Um dos principais dilemas, entre as muitas preocupações e dúvidas de quem pretende abrir um negócio é:

Qual é o melhor regime tributário para a minha empresa? 

E isso não é nada mais do que justo, afinal, a escolha do regime influencia em quase todos – senão todos – os aspectos da rotina empresarial e também afeta o fluxo de caixa. 

Em um país que tem uma das mais altas cargas tributárias do mundo, é fundamental escolher muito bem o seu enquadramento. Neste texto, pretendemos mostrar para você como funciona a tributação de transportadoras no Lucro Real. 

Confira! 

Confira Nossas Especialidades - Contabilidade em Goiânia Goiás | WR Contabilidade e Consultoria

Entenda as características do Lucro Real 

O Lucro Real é um conjunto de regras estabelecidas por lei para apuração dos seguintes tributos: IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). 

A sua principal característica é que a base para o cálculo dos tributos é o lucro líquido do período de apuração. Por isso o regime se chama Lucro Real, pois considera valores exatos e não presumidos. A legislação permite que a apuração seja realizada de forma trimestral ou anual, a empresa pode escolher a forma que for mais vantajosa para ela. 

A Lei 8.541/1992 determina que são obrigadas a apurarem com base no Lucro Real as empresas:

“cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta”. 

Se a sua empresa tem receita bruta superior a R$ 78 milhões, ela precisa, obrigatoriamente, ser enquadrada no Lucro Real. Para não cometer erros e acabar pagando mais impostos do que devem, transportadoras no Lucro Real precisam ter ainda mais atenção com a contabilidade. Afinal, a taxa dos impostos vai incidir sobre o lucro apontado pela empresa. Se despesas não forem lançadas corretamente, por exemplo, a empresa aumenta a carga tributária. 

Veja como funciona a tributação de transportadoras no Lucro Real

Agora que você já compreendeu o que é Lucro Real, vamos mostrar como fica o pagamento de impostos nas transportadoras que optam pelo Lucro Real. 

Como já foi dito, os impostos que incidem sobre esse regime são o IRPJ e o CSLL.

  • IRPJ: 15% para lucro até R$ 20.000,00 mensais;
  • IRPJ: 25% para lucro acima de R$ 20.000,00 mensais;
  • CSLL: 9% seja qual for o lucro.

Para realizar o cálculo, também é preciso considerar que existem receitas tributáveis e as despesas dedutíveis. O pagamento dos impostos deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao de apuração. 

Compreendeu como funciona a tributação de transportadoras no Lucro Real? Para saber se vale a pena ou não optar por esse regime tributário, é preciso analisar as características de faturamento do seu negócio. Por isso é tão relevante contratar um contador para fazer um planejamento tributário. 

Precisa de auxílio para saber se o Lucro Real é viável para a sua transportadora? Entre em contato conosco! 

Será um grande prazer poder ajudar! 

Muitas empresas pagam o IRPJ e CSLL, mas será que sabem o que são esses impostos e como eles influenciam nos resultados do negócio?Algumas informações de grande relevância sobre esse assunto e sobre como uma contabilidade experiente pode te ajudar nos sentidos fiscais e contábeis em sua empresa!

Vamos lá entender melhor?

IRPJ — o que é?

Bom, hoje teremos o grande prazer de conhecer a

IPRJ se trata do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, que tem a ver com a empresa.

De acordo com o modelo de tributação, pois pode estar enquadrado no Simples Nacional, no Lucro Presumido e no Lucro Real, que dependendo da atividade pode ter dedução de 15% e adição de mais 10%, nos casos em que quando no Lucro Real, houver ultrapassagem de mais de 20 mil reais de faturamento sobre o limite firmado. 

Assim, o IRPJ será calculado de maneira diferente, a depender do tipo de empresa e de acordo com o regime tributário escolhido. 

No caso de o regime ser aliado ao Simples Nacional, a alíquota pode ser variante, a depender da nota fiscal emitida, nesse caso, somente com um contador bem habilitado, é que será possível obter o valor do IRPJ correto.

De quanto em quanto tempo o IRPJ pode ser declarado?

Pode ser declarado como o empreendedor achar mais conveniente, ou seja, a cada 3 meses, ou ainda anualmente.  

Se a escolha for por trimestre, deve-se estar atento aos seguintes períodos de pagamento:

  • 31 de março de cada ano;
  • 31 de junho;
  • 30 de setembro;
  • 31 de dezembro.

Caso a empresa tenha sofrido fusão, incorporação ou ainda cisão, a apuração do IRPJ deve ser efetuada dentro da data de ocorrência dessas ações. A mesma coisa acontece para os encerramentos de atividades. 

Esse tributo deve ser pago através do DARF, que é um guia que o contador gera. 

É bom estar atento e ter realmente uma contabilidade especializada e produtiva, já que com tantas modernizações dentro do sistema do governo, o Fisco vem cruzando dados o tempo todo, o que torna ainda mais essencial estar bem amparado e sendo bem conduzido, para que não haja erros ou falhas nos pagamentos do IRPJ. 

Confira Nossas Especialidades - Contabilidade em Goiânia Goiás | WR Contabilidade e Consultoria

E o que é o CSLL e como ele funciona?

A CSLL se trata de um imposto que é pago e destinado à Seguridade Social. 

Essa verba dá suporte a diversos tipos de assistência, como:

  • SUS;
  • Previdência social e os seus auxílios, como: aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-maternidade, dentre outros.

Como calcular a CSLL?

Da mesma forma que o IRPJ, a alíquota da CSLL, vai depender muito de acordo com a tributação da empresa. 

Quando o enquadramento engloba o lucro real, o contador deve ajustar o cálculo através do LALUR. Este se trata do Livro de Apuração do Lucro Real e mostra as exclusões e adições com base nas percentagens que são determinadas pelo Governo.

Já no lucro presumido e no lucro arbitrado, o tributo é calculado o imposto, através de alíquotas de presunção. Isso significa dizer que a alíquota vai depender diretamente do tipo de atividade exercida pela empresa, por exemplo:

  • 32% para receitas que envolvam serviços prestados — retirando os serviços de transporte e serviços médicos e de cargas.
  • 12% sobre as receitas de vendas.
  • Já no sistema do SN, também vai depender muito do faturamento, do segmento e da receita bruta, por isso, somente com a ajuda de um contador você estará seguro e pagando corretamente o que é devido e exigido em Lei!

Ainda tem dúvidas? Podemos te ajudar. 

Entre em contato!

Com a aprovação da lei que permitiu ao Estado realizar o Programa de Negociação Fiscal neste ano, a Secretaria da Fazenda se mobiliza para notificar todos os contribuintes aptos a realizar a negociação. De acordo com o gerente de Processos e Cobrança, Mário Bacelar, a cobrança dos Processos Administrativos Tributários (PAT) foi dividida em quatro grandes campanhas, com objetivo de auxiliar na resolução de pendências tributárias e evitar maiores danos ao contribuinte.


Cerca de 20 mil devedores, que somam mais de 20 mil processos de cobrança, devem receber nos próximos dias ligação e/ou e-mails sobre os benefícios da anistia. O Programa de Negociação Fiscal seguirá até o dia 10 de dezembro próximo e pode ser feito pela internet ou em uma das delegacias regionais de fiscalização.

O programa de negociação deste ano permite ao contribuinte o pagamento de débitos tributários do ICMS, multa formal e ITCD, de forma facilitada, concedendo excelentes condições para pagamento à vista ou parcelado em até 60 vezes. Os descontos no pagamento a vista podem chegar a 98% da multa e 50% nos juros. A regra vale para aqueles créditos nos quais os fatos geradores tenham ocorrido até 31 de agosto de 2018, inclusive os ajuizados. 

As campanhas de telecobrança estão divididas em quatro grandes áreas. Os contribuintes com dúvidas podem ligar no 3269 2670:

1) Devedor Contumaz: quando a empresa possui mais de quatro débitos de ICMS declarado e não pagos inscritos em dívida ativa, se enquadrando, dessa forma, na condição de devedor contumaz, previsto na lei estadual 19.665/2017. Nesses casos a empresa fica sujeita a um regime especial de fiscalização, apuração e pagamento do imposto.

2) Arrolamento de bens: Empresas que possuem bens arrolados administrativamente no cartório de imóveis, em razão da existência de débitos tributários junto à Fazenda estadual. Nesses casos, a Fazenda Pública poderá requerer judicialmente a indisponibilidade dos bens. 
3) Devedores que gozam de benefícios fiscais: As empresas beneficiadas com Termo de Acordo de Regime Especial (Tare) que, no entanto, estão com inscrição em dívida ativa. Isso culmina na suspensão do Tare até o pagamento.

4) Representação fiscal para fins penais: Contribuintes que possuem processos com indícios de Crime Contra a Ordem Tributária, previstos na Lei Federal 8.137/1990. Esses estão sujeitos ao instrumento da Representação Fiscal para Fins Penais, no qual há encaminhamento de denúncia ao ministério público.

Fonte: Comunicação setorial – Sefaz

O sucesso de um negócio e de uma atitude empreendedora dependem de uma fonte de informações segura e técnica, que deve ser feita por um contador, cuja formação permite um auxílio estratégico e financeiro aos clientes.

Muitas empresas que fecham as portas em até dois anos, segundo dados do Sebrae, citam como razão a falta de capital de giro, seguida da falta de clientes e de problemas financeiros.

Principalmente para estreantes no mundo dos negócios e do empreendedorismo, o profissional da contabilidade exerce um papel de extrema importância para a organização da empresa, estruturação contábil e ao planejamento fiscal financeiro.

A orientação de contadores ajuda a resolver mesmo as dúvidas mais comuns, que ocorrem desde a constituição de uma empresa, como regularização em vários órgãos, registro, etc.

A falta de informações específicas pode fazer diferença quando o negócio já estiver no mercado.

Outra dúvida muito comum de empreendedores é quanto aos encargos e obrigações legais e fiscais que determinadas atividades estarão sujeitas. Além disso, um profissional atualizado para assessorar o empreendedor nas obrigações com o “Leão” já faz com que o empresário tenha mais tempo para a administrar o próprio negócio.

Para a maioria das empresas, o contador é a figura diretamente ligado ao princípio do negócio. É a porta de entrada para o ambiente empresarial. Ainda hoje, o papel do contador é vinculado a trâmites burocráticos, procedimentos e obrigações fiscais. Porém, cada vez mais contadores englobam diferentes serviços às suas atividades e tornam-se aliados fundamentais, prestando consultoria empresarial e de gestão ao empreendedor.

Fonte: Mariana Bruno (Porta Contábeis)

Você está no caminho certo para falir sua empresa, SE:

1. Realiza a mistura das finanças Pessoais com as da Empresa;

2. Desconhece qual a margem de lucro dos seus produtos/serviços;

3. Desconhece o valor exato de lucro e/ou prejuízo que sua empresa teve nos últimos 6 meses;

4. Ignora que gestão financeira pode lhe trazer mais lucros do que somente vender mais;

5. Acha que para resolver as contas basta vender mais e descarta a gestão financeira como principal ferramenta.

Apesar de parecer erros básicos, e são, eles resultam como os principais motivos para o fechamento de mais da metade das empresas brasileiras e ainda geram diversos transtornos aos donos como dívidas e problemas jurídicos.

É fundamental ter o apoio de um contador que é o profissional responsável por cuidar da saúde financeira da sua empresa mostrando-lhe ações e ferramentas que ajudam a corrigir tais erros e, principalmente, evitar que ocorram. A consultoria contábil tem como principal objetivo acompanhar e gerir as finanças empresariais de forma a garantir ao empresário a sustentabilidade do seu negócio que, afinal, é o seu ganha pão.

WR Contabilidade e Consultoria

“Sua empresa, nosso negócio.”

Saiba desde já: é mais que possível escapar das autuações do fisco sem entrar na ilegalidade. Não acredita? Então acompanhe agora mesmo nossas dicas para melhorar seu controle fiscal e não ter que lidar com punições!

1. Elabore um calendário fiscal.

A verdade é que o fisco simplesmente não tolera atrasos. Por isso, por melhor que seja a justificativa da empresa ao perder um prazo, o resultado será o mesmo: multas e até responsabilização legal. Para não correr esse risco, é preciso ficar atento a basicamente 2 fatores: envio e pagamento.

Entenda: o envio das obrigações acessórias segue o cronograma estabelecido pela Receita e pelas Secretarias de Fazenda locais. Passada essa etapa, é só ficar atento ao vencimento para o pagamento dos tributos em si. Para controlar as dadas, vale apelar para a boa e velha agenda, detalhando o vencimento de cada tributo e compartilhando essa informação com toda sua equipe fiscal. Usar softwares simples, como o Evernote, pode ajudar a criar um calendário fiscal acessível para todos.

2. Promova auditorias periódicas.

Se sua empresa quer escapar das autuações do fisco, precisa detectar problemas antes dos órgãos públicos e efetivamente corrigi-los. Pois as auditorias fiscais servem justamente a esse propósito! Podendo ser realizadas por uma equipe interna ou com o apoio de profissionais da área, as auditorias devem abranger aspectos fiscais, contábeis e trabalhistas. Dessa forma, além de garantir a lisura da empresa, ainda é possível levantar informações importantes para a melhoria da gestão fiscal corporativa.

Lembre-se de estabelecer também um calendário de auditorias. É isso mesmo: esses procedimentos não podem ser realizados apenas quando há forte suspeita de erro! Até porque auditorias de emergência são bem mais caras que as de rotina. Apostar na inspeção recorrente é, portanto, uma ótima forma de controlar custos ao mesmo tempo em que o negócio alcança resultados duráveis.

3. Diferencie elisão de evasão fiscal.

Na melhor das hipóteses, evasão fiscal é uma infração administrativa. No entanto, em geral, é puro e simples crime. A evasão acontece quando há um fato gerador de tributação, mas, mesmo assim, a empresa não faz o devido recolhimento dos impostos. Temos aí a famosa sonegação de imposto. A punição é pesada, indo de advertências e multas até processos longos e custosos contra o negócio.

A elisão fiscal, por sua vez, é uma estratégia legal. Trata-se basicamente de evitar um fato gerador de tributação e, assim, diminuir as despesas com impostos. O exemplo mais comum é o de empresas que mudam suas plantas para municípios ou estados onde a carga tributária é mais baixa. Mesmo assim, vale salientar que a elisão fiscal deve ser respaldada pela lei ou, ainda, com o aproveitamento de lacunas legislativas. A prática só deve ser adotada, portanto, após a assessoria de um contador ou advogado tributarista.

4. Faça denúncias espontâneas.

Você sabia que denunciar sua própria empresa pode ser uma boa ideia para evitar autuações do fisco? O processo é conhecido como denúncia espontânea e funciona da seguinte forma: o negócio detecta um erro tributário e avisa a Receita, que, por sua vez, deixa de penalizar a empresa com multas.

Mas atenção: esse mecanismo tem 2 regras rígidas para ser ativado. A denúncia espontânea deve ser realizada antes de qualquer procedimento administrativo feito pela Receita. Assim, ela não funciona depois de a organização já ter sido autuada. Também é preciso pagar os tributos não quitados. Esse valor é definido pela própria Receita e pode variar de caso a caso. No entanto, o mais comum é que seja realizado um depósito em conta indicada pelo próprio órgão federal.

5. Promova treinamentos constantes.

Nenhuma gestão fiscal é eficiente se não inclui treinamentos constantes da equipe de contabilidade. Os motivos são simples. Para começo de conversa, a legislação é muitocomplexa. Assim, cada processo interno pode demandar uma ação diferente relativa ao fisco, fazendo com que treinamentos específicos sejam necessários. Outro ponto é um velho conhecido: a volatilidade da legislação tributária. Os treinamentos são importantes para manter o time atualizado e até preparado para mudanças já agendadas pelo governo.

Também não se esqueça de que é preciso promover treinamentos diferentes caso a empresa esteja presente em mais de um estado, uma vez que cada unidade da federação tem características tributárias distintas. Por fim, procure integrar sua equipe interna aos contadores terceirizados, caso você conte com um apoio externo para assuntos fiscais. Times alinhados cometem menos erros, detectam riscos com mais rapidez e atuam de forma coordenada: tudo que você precisa para evitar uma autuação do fisco!

6. Use a tecnologia como aliada.

Como você deve ter notado, todas as ações para evitar problemas com a Receita são relacionadas a uma boa gestão fiscal. E uma boa gestão fiscal só é possível com o uso de boas ferramentas tecnológicas! Aí entram os softwares de gestão fiscal, excelentes opções para quem deseja soluções simples.

Para começar, como funcionam na nuvem, não é preciso fazer grandes investimentos em hardware na sua empresa. Isso sem contar que podem ser acessados a partir de qualquer dispositivo, desde que esteja conectado à internet. A segurança é garantida pelo uso de criptografia avançada e protocolos de autorização.

Essas ferramentas conseguem automatizar tarefas que, quando realizadas manualmente, são extremamente morosas. É possível, por exemplo, organizar contratos e notas fiscais de acordo com regras previamente estabelecidas, facilitando o trabalho de conferência para fins fiscais. Elas também são capazes de realizar tarefas complexas, como a emissão de notas fiscais eletrônicas e mesmo o envio de obrigações acessórias.

Além da agilidade, a empresa consegue evitar problemas causados por erro humano, bem como diminui consideravelmente o risco de fraudes. Por fim, vale lembrar que um software de gestão fiscal é capaz de recolher dados de todos os setores da empresa, centralizando informações contábeis em uma única interface. Isso permite o controle total sobre o negócio e uma tomada de decisões cada vez mais fundamentada.

Fonte: Jornal Contábil, 01 de maio 2018

6 PASSOS PARA CRIAR UMA EMPRESA DO ZERO.

Persistência é uma palavra necessária para quem quer começar uma empresa, até porque conceber o modelo de negócio ideal para um novo empreendimento é uma tarefa que exige muito trabalho e dedicação.

Tão importante quanto persistência, um empreendedor de sucesso também deve ser apaixonado pelo seu negócio e ser movido pela vontade de inovar. Tal como diz o visionário Steve Jobs, fundador da Apple: “Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz”.

Ok, já conseguiu perceber aquilo que você ama e que te motiva e chegar em uma ideia de negócio? Então aqui vão algumas dicas para você embarcar em sua nova aventura empresarial:

1. Investigue o seu mercado: não adianta saber o mesmo que o seu concorrente sabe. É necessário ir além, se aprofundar. Por isso, mergulhe no mercado que você está interessado em empreender e estude muito para se tornar um especialista. Uma dica é buscar por palavras-chaves relacionadas à sua indústria na internet e conhecer quais as outras marcas estão apostando na mesma ideia que você.
Porém, caso perceba que há outras empresas que fazem o mesmo que você, não é motivo para desespero: isso pode ser visto como uma vantagem. Isso significa que esse é um mercado que está funcionando e que tem dinheiro circulando;

2. Defina um objetivo tangível: estabelecer metas é motivador, pois isso possibilita que você tenha sempre algo em mente, além de servir como uma provocação para se trabalhar diariamente no sentido de conquistar suas metas. Dica: não foque em coisas megalomaníacas ou grandiosas, vá aos poucos. Comece pequeno;

3. Quando criar um site, tenha certeza de que seu conteúdo pode ser compartilhado: o nome do tópico fala por si só. Caso você queira se tornar uma referência no que faz aos seus visitantes e clientes e, mais ainda, angariar recursos de investidores, foque em produzir uma página relevante e que faça sentido;

4. Crie uma lista de clientes: Quer tornar sua empresa conhecida? Então convide os seus visitantes online a se cadastrarem em seu site para receber as novidades de sua empresa. Dê a essas pessoas algum valor para que, mais tarde, elas possam se tornar clientes;

5. Lance um produto ou serviço que você possa vender: tem alguma meta financeira a cumprir? Então é necessário ter dinheiro entrando no caixa. O que você irá oferecer ao mercado depende muito, mas tenha em mente que uma boa dica é tentar entender aquilo que seus possíveis clientes têm como desafio e o que precisam como solução. Essa não é uma tarefa simples, mas é fundamental;

6. Não deixe para depois, comece agora: o aprimoramento é uma coisa que acontece com o tempo. Muitas pessoas perdem muito tempo idealizando ou imaginando o cenário ideal antes de colocar a mão na massa de fato.

Você já pode criar seu logotipo, site e até a primeira versão de seu produto ou serviço. Várias empresas que hoje são bem sucedidas começaram assim, sem a pressão de serem perfeitas logo de início.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, 12/06/2017.

A Sefaz informa duas mudanças no pagamento de ICMS que entram em vigor hoje (1º/3) em Goiás.

Uma delas trata da cobrança do Difal (Diferencial de Alíquota) das empresas do Simples Nacional e deve atingir cerca de 60 mil contribuintes que compram fora do Estado.

A outra estabelece o fim do regime de substituição tributária para os segmentos de autopeças, materiais de construção, materiais elétricos e de rações tipo PET. Deve atingir cerca de 16 mil contribuintes.

A mudança na substituição tributária estava prevista para 1º de janeiro, mas foi adiada por três meses a pedido dos empresários do segmento. Agora eles passam a pagar o ICMS pelo regime normal e não mais antecipadamente como ocorria na substituição tributária.

A cobrança do Difal (Diferencial de Alíquota) também estava prevista para vigorar em fevereiro. Foi adiada em um mês para dar prazo maior aos interessados que conseguiram, em negociações com a Sefaz, reduzir o valor da diferença. O pagamento ficou assim definido: 4,49% para a maioria das mercadorias nas operações interestaduais e 7,87% para a comercialização de produtos importados, nas operações interestaduais.

Fonte: Sefaz – Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás, 28/02/18.

No final de janeiro mais de 1,37 milhão de Microempreendedores Individuais (MEIs) tiveram seus CNPJs cancelados por falta de pagamento e de prestação de contas à Receita Federal do Brasil (RFB). O número equivale a 17% do total cadastrado no programa até o início do ano (7,8 milhões) e reflete a falta de conhecimento sobre as obrigações previstas.

Segundo o Comitê Gestor do Simples Nacional, foram cancelados os MEIs que não pagaram nenhuma guia mensal (DAS) nos anos de 2015, 2016 e 2017 e não entregaram as declarações anuais (DASN-Simei) referentes a 2015 e 2016. A exclusão dos CNPJs com base nessas irregularidades está prevista no Estatuto da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte e será realizada periodicamente a partir deste ano.

Se você é MEI e não tem certeza sobre sua situação, a lista completa com todas os cancelamentos e suspensões pode ser consultada pela internet, no site do Portal do Empreendedor (portaldoempreendedor.gov.br). Se você já tem certeza sobre a exclusão, é preciso acertar as contas com a Receita – mesmo que não exista o interesse em voltar à atividade.

“Os débitos migrarão automaticamente para o CPF vinculado e, enquanto não houver a regularização dos fatos, as obrigações e multas perdurarão”, alerta o Diretor de Comunicação da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Augusto Marquart Neto.

Entre em contato com a WR Contabilidade e Consultoria para maiores informações e conte com nosso suporte para regularizar sua situação.

Canais de atendimento:

E-mail: falecom@wrcontab.com.br

WhatsApp Comercial: 64 9 9663-9486
Telefone: 64 3431-0510

Fonte: Tributanet