

Saiba mais sobre o que é uma análise tributária e qual a importância de realizar para a sua indústria!

Uma indústria vai muito além das características chaminés e das paredes que se erguem pelos corredores, separando as diversas máquinas – que parecem não se cansar de trabalhar.

Por detrás dessas paredes, existem negócios a pleno vapor tomando forma e endereçados para alcançar o sucesso de seus líderes, que estão dia e noite pensando e tomando decisões cruciais para trilhar o melhor caminho para atingir os mais ambiciosos desejos que foram estabelecidos para si mesmos.

Portanto, a gestão que está encarregada de guiar esse empreendimento na procura pela sua fatia no mercado, incessantemente tentando desenvolver-se para ter o melhor, é a tarefa que você tomou posse e, dessa forma, é um cargo, no mínimo, de muita responsabilidade.

Então, com tantas coisas que uma administração exige que você pense, é necessário contar com a ajuda de pessoas qualificadas para responder às atividades de sua indústria à altura de suas expectativas, assim como os funcionários que estão cuidando do operacional, o seu financeiro precisa de uma atenção especial.

Sendo assim, uma contabilidade é a chave para ter o que você sempre sonhou: sucesso. Mas, muito além de sucesso, o controle de seu próprio gerenciamento na ponta dos seus dedos é algo que, por si só, pode te proporcionar as conquistas desejadas.

Visto isso, hoje vamos falar sobre o que é uma análise tributária e o que uma contabilidade especializada na área industrial pode fazer por você e seu futuro!

E então, vamos lá? Boa leitura!

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Entenda o que é a análise tributária!

A análise tributária compreende uma avaliação minuciosa das questões que permeiam o âmbito de suas finanças, abordando seus tributos e regime tributário.

Sendo assim, ele pode começar – se sua indústria encontra-se em meio ao processo de abertura – com a decisão do regime tributário que seu empreendimento deve escolher, levando em conta o enquadramento, as características e os benefícios que seu negócio se encaixa melhor.

Por que a análise tributária é importante para o crescimento de minha indústria?

Visto isso, a análise tributária conta com o apoio de profissionais contábeis para realizar de forma assertiva os cálculos de tributações e, no caso de ser apenas o início de suas atividades, com a escolha do melhor regime a se escolher.

Portanto, é imprescindível realizar uma análise tributária para garantir que os seus tributos e impostos estão sendo pagos devidamente, pois, durante suas atividades, você pode estar pagando algo à mais, e precisa recorrer ao ressarcimento desse valor, ou alinhar um pagamento antes que ele gere multas ou juros.

Saber em quem confiar para fazer sua indústria crescer é crucial!

Se você ainda possui problemas com a administração de suas finanças, deixe para trás essa realidade e entre no seleto grupo de pessoas que encontraram o sucesso e não precisam mais passar por nenhuma saia justa!

Sendo assim, a WR Contabilidade conta com profissionais contábeis especializados no ramo industrial e é capaz de trazer os resultados que sempre quis, assim, finalmente possibilitando os seus sonhos virarem realidade.

Entre agora em contato com a gente e entenda o verdadeiro significado de sucesso com um serviço contábil ao seu lado!

Compreenda o que é a redução de impostos e saiba como fazer da maneira certa para mudar de uma vez por todas o rumo do seu empreendimento!

Todos sabemos muito bem que o Brasil é uma dos países com a maior carga tributária do mundo. Dessa forma, é necessário ter mente que, cada vez mais, tem sido dificultado o ato de empreender, afinal de contas, um empresário desembolsa cerca de um terço de seu faturamento somente com o pagamento de impostos.

Dessa maneira, é indispensável conhecer maneiras de diminuir os impostos para que seja possível fazer com que seu empreendimento tenha maiores chances de alcançar o sucesso, bem como para que você consiga “ver a cor do dinheiro” que ganha. 

Contudo, para que essa estratégia seja implementada da maneira correta, é de suma importância conhecer suas particularidades, assim como compreender os limites legais que, em hipótese alguma, deverão ser ultrapassados. 

Então, pensando na sua necessidade, resolvemos escrever este artigo para que você consiga compreender o que é a redução de impostos e, é claro, o seu funcionamento.

Vamos lá?

Boa leitura! 

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O que é a Redução de Impostos?

Em suma, a redução de impostos é uma prática legal feita por profissionais do ramo contábil em benefício de empreendimentos que encontram a necessidade de diminuir a sua carga tributária. 

Contudo, é de suma importância ter em mente que a redução de impostos não é uma tarefa tão simples de fazer como parece. Afinal de contas, muitos são os que pensam que, para diminuir a carga tributária de um empreendimento, basta apenas parar de contribuir com os tributos devidos. Sendo assim, é relevante ressaltar o fato de que tentar a redução de impostos dessa maneira, pode – e provavelmente vai – acabar gerando multas e até mesmo problemas mais graves, como, por exemplo sanções fiscais.

Visto isso, a redução tributária de uma empreendimento é feita por um profissional qualificado do ramo contábil que tem total ciência das necessidades apresentadas pela sua empresa, de acordo com as particularidades apresentadas. 

Dessa maneira, para que seja possível fazer a redução de impostos, o profissional deverá seguir o seguinte caminho:

  • Captação de informações sobre a empresa;
  • Planejamento Tributário;
  • Análise da incidência de pagamento das obrigações cabíveis à corporação;
  • Escolha do regime tributário mais adequado ao empreendimento.

Destarte, agora que você compreende o que é a redução de impostos e qual caminho é necessário seguir para que possa desfrutar dela em seu negócio, chegou a hora  de conhecer algumas especificidades desta estratégia.

Como a carga tributária pode afetar uma empresa?

Antes de compreender como a redução de impostos é mais do que benéfica para o seu negócio, é muito importante conhecer sobre a maneira como ela afeta um empreendimento.

Sendo assim, faz-se necessário destacar o fato de que a carga tributária consome cerca de 33% do faturamento de empresas brasileiras. Ou seja, devido ao fato de a crescente taxa de impostos representar cerca de ⅓ do faturamento de um negócio, isso gera enormes dificuldades para o empresário, uma vez que muitas companhias fecham a porta devido ao fato de não conseguirem arcar com tais responsabilidades em dia.

Dessa maneira, a redução de impostos ajuda a diminuir a incidência de algumas obrigações impostas para toda e qualquer empresa. Para além disso, a redução de impostos agrega mais uma vantagem ao empreendedor: a certeza de não ser cobrado posteriormente pelos impostos deduzidos, uma vez que todo o processo tenha ocorrido dentro da legalidade e de maneira correta. 

E então, o que achou das informações? Foram úteis?

Lembre-se: caso queira colocar o seu empreendimento nos eixos e fazer com que ele caminhe rumo ao sucesso sem se deparar com problemas, bem como conseguir a redução de impostos da maneira correta, entre em contato conosco! É sempre um enorme prazer poder ajudar!

Por diversas razões, empresários decidem por extinguir seus negócios. Para que isso seja feito de forma adequada, é preciso realizar o encerramento de empresa. 

Realizar o processo de encerramento de empresa pode ser burocrático e gerar dores de cabeça se não for realizado corretamente, por isso, é importante conhecer todos o processos para realizá-los e evitar dores de cabeça futuras. 

Pensando em te ajudar nesta tarefa, preparamos este artigo para mostrar como encerrar sua empresa. 

Continue lendo e confira!

Encerramento de empresa – O passo a passo

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1. Realizar o fim da sociedade 

Se a sua empresa não se encaixava em um dos tipos societários individuais e possuía sócios, é preciso realizar o fim da sociedade. 

Para isso, é preciso que todos assinem uma ata referente ao fim do negócio para que, em seguida, possa ser feito o distrato social.

 O distrato social é fundamental no encerramento de empresa, pois formaliza, perante a Lei, a dissolução da sociedade, com todos os sócios de acordo. 

Além disso, neste documento é formalizada a razão para o encerramento da empresa e como será realizada a repartição do capital restante, além de definir quem ficar responsável por aspectos como os ativos e documento legais e contábeis. 

2. Realizar o recolhimento do FGTS e demais tributos 

O passo citado acima foi referente às sociedades. Mas e a os empresários individuais? 

Neste caso, é preciso realizar a emissão do Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Valores referentes ao FGTS que ainda estiverem pendentes de recebimento, devem ser pagos pela Caixa Econômica Federal.

Depois disso, se você paga tributos municipais ou estaduais, é preciso solicitar a baixa por meio da Secretaria de Finanças municipal e na Secretaria de Fazenda do seu Estado. Vale salientar que, a documentação exigida para o encerramento de empresa pode variar de acordo com cada Estado. 

Porém, se os tributos que você paga são federais, é preciso solicitar à Receita Federal a emissão da Certidão de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União.

3. Baixa no CNPJ e Junta Comercial 

Para conseguir dar continuidade ao encerramento, é preciso protocolar o pedido de fechamento da empresa na Junta Comercial do seu Estado, o que, novamente, pode gerar a solicitação de documentos diferentes. 

O CNPJ é mais simples, é só baixar o programa “Coleta Online”, disponibilizado pela Receita Federal e seguir as instruções. 

Tenha o suporte de uma contabilidade!

O encerramento de empresa, quando visto em passos, pode parecer mais simples do que realmente é. Isso porque são muitos os detalhes aos quais você deve se atentar, especialmente se for uma sociedade, onde divisão de capital e bens deve ser feito da forma mais justa possível. 

Para tornar esta tarefa mais simples e assertiva, tenha o suporte de um profissional contábil preparado e qualificado para realizar o encerramento de empresa. Dessa forma, se torna possível fazer tudo corretamente, de acordo com a Lei. 

Se você deseja encerrar sua empresa e quer o apoio de profissionais que irão te auxiliar, entre em contato conosco. Ficaremos felizes em te ajudar!

Enxergar a contabilidade para além da gestão de documentos burocráticos, questões financeiras e controle patrimonial é ter a visão de uma contabilidade consultiva, que trás ainda mais valor para a contabilidade. 

A contabilidade consultiva é uma forma de utilizar os dados fornecidos pela contabilidade como mais do que métricas e valores exatos. 

Neste artigo, vamos explicar o que é e a importância da contabilidade consultiva para a sua empresa. 

Confira!

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Contabilidade convencional x Contabilidade consultiva

A contabilidade convencional é, em suma, a aplicação do que se aprende ao estudar contabilidade. É cuidar de todas as questões fiscais e burocráticas, ter controle financeiro e patrimonial e levantar dados concretos com isso. 

Desse modo, elaborar documentos que forneçam informações exatas e imprescindíveis para a sua empresa, além de ter controle de todas as obrigações referentes ao regime tributário escolhido para e empresa, garantindo, assim, que não ocorram problemas com o Fisco.

É uma forma de fornecer números e garantir os pagamentos fiscais em dia. 

Já a contabilidade consultiva vai além, pois, ela também presta esse serviço, contando com um diferencial. 

Ela permite a elaboração de estratégias através dos dados fornecidos. Ou seja, o que eram só números se tornam indicativos de quais medidas podem ser feitas para realizar melhorias nos aspectos financeiros da empresa, além de auxiliar em tomadas de decisões conscientes. 

A contabilidade consultiva tem o diferencial de empregar aos dados levantados uma função, seja de criar estratégias ou dar direcionamento para decisões assertivas. Acaba se tornando uma aliada para o desenvolvimento da empresa, pois indica investimentos que podem ser feitos sem colocar em risco as finanças do seu negócio. 

Qual o impacto que uma contabilidade consultiva gera na empresa? 

É claro que a presença de números é extremamente importante, a contabilidade convencional é extremamente importante. Todavia, a contabilidade consultiva é capaz de ir além. 

Imagine que o levantamento de dados contábeis indique que os custos da sua empresa com tributação e outros gastos estão muito altos. Com a aplicação da contabilidade consultiva será possível traçar estratégias para analisar se o regime tributário é o mais adequado, se é possível realizar a Elisão Fiscal ou qualquer outra medida de ajude a diminuir esse custo. 

Imagine também que sua empresa esteja em dúvida quanto a uma decisão, preocupada com os impactos financeiros que podem ser gerados para a empresa. Novamente, a contabilidade consultiva entra em ação para auxiliar na análise da ação que está sendo considerada e indicar se o seu negócio pode arcar com mais custos ou não.

O impacto gerado por uma contabilidade consultiva é muito positivo, pois torna a aquisição de dados contábeis ainda mais útil para a empresa, dando parâmetros do que pode ou não ser executado visando a melhoria do seu negócio. 

Contar com esse serviço é a chave para conseguir alcançar o sucesso na sua empresa, contando com um recurso que proporciona informações que serão usadas na prática, visando o êxito de suas ações empresariais.

Gostou do artigo e quer saber mais? Entre em contato conosco e ficaremos felizes em ajudar!

O ITR não é um imposto comumente conhecido, todavia, é fundamental para manter a regularização de propriedades rurais. 

Empresas que possuem propriedade rural, sejam imóveis ou terrenos, precisam compreender como funciona o ITR para que não ocorram problemas com o Fisco.

O que é o ITR

O ITR é um imposto cobrado anualmente de propriedades rurais. Ou seja, é cobrado do proprietário e é um tributo federal. Ele é, basicamente, o equivalente ao que o IPTU é em áreas urbanas.

Também se enquadra como contribuinte do ITR a pessoa física ou jurídica que tenha perdido a posse do terreno ou da propriedade entre o dia 1º de janeiro do ano em que refere-se a declaração do imposto e real data de sua apresentação. 

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O que é considerado no cálculo?

O cálculo pode variar de acordo com o tamanho da propriedade, ou seja, quanto maior for, maior será o valor cobrado. Todavia, quanto mais ela for utilizada em atividades como a agricultura e a pecuária, menor fica o valor do imposto.

O imposto não incide sobre pequenos terrenos que estão dentro de algumas especificações, sendo elas:

  • Proprietário que não possua outros imóveis;
  • Exploração feita exclusivamente para a família;
  • Com área inferior ou igual a 100 hectares, se estiver localizado em um município da Amazônia Ocidental ou no Pantanal mato-grossense e sul-mato-grossense;
  • Com área inferior a 50 hectares, se estiver localizado em um município do Polígono das Secas ou da Amazônia Oriental;
  • Com área inferior a 30 hectares, se estiver localizado em qualquer outro município.

Outros detalhes sobre situações em que o imposto não incide e situações de isenção podem ser vistas em detalhes no Art. 3º da Lei 9.393/1996.

Por que conhecer esse imposto é importante para você, empresário?

Se você possui propriedade que se enquadra como rural na qual incide o ITR, é fundamental que você compreenda como funciona e esteja atento aos prazos de pagamento do tributo. Dessa forma, você evita problemas e garante que sua empresa esteja em dia com todas as suas obrigações fiscais. 

O fato de esse não ser um imposto comumente comentado faz com que muitos donos de negócios tenham dúvidas sobre seu funcionamento, se é isento ou não, como que é feito o cálculo, dentre outras variáveis. Por isso, é de suma importância contar com uma contabilidade para te auxiliar com o ITR. 

O profissional contábil está preparado para lidar com todos os impostos que você pode precisar declarar ao governo, te oferecendo o suporte necessário para garantir que todas as suas obrigações estejam em dia e que você não tenha problemas e prejuízos no futuro. 

Investir em uma contabilidade que cuide do seu ITR e outros impostos, vai te proporcionar segurança e tranquilidade para lidar com outras questões da sua empresa, como a criação de estratégias para alavancar o crescimento da mesma. 

Você quer saber mais sobre o ITR e como uma contabilidade pode te ajudar a lidar com esse – e outros! – impostos? Entre em contato conosco e ficaremos felizes em te ajudar!

Durante sua vida, em algum momento você vai aprender sobre a Receita Federal. Seja fazendo seu CPF ou ouvindo falar das famigeradas “mordidas do Leão”.

Mas você realmente sabe tudo o que o órgão que regulamenta as atividades de empresas faz? Que tal aprender mais um pouco sobre a Receita e entender como ela funciona?

Aprenda abaixo o que é a Receita Federal, como ela regulamenta os tributos da sua empresa e como ela age para evitar fraudes contra a sociedade.

Acompanhe conosco e entenda mais sobre uma das entidades públicas mais importantes do país!

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Receita Federal – como surgiu e o que faz?

Fundado em 1968, o órgão é diretamente subordinado ao Ministério da Fazenda e responsável por administrar os tributos da União. Todavia, ela não se limita a isso.

Além dos impostos federais, a Receita é a responsável pela emissão de documentos importantes. Entre eles, o cartão CNPJ de sua empresa e o CNO, que regulamenta obras pelo país. A Receita Federal também atua no controle aduaneiro e tudo relacionado ao comércio exterior. 

Outra das atribuições do “Leão” é o combate a diversos tipos de crime, como a sonegação, pirataria e fraudes fiscais. Não é incomum encontrar a Receita Federal operando em conjunto com o Ministério Público e a Polícia Federal em casos que envolvem o desvio de impostos ou dinheiro público.

Como a Receita administra os tributos federais

A Receita Federal está envolvida em todas as decisões referentes às políticas tributárias no país. Ela também administra, regulamenta e recolhe estes impostos. É ela a responsável por garantir que a legislação tributária seja cumprida pelos cidadãos, empresas e organizações sociais. 

O profissional responsável por investigar casos de sonegação de impostos ou fraudes fiscais é o auditor fiscal, que atua como um braço do órgão.

Por ser considerada implacável em sua atuação, a Receita Federal passou a ser referenciada como o “Leão”. O motivo do apelido foi dado pelo próprio órgão, como você vai ver nos próximos parágrafos.

Como surgiu o Leão da Receita Federal?

Já se perguntou porque falam tanto na mordida de um leão quando falam em impostos? A escolha não foi à toa.

A própria Receita Federal escolheu o animal para estampar suas peças publicitárias, no começo da década de 1980. Não se engane, porque não era um leão bonitinho de mascote: a Receita colocava um leão de verdade em frente às câmeras!

Controle aduaneiro e comércio exterior

Todas as atividades dentro do comércio exterior são fiscalizadas pelo órgão. Nada fora do normal, considerando que incidem tributos sobre toda transação internacional.

Vale notar que ela também é responsável por fiscalizar a entrada de bens e pessoas dentro do país. Ao retornar de uma viagem internacional para qualquer país, os passageiros devem passar por uma área controlada pela Receita Federal, que cobra impostos caso suas compras excedam o limite imposto.

Por ser um órgão com grande poder fiscalizador, é comum entendê-lo como maléfico, principalmente considerando a alta (e complexa!) carga tributária do país. 

Porém, é importante lembrar que, ao operar dentro das regras, você é protegido por esses regulamentos e livre para fazer negócios.

Quer acessar outros artigos como esse? Então aprenda mais conferindo os artigos do nosso blog!

Escolher o regime tributário ideal é uma tarefa complicada para muitos empresários. Entretanto, existe um deles no qual ninguém espera entrar: o Lucro Arbitrado.

Neste artigo, você saberá o que é o Lucro Arbitrado, que tipo de instituições podem ser enquadradas nele e o que fazer para evitá-lo.

O que é Lucro Arbitrado?

O Lucro Arbitrado é um modelo de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda, geralmente feito pelo governo. Entretanto, também pode ser realizado de forma espontânea pela própria empresa.

Ele é utilizado em casos bem específicos, desde que a receita bruta adquirida pela instituição seja conhecida. Quando ele é aplicado, é utilizado o Lucro Presumido mais uma aplicação de 20%. É importante se atentar que, se ocorre uma apuração por meio do Lucro Arbitrado, é sinal de que houve algum erro no controle fiscal e a instituição poderá ser penalizada com o pagamento de multa.

Além de ser utilizado em ocasiões muito específicas, ele também é adotado em momentos do ano predeterminados. A apuração do Lucro Arbitrado acontece nos dias 31 de março, 30 de julho, 30 de setembro e 31 de dezembro. 

Caso você queira pedir a apuração em Lucro Arbitrário, precisará escolher uma dessas datas para realizar a operação. As situações mais comuns para que a própria empresa peça por esse regime é quando ocorre o extravio dos seus livros fiscais ou eles estão inutilizáveis por alguma razão.

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Quando uma empresa pode se enquadrar no Lucro Arbitrado?

Existem algumas situações em que o Lucro Arbitrado é utilizado. É importante se certificar de que a sua empresa não tenha nenhum risco de sofrer penalidades. Confira alguns dos casos a seguir:

  • indícios de que existiu fraude, equívocos ou vícios durante a escrituração, impedindo que sejam conhecidas as movimentações da empresa ou o cálculo do seu lucro real;
  • escolha indevida pelo regime de lucro presumido;
  • desorganização dos livros contábeis;
  • a não realização da escrituração ou elaboração das demonstrações fiscais por instituições que estejam em regime de lucro real de forma obrigatória;
  • não apresentação dos livros tributários e documentos de escrituração comercial e/ou fiscal;
  • situação em que uma empresa com atuação no exterior não informa para as autoridades tributárias as suas contas, ou as fazem de maneira incorreta;
  • quando uma instituição estrangeira atuante no Brasil não informa seus lucros de forma separada do lucro presente no exterior.

Como evitar o Lucro Arbitrado?

A melhor forma de evitar o Lucro Arbitrado é utilizar os serviços de um contador ou assessoria da área de contabilidade. Ter uma equipe ou um profissional especializado nessa área evitará que você cometa erros fiscais.

Além disso, certifique-se de fazer análises financeiras e fiscais periodicamente, além de verificar se todas as suas contribuições e documentos estão corretos e em dia.

Como você percebeu, o Lucro Arbitrado é um regime fiscal bastante diferente dos demais e que pode trazer muita dor de cabeça para empresários, além do dano financeiro por meio do pagamento de multas. 

Entre em contato conosco, nós podemos lhe ajudar!

Empresas e profissionais autônomos precisam realizar diversos pagamentos de tributos durante o ano ou após realizarem algum trabalho. Um desses impostos é o ISS, bastante presente nas instituições prestadoras de serviços.

Neste texto, você aprenderá o que é o ISS, que tipos de empresas e profissionais precisam pagar esse tributo e como é feito o seu cálculo corretamente, evitando, assim, transtornos fiscais.

É mais que importante entender todos os tributos brasileiros, principalmente se você é um empreendedor nato. 

Acompanhe o artigo e entenda mais sobre esta questão.

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O que é o ISS e como funciona?

O ISS (Imposto Sobre Serviço) é um tributo recolhido pelos municípios, incluindo o Distrito Federal, que deve ser pago sempre que existir a realização de algum serviço. As alíquotas e regras variam para cada cidade, por isso, é preciso pesquisar como esse imposto se apresenta no local onde você mora.

É importante frisar que, independente de onde a empresa prestadora de serviços está instalada, o pagamento e alíquota vigente são as da cidade em que o serviço foi prestado. Além disso, empreendedores enquadrados como MEI já fazem o pagamento desse tributo por meio do pagamento mensal da DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Quem deve pagar esse imposto?

O ISS deve ser pago por qualquer empresa que preste serviços, como negócios na área de veterinária, informática, engenharia, atendimento jurídico, atendimento médico, entre outros. Para verificar se o seu serviço está na lista de obrigatoriedade de pagamento, confira a lista de serviços anexa à Lei Complementar nº 116.

Também existem alguns serviços que estão isentos de pagar esse imposto, como algumas atividades de exportação, por exemplo.

Além dos serviços listados acima, é possível existir outras situações em que a isenção ou redução desse imposto pode ser feita. Para conferir essa possibilidade, é necessário consultar a prefeitura do seu município ou consultar um profissional de contabilidade especializado na área.

Como calcular o ISS?

O cálculo de ISS é bastante simples:

Valor do serviço X porcentagem da alíquota municipal

Por exemplo: caso ofereça um serviço no valor de R$ 6.000,00 com uma alíquota incidente de 2%, o valor a ser recolhido como tributo será de 120 reais.

No caso do MEI, o valor é fixado em 5%, que já será pago pela contribuição mensal realizada por esse tipo de modalidade jurídica, o chamado DAS, um documento no qual unifica diferentes tipos de impostos que precisam ser pagos, como o Cofins, CSLL e o próprio ISS.

Também existe uma particularidade do pagamento feito por autônomos. Nessa situação, o profissional só pagará o imposto por cada serviço que realizar, emitindo uma nota fiscal na qual já é adicionada a porcentagem referente à alíquota municipal.

Outras modalidades jurídicas que se enquadram no regime Simples Nacional fazem o pagamento também por meio do DAS. Entretanto, será calculada uma taxa fixa estipulada pelo rendimento anual daquela instituição.

E então, aprendeu o que é o ISS e como calculá-lo para contribuir corretamente com suas obrigações fiscais? O não pagamento desse tributo poderá ocasionar multas e pagamento adicional por mora. 

Precisa de uma contabilidade eficiente para você não ter que se preocupar com todas as suas obrigações fiscais? Então entre em contato conosco!

Para abrir e manter uma empresa, é preciso conhecer e ter em dia todas as suas contribuições fiscais. Assim, você evita o pagamento de multas e a possibilidade de deixar o seu empreendimento fora da legalidade. Pensando em te ajudar nessa jornada, hoje iremos explicar um pouco mais sobre o ICMS.

Neste artigo, você entenderá o que é o ICMS, qual a sua importância para a sociedade e como calcular o valor que você deve pagar por cada produto e/ou serviço vendido. Confira!

O que é o ICMS?

O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é um imposto estadual que se aplica aos transportes estaduais e interestaduais (de pessoas e cargas); serviços de comunicação; circulação de mercadorias; entrada de importados; entre outros.

Seu valor é cobrado de forma indireta, ou seja, ele já é adicionado ao preço final dos produtos e serviços sobre os quais ele incide. Além disso, o tributo só é cobrado quando o produto é vendido.

A regulamentação desse imposto é feita de forma independente por cada estado (e distrito federal), por isso, cada local tem autonomia para definir uma porcentagem única a ser cobrada.

Entretanto, existem leis em comum que devem ser seguidas por todo o país. Elas foram descritas nos Convênios ICMS e feitas pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

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Qual a importância do ICMS?

De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) o ICMS é o imposto que mais contribui para os cofres públicos nacionais, compondo cerca de 18,3% do total arrecadado pelos cofres públicos.

Esse dinheiro é devolvido para a população para custear e melhorar os serviços públicos oferecidos, como transporte, saúde, educação e até mesmo para a construção e manutenção de estradas, que são o principal meio de transporte de mercadorias do Brasil, além de outras obras públicas realizadas todos os anos.

Como calcular o ICMS?

O primeiro passo para calcular o ICMS é saber qual a alíquota praticada em seu estado, além disso, também é preciso saber se o produto/serviço será vendido na mesma região. Com essas informações, o cálculo já poderá ser feito.

Veja, a seguir, como se dá a fórmula de cálculo do ICMS:

Preço do produto x Alíquota aplicada no estado ÷ 100

Exemplo: Se você está vendendo um produto que custa 200 reais, e em seu estado é praticada uma alíquota de 17%, você encontrará o valor de 3.400, que dividido por 100, dará 34. Ou seja, você deverá pagar 34 reais de ICMS.

Para situações onde existe atuação da empresa em diferentes estados, é preciso consultar a tabela de ICMS. Nela, são mostrados todos os valores referentes a alíquotas com as combinações de todas as origens e destinos de mercadorias.

A porcentagem das alíquotas pode variar conforme os anos, por isso, é preciso sempre monitorar a tabela e atualizar-se sempre que preciso.

Resumidamente, o ICMS é uma contribuição extremamente presente na vida de consumidores, comerciantes e empresários brasileiros. Aprender um pouco mais sobre ele, além de aprender a calculá-lo nos produtos/serviços que comercializa, é muito importante na hora de definir o valor ideal a cobrar pelos seus produtos e serviços.